29.4 C
Dourados
terça-feira, novembro 30, 2021

Artigos

Academia de Letras, para quê?

Vou começar este texto admitindo que posso estar totalmente equivocado, nem por isso me furto a esse questionamento, quem sabe um acadêmico experiente possa...

Bolsonaro, o cisne negro na politica brasileira

"Beneficia-se do fato de que qualquer Governo é a forma mais concentrada de Poder: arrecada, normatiza e coage. E usa em benefício próprio a mão pesada do Estado, no limite de suas possibilidades."

Lula, que ensaia retorno, vai ‘trazer o Brasil junto com ele?’, pergunta NYT

Segundo o jornal americano, 'épica ascensão e queda parecia paralela à do Brasil', que 'agora ele quer liderar novamente'

Lula no palco, Bolsonaro em fuga

Em viagens ao exterior, ambos pareciam tentar voltar às origens

Moro entra no páreo como segunda via do bolsonarismo

Jair Bolsonaro tem muitos defeitos, mas não é bobo. Rapidamente, farejou o apetite de Sergio Moro por sua cadeira. Em dezembro de 2019, o...

Jornalismo é feito por gente

30/10/2021 - 10h06 Orlando Loureiro Essa máxima carrega muitas verdades! A humanização do jornalismo é um caminho sem volta, felizmente. Quantas vezes ao conduzir um jornal...

Desenvolvimento e meio ambiente: tempestades de insensatez

19/10/2021 - 14h38Na sexta-feira passada (08) ao observar no horizonte a aproximação de imensa nuvem de terra tive duas reações. Primeiramente me remeteu ao...

Doria, deixe Eduardo Leite ser presidente

Os tucanos vão decidir em 21 de novembro se escolhem João Doria ou Eduardo Leite como candidato do partido ao Planalto. Do ponto de vista puramente eleitoral, a escolha não parece difícil. Doria precisa deixar de lado a fixação com a Presidência e abrir espaço para o governador gaúcho, que tem mais chances de surpreender nas urnas. Digo isso e mordo a língua. Já escrevi por aqui algo muito parecido, com personagens trocados: 'Alckmin, Aécio, deixem Doria ser presidente'.

Há uma bomba relógio no TSE

O Tribunal Superior Eleitoral revelou que nas próximas semanas julgará o processo de cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Parece falta de assunto, mas é bom que se diga: trata-se de uma iniciativa retardatária e inoportuna, caso clássico de tapetão. É retardatária porque não faz sentido cassar uma chapa três anos depois da campanha durante a qual teriam ocorrido flagrantes transgressões da lei.

Legado campo e galpão

21/09/2021 - 08h49Gaúcho da campanha, trago na retina o horizonte campeiro, no cheiro do galpão e no calor do fogo de chão. Carrego a...

A Marcha sobre Brasília

01/09/2021 - 10h28O fascismo surgiu na Itália sob a liderança de Benito Mussolini em 1919. Sua intenção era tomar o poder pela via eleitoral,...

A reforma vale-tudo de Lira

Política quase nunca é feita de boas intenções. Ela é praticada em bases bem mais pragmáticas que isso. A falta de apoio do Congresso à obsessão de Jair Bolsonaro pelo voto impresso, portanto, não se deve a nenhuma consciência por parte dos parlamentares de que é preciso zelar pela democracia, mas ao fato de eles considerarem essa cruzada uma bobagem e saberem que a urna eletrônica é segura — afinal, foram eleitos por ela. Assim sendo, melhor gastar tempo, energia e conchavos com as próprias prioridades, em vez de se engajar na de Bolsonaro.

Bolsonaro entrega fílé do governo ao Centrão para não ter o mesmo final de Dilma

Era maio de 2015, e a presidente Dilma Rousseff tinha um problemão no Senado: a indicação do advogado Edson Fachin para ministro do Supremo Tribunal Federal seria votada em alguns dias e corria o risco de ser rejeitada. Fachin tinha um opositor de peso: Renan Calheiros, então presidente do Senado, que apoiava outro candidato. Não só articulava nos bastidores contra Fachin, como também ameaçava atrapalhar a aprovação de uma medida provisória de ajuste fiscal.

O Haiti, entre a anarquia política e o caos social

O assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, ocorreu em 'um contexto político marcado pela anarquia e por uma sociedade em caos', como define o analista político haitiano Joseph Harold Pierre. Um país onde os bandos criminosos têm mais poder que a polícia e onde o vácuo de poder, com a morte do presidente, termina de apropriar do pouco que restava do Estado mais antigo da América Latina.

Fantasma do fim do Partido Comunista soviético preocupa Xi Jinping

Além da leitura de obras de Mao Tse-tung e Deng Xiaoping, filiados ao Partido Comunista chinês costumam assistir, no périplo da doutrinação ideológica, a um documentário sobre a desintegração da União Soviética (URSS) e o colapso de sua estrutura de poder. O filme se soma a esforços de Xi Jinping para justificar pilares de seu regime: liderança personalista, centralizada e sem desafios no topo do regime, aliada ao controle férreo dos militares e à valorização da história e do papel das organizações partidárias.

O impeachment à espreita

O caso da vacina indiana Covaxin, na CPI do Senado que investiga a atuação no Ministério da Saúde contra a pandemia de covid-19, ameaça romper a blindagem constitucional de Jair Bolsonaro, que só pode ser investigado por crime cometido durante o exercício do mandato, desde que a Câmara dos Deputados autorize. Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Fabiano Contarato (Rede- ES), ontem, apresentaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime na qual pediram a investigação do presidente da República por suposto crime de prevaricação. A relatora do caso será a ministra Rosa Weber.

Queda de Netanyahu isola ainda mais Bolsonaro

Jair Bolsonaro no domingo viu mais um aliado, ou ídolo, para ser mais preciso, deixar o poder. Benjamin Netanyahu não é mais o premier israelense. Toda a aproximação de Israel com o Brasil perde força com a derrota do agora ex-primeiro-ministro. Será o quarto líder internacional admirado pelo presidente brasileiro a ser derrotado, depois de Matteo Salvini deixar a coalizão governista na Itália, de Mauricio Macri perder a eleição na Argentina e Donald Trump não conseguir se reeleger nos Estados Unidos.

Decreto de lockdown ‘esconde’ a denúncia da ‘farra de publicidade’

Se tivesse sido feito a partir de consulta real às principais demandas, sintonizado com o que diz a Ciência, o Decreto 400 não teria sido alvo de tanto bombardeio, e até já de ‘remendos’, pouco depois de três dias de anunciado, de forma lacônica, pelo prefeito Alan Guedes, no final de um expediente de sexta-feira, pra entrar em vigor num domingo, confrontando exatamente com o período de fechamento de contas e sem o devido fôlego para que a sociedade pudesse absorvê-lo.

Desastre na pandemia pesa sobre planos de Bolsonaro para 2022

Quando a pandemia deu as caras, Jair Bolsonaro apostou todas as fichas em seu projeto de reeleição. O presidente sacrificou os esforços mais urgentes de contenção do vírus e tentou fazer com que a economia continuasse girando à força. A estratégia acentuou a tragédia no país e, agora, ameaça seus próprios planos políticos.

República da impunidade interessa tanto ao lulopetismo quanto ao bolsonarismo

11/03/2021 - 15h33Em discurso nesta quarta (10), ex-presidente Lula mentiu como sempre e foi demagogo como nuncaLula voltou à ribalta em grande estilo, no...
- Publicidade -

Últimas Notícias

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -