19/10/2009 – 09:10
Foto: Izaias Medeiros
O colunista Marcos Santos dedica quase a metade da sua coluna de hoje, em página nobre do tradicionalíssimo O Progresso, para falar da “ameaça” que a vereadora Thaís Helena (foto), de Campo Grande, estaria representando para a política douradense. Isso tudo porque durante o megashow de Zezé de Camargo e Luciano o nome dela teria sido citado, juntamente como o do Valdecir, como uma das colaboradoras do espetáculo. Ela vírgula, quem deve ter ajudado é o tal Bunlai, amiguinho do presidente Lula, cujos interesses Thaís representa junto à turma do PT região. Ou ajudou coisíssima nenhuma, tudo não passando, já, de estratégia de campanha eleitoral.
Que Thaís Helena é a candidata a deputada estadual a ser enfiada goela abaixo no prefeito Ari Valdecir todo mundo sabe. Dei em primeiríssima mão aqui no blog, detalhando toda a tramóia que envolvia a vinda de Darci Caldo (aquele, preso pela Owari com cerca de R$ 250 mil debaixo do colchão) para a secretaria de governo, com a missão de aplainar o caminho da moça, retribuindo “sua” generosidade à época da campanha eleitoral.
É válida a advertência de Marcos Santos quanto aos pára-quedistas. Até o repórter policial Waldemar Russo já abordou o tema na Folha de Dourados. Agora, o que não pode é os candidatos de Dourados começarem a tremer na base por causa de uma Thaís Helena. O negócio é fazer o caminho inverso. É proibido pedir voto em Campo Grande? Não só lá. O Estado é grande e tem espaço pra todo mundo.
Quanto ao Valdecir, que arque com as consequências, que pague a dívida com essa gente e depois se acerte com o eleitor, nas urnas.
