Esperando Godot, enquanto não acontece o julgamento — e, principalmente, suas consequências — do "messias" tropical, tem sido assim: sem Rivotril na cabeceira,...
Morreu, neste domingo (24), o cartunista Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, o Jaguar, aos 93 anos. Segundo nota do Hospital Copa D’Or, ele estava “internado...
Desde a noite de ontem (8), o professor universitário Tiago Botelho vem sendo acusado de heresia nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Postagens...
Documentos vazados da empresa mostram quais os maiores vetores de conteúdos enganosos relacionados a política e democracia, segundo a percepção dos usuários
05/03/2021 - 08h39Especialistas, economistas e governos acompanham com perplexidade a condução da crise no país e o avanço de novas variantes, apontando para o...
Para o ministro Gilmar Mendes, a democracia brasileira vive um experimentalismo. Ele acredita que os embates e as crises decorrentes do governo Bolsonaro representam as dores do processo democrático e resultam do natural confronto de divergências em busca das melhores soluções para o país. O Brasil, segundo Gilmar Mendes, passa por um momento de aprendizado, no qual testam-se os limites das instituições. Não significa, contudo, que o magistrado do Supremo de 64 anos tolere arroubos autoritários tampouco a nostalgia ao regime militar que impôs graves danos às garantias individuais. 'Não há saída fora da democracia', decreta o ministro, que repudia o ambiente beligerante que se instalou nas redes sociais e por vezes é alimentado por integrantes da República.
Com o Congresso Nacional às moscas durante o recesso, turistas que passeavam pela Câmara na semana passada caçavam deputados a laço para tirar fotos. Valia até parlamentares desconhecidos, como o novato e puxa-saco-mor Carlos Marun. “Só podem ser de fora do Brasil”, brincou o andrezista sobre a popularidade do Congresso, depois de posar para um retrato. O plantão, certamente pró-Cunha, rendeu a Marun até uma charge na coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo deste sábado.