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Dourados
terça-feira, novembro 30, 2021

Valfrido Silva

Simone ou Mandetta no Planalto, e por que não?

A senadora Simone Tebet e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta já fazem história, só por serem presidenciáveis

O preconceito com o novo e o desprezo pelos calejados da política

As opções oferecidas pelos partidos no variado cardápio para as eleições de 2022

O cardápio eleitoral de Dourados para 22

O eleitorado douradense vai precisar ter juízo para manter a bancada na Assembleia e voltar a eleger deputado federal

Decisão tomada: Azambuja pendura chuteiras e deixa Murilo chupando o dedo

Polêmica e tão aguardada decisão do governador sobre as eleições de 2022 "escapou" em conversa com correligionários em Dourados

Subindo a rampa

A guerra com o prefeito Alan Guerra, pela ótica de um insubordinado da imprensa

Sofrência total

Contrapontoms.com entra em nova fase, com novo layout, mas mantendo a linha contundente de análise política.

Uma imagem vale mais que mil palavras

Dos recônditos da 'bíblia' confuciana, no título, para – cerca de 600 anos depois – o Evangelho de Jesus Cristo, cuja máxima sobre a verdadeira caridade (Mateus 6;3) ensina que quando se dá esmola 'não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita'. Esta, a melhor forma encontrada para ajudar o leitor e o eleitor a entenderem o porquê do embate de um grupo de insubordinados da imprensa com o prefeito Alan Guedes e seu preposto Alfredo Barbara Neto. Não pela foto em si, para registrar uma ação caritativa de um benemérito em favor do Hospital do Amor de Dourados, mas pelo espectro que envolve ****alguns de seus posudos personagens.

Uma temeridade, R$ 240 milhões nas mãos de Alan Guedes & Cia.

Seu Joaquim (Teixeira Alves) vai, no sentido Leste-Oeste, o deputado Weimar (Gonçalves Torres) vem, em sentido contrário, ou vice-versa. Esta, a narrativa mais didática de uma miragem do prefeito Alan Guedes e sua turma, com a aquiescência de seu Marcelino (Pires) – que continuaria indo e vindo nessas duas direções – atemorizado, que só, antes a iminência de mais um pesadelo que pode se abater sobre a cidade por ele fundada, caso este sonho se transforme em realidade. Em outros tempos e em outras circunstâncias isto seria motivo de júbilo e regozijo, pela necessidade premente de se acabar com este que é um dos maiores gargalos do cada vez mais complicado sistema de tráfego da segunda cidade do estado.

A Taxa do Lixo para o lixo da corrupção

Alguns amigos e meus filhos, principalmente, não aguentam mais ouvir a história do dia em que, no já longínquo 1985, assisti a um capítulo da novela 'Roque Santeiro' dependurado na porta da boleia de um caminhão durante um congestionamento-monstro na saída do Rio, com destino a Guarapari, numa tarde-noite de sexta-feira de carnaval. Lembrei-me disso ontem ao rever o capítulo da mesma novela, agora disponível em streaming, da Globonews, em que o prefeito de Asa Branca, Florindo Abelha (Ary Fontoura) é flagrado pela primeira-dama dona Pombinha (Eloisa Mafalda) se empetecando para um encontro com uma antiga amante, saindo-se da saia justa com a esfarrapada desculpa de que vai a uma reunião no Centro Cívico para discutir a dívida externa brasileira.

A podridão da “farra da publicidade” de Alan Guedes e de Alfredo Barbara

No auge dos tempos uragânicos, analisando as consequências da operação da Polícia Federal de Dourados no Parque dos Poderes, em Campo Grande, acabei, involuntariamente, eu juro, referindo-me à sede do executivo estadual como Parque dos 'Podres'. Culpa, claro, do corretor ortográfico do Word, que mesmo nesses tempos em que os algoritmos ditam as normas da modernidade, não descobriu ainda como fazer com que os teclados acompanhem o raciocínio dos redatores.

Saudades do prefeito Ari Artuzi

Como primeiro jornalista a denunciar o maior escândalo de corrupção em Dourados – a operação Uragano, da Polícia Federal – jamais imaginei um dia abrir uma manchete como essa, no mesmo blog onde aconteceu a devassa na administração Ari Artuzi, dos vereadores da sempre famigerada base aliada, secretários e empresários (cerca de sessenta, ao todo), alguns que só agora começam a ser condenados (em primeira instância, ainda!), embora à época todos tenham ido parar no xilindró. Passados onze anos, já em tempos de outras farras com o dinheiro público, como a da publicidade, de Alan Guedes e Alfredo Barbara, este inusitado jornalístico é consequência do mico pago pelo atual prefeito, segundo Clóvis de Oliveira, em seu *Douranews*, durante a visita do todo-poderoso secretário de Infraestrutura Eduardo Riedel no final da semana passada, para a apresentação do projeto da nova avenida Coronel Ponciano.

