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sábado, julho 20, 2024

General, pai do Coronel Cid passou 25 mil dólares, em espécie, ao capitão Bolsonaro, diz PF

Informação consta no relatório da Polícia Federal sobre o caso; ex-presidente é alvo de investigação e nega irregularidades

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A investigação da Polícia Federal (PF) sobre o caso das joias sauditas constatou que o pai do tenente-coronel Mauro Cid, o general Mauro Cesar Lourena Cid, recebeu US$ 25 mil (cerca de R$ 137,5 mil) em nome do Jair Bolsonaro (PL) e repassou o valor em espécie para o ex-presidente.

A informação consta no relatório da PF, que pediu o indiciamento de Bolsonaro e mais 11 pessoas por peculato (apropriação de bens públicos), lavagem de dinheiro e associação criminosa. Bolsonaro nega irregularidades sobre o caso. A coluna procura o general Mauro Cesar Lourena Cid para se manifestar sobre o caso. O espaço está aberto ao posicionamento do general.

Segundo a PF, a intenção de remeter o dinheiro a BOlsonaro teve a intenção “deliberada” de “não passar pelos mecanismos de controle e pelo sistema financeiro formal”.

“A investigação identificou que MAURO CESAR LOURENA CID, pai de MAURO CID, a época dos fatos, lotado na agência de APEX em Miami, recebeu, em nome e em benefício de JAIR MESSIAS BOLSONARO, pelo menos 25 mil dólares, que teriam sido repassados em espécie para o ex-Presidente, visando, de forma deliberada, não passar pelos mecanismos de controle e pelo sistema financeiro formal”, informou o relatório.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta segunda, 8, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise o relatório da Polícia Federal que pediu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A PGR tem 15 dias para analisar o material.

A fase de indiciamento é quando a polícia (Polícia Federal neste caso) identifica que há elementos de crime. A investigação aponta que Bolsonaro praticou os seguintes crimes: peculato (apropriação de bens públicos), associação criminosa e lavagem de dinheiro. Bolsonaro nega irregularidades e diz que há perseguição contra ele.

Guilherme Mazieiro/Terra

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