Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
'No MDB não tem essa de ser direita ou esquerda, Bolsonaro ou Lula. Na esfera nacional, procuramos uma terceira via e, mesmo que não tenhamos um candidato à Presidência, acredito que o MDB, pelo menos aqui no Estado, não vai se apoiar em quem está indo bem nas pesquisas. Não é o nosso perfil e seguimos nossa ideologia de centro'. André Puccinelli ex-governador e candidato ao retorno, em 2022, em entrevista ao Correio do Estado, reafirmando sua coerência partidária.
02/08/2021 - 11h25Todos que comandaram corte eleitoral desde a Constituição de 1988 são signatários do texto com 18 assinaturasNove ministros do STF (Supremo Tribunal...
A prefeitura de Dourados está gastando uma nota preta em horário nobre, o mais caro, na TV Morena, para fazer propaganda enganosa. Ao anunciar que Dourados estava com o nome sujo entre os municípios brasileiros e que agora ajustou as contas, como se isso não fosse uma obrigação, sob pena de ter os repasses federais bloqueados, a peça publicitária reforça o conceito da 'transparência'. No mínimo, uma imprudência, por se tratar da administração de quem nunca antes na história da terra de seu Marcelino apanhou tanto exatamente pela falta de transparência que possibilitou a 'farra da publicidade' nos seus tempos de Jaguaribe. Impossível, pois, de cara, não perguntar: será que a transparência adotada por Alan Guedes na prefeitura é a mesma da câmara municipal?
No Brasil, nem quando a reivindicação é a mesma, alguns grupos políticos conseguem andar juntos. Uma bandeira do PSDB foi incendiada por militantes do PCO na Avenida Paulista num protesto contra Jair Bolsonaro no início julho, num sinal claro de que, para alguns, os tucanos não eram bem-vindos ali, mesmo se fosse para lutar pela mesma coisa. A confusão foi um dos motivos que fizeram grupos não alinhados à esquerda marcarem um ato próprio contra o presidente em setembro. Cada um no seu canto - e os dois lados parecem aprovar a ideia.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ignorou apelos de líderes e dirigentes de partidos do centrão que dão sustentação ao seu governo e voltou a atacar o sistema eleitoral durante manifestação a seu favor em Presidente Prudente (SP) neste sábado (31). Em transmissão ao vivo na quinta-feira (29), Bolsonaro havia feito o mais duro ataque contra as urnas eletrônicas, sem, entretanto, apresentar qualquer prova das supostas fraudes nas eleições que denuncia há três anos. Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do STF (Supremo Tribunal Federal) reagiram nos bastidores, e aliados do centrão apelaram ao presidente para que moderasse o tom.
Líderes e dirigentes de partidos do centrão e aliados do governo fizeram apelo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para que modere o tom com relação à existência de fraude nas urnas eletrônicas e a defesa do voto impresso. O presidente fez uma live na quinta-feira (29) com o maior ataque às urnas eletrônicas. A avaliação é que Bolsonaro precisa parar de flertar com ameaças golpistas sob pena de perder mais em popularidade por causa da pecha de radical.
Para o professor de direito Roberto Dias, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) em São Paulo, o comportamento do presidente Jair Bolsonaro na transmissão desta quinta-feira (29), na qual pôs em dúvida a confiabilidade do sistema eletrônico de votação, tem elementos que podem ser enquadrados em crimes de responsabilidade, estabelecidos na lei que regulamenta o impeachment. Bolsonaro trouxe na transmissão teorias que circulam há anos na internet e que já foram desmentidas anteriormente, como vídeos sobre o assunto.
29/07/2021 - 20h24Presidente admite que não pode comprovar se eleições foram fraudadas e exibe apenas teorias da internet já desmentidasApós três anos denunciando supostas...
Depois de perder dois deputados (Onevan de Matos e Cabo Almi) e alguns funcionários, como o jornalista Guilherme Filho, assessor de Neno Razuk, para a Covid-19, a mesa diretora da Assembleia Legislativa vem procurando se acautelar para a plenitude do retorno de seus trabalhos, inclusive com as sessões presenciais. Assim, até 15 de agosto, permanece com sessões mistas, ficando ainda dependendo de dados do programa Prosseguir para decidir quando reabrirá as portas ao público.