Alan Guedes é acusado de oferecer meio milhão para assessora de Lia Nogueira mudar de lado

Como se fosse pouco quase um milhão de reais para salvar da insolvência o jornal de seu mais íntimo assessor e guru, o colunista social Alfredo Barbara Neto, escândalo que ficou conhecido como 'farra da publicidade' do tempo em que era presidente da câmara municipal, mais uma grave denúncia contra Alan Guedes, agora como prefeito: ele teria mandado oferecer meio milhão de reais para cooptar a ex-assessora da vereadora Lia Nogueira, Patrícia Brandão, para que ela forjasse uma denúncia de assédio moral como forma de tentar impedir a escalada de denúncias de sua chefe. Este, o abacaxi que Lia Nogueira deu para o titular do primeiro DP, delegado Gustavo Mussi, descascar nesta segunda-feira. Para robustecer um eventual processo judicial, a vereadora entregou à polícia vários prints de conversas dos envolvidos em grupos de WhatsApp, na esperança de que haja a quebra sigilo telefônico e bancário da ex-assessora, para que a verdade venha à tona.

Passaia de saia pode levar Alan Guedes a repetir Uragano

Com perdão pela cacofonia do título, não tem não relacionar uma coisa à outra. Assim como na Operação Uragano, que começou com uma brincadeira de mau gosto do prefeito Ari Artuzi mandando seu secretário de governo Eleandro Passaia gravar conversas com vereadores, para garantir a tal da governabilidade, depois sendo traído pelo jornalista, que teria sido pego com a boca na botija e passado de investigador do prefeito a colaborador da Polícia Federal, o prefeito Alan Guedes pode estar mexendo num grande vespeiro, podendo ter o mesmo fim – político, é claro – de Artuzi, que foi preso acusado de corrupção e sendo obrigado a renunciar, condição para sair da cadeia.

Sartori debocha da Câmara e reforça indícios de “farra da publicidade” também na prefeitura

A prefeitura de Dourados está gastando uma nota preta em horário nobre, o mais caro, na TV Morena, para fazer propaganda enganosa. Ao anunciar que Dourados estava com o nome sujo entre os municípios brasileiros e que agora ajustou as contas, como se isso não fosse uma obrigação, sob pena de ter os repasses federais bloqueados, a peça publicitária reforça o conceito da 'transparência'. No mínimo, uma imprudência, por se tratar da administração de quem nunca antes na história da terra de seu Marcelino apanhou tanto exatamente pela falta de transparência que possibilitou a 'farra da publicidade' nos seus tempos de Jaguaribe. Impossível, pois, de cara, não perguntar: será que a transparência adotada por Alan Guedes na prefeitura é a mesma da câmara municipal?

“Barbaragate” já é um dos mais rumorosos casos de corrupção da política douradense

Ao insistir na manutenção do colunista social Alfredo Barbara Neto no gerenciamento da polpuda e sempre cobiçada verba publicitária da prefeitura, mesmo que disfarçado de chefe de gabinete, o prefeito Alan Guedes parece apostar na impunidade, não levando em consideração os precedentes históricos e suas graves consequências. Até hoje, volumosos processos aguardam julgamento nos escaninhos do judiciário. Punidos, mais severamente, até agora, apenas o pobre do Ari Artuzi, preso e depois sendo obrigado a renunciar ao cargo, e Braz Melo, cujo mandato de vereador foi cassado por ter acobertado uma irregularidade do antecessor, Humberto Teixeira. ​

Uma conta que não fecha e que pode derrubar o prefeito de Dourados

Sempre fui muito ruim de matemática. De química e física, então, nem se fala. Mesmo assim, sempre atrevido, eis-me aqui para tentar, senão solucionar, pelo menos entender uma questão de metafísica – um dos imbróglios mais escandalosos envolvendo a administração pública em Dourados desde os tempos Owari/Uragano e que, assim como aconteceu com o fenomenal prefeito Ari Artuzi, pode levar Alan Guedes à degola. Confesso que, enojado, estava, já, meio desiludido com essa história, mas agora que o Ministério Público – acionado pela vereadora Lia Nogueira – entrou na parada, dá para acreditar que nem tudo está perdido, com fortes emoções à vista.

