18/09/2009 – 19:09
No terceiro comentário, a “ferroada” do Maribondo; e logo abaixo, Cassio José (?) injeta mais veneno.
Olhando assim, de relance, ele faz lembrar o primeiro presidente do Brasil, Marechal Deodoro da Fonseca, ou até mesmo Dom Pedro II. Seu nome diz tudo: Maribondo, o mesmo que marimbondo. Não um marimbondo de fogo, como os de José Sarney, mas sua ferroada é igualmente dolorida. Que o diga o responsável pela peça publicitária assinada pelo deputado Marçal Filho, convidando para um seminário sobre a luta dos aposentados, em Campo Grande. No seu twitter, Marimbondo anotou o que considerou “11 erros e impropriedades”.
Falta de ética? Pode ser. Sem querer fazer apologia à incompetência criativa da agência em tela (que tal?), diria que a coisa está mais para preconceito, pelo fato do jovem deputado (e também a agência) ser de Dourados. Marçal Filho poderia ter tido pelo menos o desconto por não ter esquentado a cadeira em Brasília, e, por isso mesmo, estando ainda sem uma agência ou assessoria a altura de sua atividade parlamentar. Talvez uma como a que Luca Miranda trabalha.
E Marimbondo, publicitário das antigas, sabe muito bem como são essas coisas, por sua condição de guru do falecido deputado Flávio Dérzi. Mas fica a lição, para Marçal e para a agência.
