29/04/2009 – 18:04
Foto/montagem: Anita Tetslaff
Diz o provérbio que o hábito não faz o monge, mas, na atualidade política douradense, faz a logo (marca). Ou seja, os hábitos de vencedor do prefeito Valdecir justificam o desenho escolhido como o símbolo de sua administração, dado como representação da força do trabalho, mas no fundo, no fundo, significando uma queda-de-braço. Já notaram?
A primeira grande queda-de-braço vencida por Valdecir foi – quem diria! – com o governador André Puccinelli. Uma vez eleito, a queda-de-braço com os partidos e aliados para indicar o secretariado. Mais uma vitória. Empossado, foram necessários quase quatro meses para, enfim, ele perder a primeira queda-de-braço. E tinha que ser, claro, com a classe médica. Ainda assim, não deu o braço a torcer, e, depois de ameaçar torcer o pescoço dos médicos descontentes com o trabalho do enfermeiro Edvaldo Moreira, demitiu-o, mas colocando em seu lugar um dentista.
Agora mais uma queda-de-braço, e das mais interessantes. Para se livrar de Edvaldo Moreira, prometeu-lhe a presidência do PDT, esquecendo-se de combinar com o titular do cargo, Serginho Castilho (na foto, com Valdecir) ali colocado pelo todo poderoso João Leite Schimidt, guru político de Dagoberto Nogueira, o campeão das viagens internacionais, algumas delas com o próprio Serginho a tiracolo.
Será que como fez com alguns pretensos candidatos a secretário Valdecir vai também se esquecer que convidou Edvaldo, seu companheiro de cineminha, para a presidência do PDT? Cá meus botões, acredito que não.