A mais nova geração perdida para a política

O maior escândalo político do Mato Grosso do Sul – as operações Owari/Uragano –, pouco mais de dez anos atrás, açambarcou a mais promissora safra política de todos os tempos da terra de seu Marcelino. Passada a tormenta, Murilo Zauith assumiu provisoriamente o leme do barco deixado à deriva por Ari Artuzi, mas, frustrado porque aqueles com os quais sonhava para o lugar que ele nem pensava mais ocupar ou para a representatividade douradense na Assembleia Legislativa ou no Congresso Nacional haviam sido banidos da vida pública por terem ido com muita sede ao pote da corrupção. Como sempre depois da tempestade (Délia Razuk) vem a bonança, eis que Alan Guedes pintava como o novo salvador da pátria, e tudo porque o sempre tinhoso eleitor douradense não atentou para o detalhe da falta de lastro do jovem presidente da Câmara, um artista, apenas, muito bem dirigido pelo colunista social Alfredo Barbara Neto.

A melhor homenagem ao professor, doutor, Wilson Valentim Biasotto

A história se conhece e se perpetua nos livros, por meio dos grandes mestres, mas, com o passar do tempo, para quem tem o privilégio de dar cara com ela, a vontade é de voltar correndo para uma revisão de tudo aquilo que foi aprendido nos bancos escolares. Quando não, quando se tem um grande amigo, grande professor de história, para com ele compartilhar o privilégio dessa inusitada experiência. Essa a minha vontade durante meus dois périplos pelo velho mundo. Primeiro, numa visita à Universidade de Viena, na Áustria, diante de uma galeria de mais de uma dezena de ganhadores do Prêmio Nobel, em suas várias versões; ainda na capital austríaca, nos Palácios do Schönbrunn e Belvedere, o primeiro onde nasceu o segundo se casou a princesa Leopoldina, a mulher que arquitetou a independência do Brasil; ou num campo de concentração nazista, ainda na Áustria; no emblemático e suntuoso museu do Louvre, em Paris; também ali, embasbacado, debaixo do Arco do Triunfo ou da Torre Eiffel. Vontade de voltar correndo para uma boa prosa, não apenas com o grande professor e contador de histórias, mas com o amigo e vizinho dos tempos de BNH-III, Wilson Valentin Biasotto. Tão obcecado – e caprichoso – pela história que resolveu partir no histórico 14 de Julho, dia da queda da Bastilha, marco da Revolução Francesa, cujo Obelisco foi minha última parada na terra de Kardec.

“Viúva Porcina” de Murilo Zauith, Alan Guedes procura por um Sinhozinho Malta

Como vale a pena ver de novo, sempre, a antológica novela 'Roque Santeiro' é o melhor parâmetro na tentativa de se vislumbrar as consequências do retorno (ufa!) do vice-governador Murilo Zauith a Dourados, depois de todos os perrengues decorrentes da Covid-19. Enquanto espero, no fim da fila, minha senha para visitar o velho amigo, arrisco alguns palpites, até pelo inevitável da comparação de alguns personagens que cercam Zauith com aqueles surgidos da mente brilhante e criativa do imortal Dias Gomes e seu parceiro Agnaldo Silva, agora revividos graças a este relançamento pelo sistema de streaming da 'Vênus Patinada'.

Também na política tamanho não é documento

Fiquei pra lá de encafifado quando li ontem o título do release – 'Barbosinha propõe que Governo faça investimentos essenciais de infraestrutura em Dourados' – distribuído pela jornalista Luciana Bonfim, competente assessora do deputado que inacreditavelmente foi preterido nas urnas como candidato a prefeito pelo eleitor douradense. De duas uma, ou se tratava de erro de transmissão de arquivos, com um texto antigo, ou havia ali um elementar erro de revisão. Barbosinha pedindo a Azambuja para que 'faça investimentos essenciais' em Dourados? Nada que um 'mais' antes de investimentos essenciais não esclarecesse a situação, mas num esforço hercúleo para ler até o fim (é trauma dos tempos em que era obrigado a corrigir esse tipo de texto quando assessor de imprensa) cheguei à conclusão que é isto mesmo, que, para Barbosinha, toda a 'revolução obreira' que o governo do estado vem realizando ainda é pouco. Sim, ele quer mais!
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