29/07/2021 - 09h42Documento da Artigo 19 mostra ainda queda no nível de liberdade de expressão no mundo e no BrasilUm relatório da organização não-governamental...
29/07/2021 - 00h08Agora ministro da Casa Civil de Bolsonaro, líder do centrão irá redesenhar estratégia governista na comissão, criticada até por aliadosNovo ministro da...
28/07/2021 - 15h47O secretário de Infraestrutura do Governo do Estado e presidente do Comitê Gestor do Prosseguir, Eduardo Riedel, apresentou as principais regras da...
Ao insistir na manutenção do colunista social Alfredo Barbara Neto no gerenciamento da polpuda e sempre cobiçada verba publicitária da prefeitura, mesmo que disfarçado de chefe de gabinete, o prefeito Alan Guedes parece apostar na impunidade, não levando em consideração os precedentes históricos e suas graves consequências. Até hoje, volumosos processos aguardam julgamento nos escaninhos do judiciário. Punidos, mais severamente, até agora, apenas o pobre do Ari Artuzi, preso e depois sendo obrigado a renunciar ao cargo, e Braz Melo, cujo mandato de vereador foi cassado por ter acobertado uma irregularidade do antecessor, Humberto Teixeira.
“O Eduardo é o plano A do PSDB, nós não temos plano B. Agora, nós estamos abertos ao diálogo. Estamos dialogando com todos os partidos, todos eles”. Governador Reinaldo Azambuja, hoje, ao site Midiamax. “O problema é que foi muito antecipado o debate. Esse debate tem que ser discutido. Acho que após as definições e que vai acontecer obrigatoriamente até o fim de setembro, aí a gente começa uma discussão mais aprofundada”, completou.
27/07/2021 - 16h06Ministro da Defesa virou alvo de pedidos de apuração por supostas ameaças às eleições de 2022O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal...
26/07/2021 - 17h45Beatrix von Storch, que esteve com o presidente na quinta-feira (22), tem histórico de declarações xenófobas e anti-imigraçãoO Instituto Brasil-Israel (IBI) emitiu...
Falem mal, mas falem de mim. Pré-candidato a presidente da República, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta tem o antigo dito popular a seu favor. Isto porque, seu algoz, também candidato, no caso à reeleição, o presidente Bolsonaro, não perde uma oportunidade sequer de espinafrar aquele a quem recorria quando candidato para se informara sobre assuntos relacionados à saúde. A tática de Bolsonaro ajuda a ministra Tereza Cristina. A cada pedrada em Mandetta é um elogio a ela.
Sempre fui muito ruim de matemática. De química e física, então, nem se fala. Mesmo assim, sempre atrevido, eis-me aqui para tentar, senão solucionar, pelo menos entender uma questão de metafísica – um dos imbróglios mais escandalosos envolvendo a administração pública em Dourados desde os tempos Owari/Uragano e que, assim como aconteceu com o fenomenal prefeito Ari Artuzi, pode levar Alan Guedes à degola. Confesso que, enojado, estava, já, meio desiludido com essa história, mas agora que o Ministério Público – acionado pela vereadora Lia Nogueira – entrou na parada, dá para acreditar que nem tudo está perdido, com fortes emoções à vista.
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa quebrou um silêncio de quatro anos sem dar entrevistas para conversar com a coluna sobre a possibilidade de adoção do semipresidencialismo no Brasil. Ele vem acompanhando o debate com preocupação e contrariedade. Acredita que mudar o regime de governo para combater crises é uma 'aventura' e que os paralelos feitos com o sistema francês não fazem sentido no Brasil. Lá, afirma ele, o semipresidencialismo foi adotado para corrigir um sistema parlamentarista que era uma 'balbúrdia'.
Abrindo os trabalhos do segundo semestre, os vereadores da Câmara Municipal de Dourados retomam nesta segunda-feira (26), as sessões ordinárias presenciais. Outra novidade para o segundo semestre é a volta do público as sessões e eventos da Casa. No entanto, o retorno das atividades presenciais seguirá uma série de protocolos de biossegurança contra a covid-19.