Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, em vídeo publicado em suas redes sociais nesta segunda-feira, que PSDB e PT trabalham para conseguir um indulto para o ex-presidente Lula e todos os condenados nos escândalos do Mensalão e do Petrolão. A declaração é uma resposta ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que em entrevista publicada hoje admitiu um acordo entre PSDB e PT contra o capitão do exército.
Renato Câmara é Moka, Barbosinha é Migliolli, Zé Teixeira, pelo jeito, Nelsinho Trad, o único que prestigiou o pomposo lançamento de sua candidatura em Dourados. E, assim, vão se definindo as tendências para o primeiro voto em senador. O segundo voto, e o apoio, claro, no segundo candidato, é para negociar. É, ainda, hora de sondar quem tem mais garrafas vazias para vender. Com Zeca do PT e Nelsinho enrolados, a tendência é que as duas cadeiras fiquem com Moka e Miglioli.
Zeca do PT possivelmente fora do páreo, condenado pela farra da publicidade de seu governo; Nelsinho Trad enrolado em processos de corrupção herdados de sua administração na prefeitura de Campo Grande. Começa a fazer sentido a frase do senador e candidato a reeleição Waldemir Moka, quando seu nome não aparecia entre os ponteiros, na largada, lá atrás: “Nunca fui galinha botadeira, que canta muito quando bota ovo. O meu trabalho é visto pelas pessoas e isso é o que vale”.
Em entrevista ao jornalista Bernardo Mello Franco, do jornal O Globo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que o Brasil se aproxima da eleição mergulhado num clima de ódio e de medo. FHC se diz assustado com a possibilidade de Jair Bolsonaro (PSL) chegar ao segundo turno. Neste caso, ele admite a hipótese de um acordo entre PSDB e PT, algo inédito desde 1989, quando os dois partidos se uniram contra Fernando Collor.
Nããããão, de jeito nenhum! Estou em plena atividade.' Aos 88 anos e com 15 mandatos legislativos na bagagem, o deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) resolveu enfim deixar a Câmara. Mas não a política. Tanto é que vai tentar emplacar um filho no seu lugar, além de um outro filho e um neto na Assembleia de Minas.
SEM PÚLPITO PARA LULA
O único que citou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para dizer que ele não pode ser candidato, foi Alvaro Dias (Pode):
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— Não é preso político, é político preso. É uma afronta, um violência à legalidade. É a vergonha nacional essa encenação de uma candidatura. Ou respeitamos o estado democrático de direito ou desistimos da democracia
A RedeTV ! pretendia deixar uma cadeira vazia, reservada para Lula. O petista foi convidado para participar do debate porque o PT registrou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral.
Bolsonaro, no entanto, pediu a retirada do púlpito reservado para Lula. O candidato do PSL procurou a direção da RedeTV! cerca de 40 minutos antes de o debate começar. Houve uma consulta aos demais candidatos. Todos votaram contra, com exceção de Guilherme Boulos (PSOL).
Todo sorridente, mas consciente dos tempos bicudos da classe política, Marçal Filho fez sua estreia como candidato nas redes sociais pedindo paciência ao eleitor para ouvir sua mensagem até o final. Deputado federal duas vezes, outras duas assumindo como suplente, voltou à estaca zero, em 2016, como vereador. Em sua última disputa para federal obteve apenas 39.852 votos, número que terá que repetir agora, num universo bem maior, se quiser se garantir como deputado estadual.
'Hoje 61% da população ainda não escolheu seu candidato a governador. Isso significa que as candidaturas já colocadas há algum tempo não atendem os anseios da sociedade. Nossa candidatura não é pra brincar, não existe acordo, é pra valer'. A afirmação é do candidato a governador de Mato Grosso do Sul pelo MDB, Junior Mochi.
Lula, 'ficha-suja', terá sua candidatura barrada. A eleição será legal, pois o veto obedece à legislação. Nem tudo o que é legal é legítimo. Mas a eleição sem Lula será legítima, pois a regra do jogo derivou de um consenso entre gregos e troianos, não de uma imposição unilateral.
A Procuradoria Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul pediu para que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indefira o registro de candidatura do ex-governador e deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. O documento foi juntado nos autos do processo de cadastramento na tarde de ontem (14) e é assinado pelo procurador Marcos Nassar. O político ingresso com registro para disputar uma vaga no Senado Federal.
O início da campanha eleitoral ecoou mundo afora, com o noticiário se dividindo ao meio entre 'o Trump brasileiro e o condenado por corrupção', na chamada do russo Kommersant para despacho da correspondente Ekaterina Mareyeva. Mas Financial Times (reproduzido acima) e outros financeiros já projetam o que seria o Brasil do presidente Jair Bolsonaro.
Tudo bem que Junior Mochi já havia desistido de montar palanque para disputar o governo. Mas não se dar ao trabalho nem de escolher um tema que dê à sua emergencial campanha um mínimo de identidade é fomentar os comentários de que tudo não passa de um acerto para garantir o retorno, ops!, de alguns colegas à Assembleia Legislativa, já que sua vaga no Tribunal de Contas estaria garantida. Ou sonhar que André Puccinelli, o dono do slogan, saia da cadeia em tempo de disputar.
Às 17h23 de ontem, ocorreu o ato final da peça protagonizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia mais de quatro meses, quando o juiz Sérgio Moro determinou a prisão do petista. A última encenação foi acompanhada por uma plateia de 10 mil integrantes de movimentos sociais na frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de agora, até os mais otimistas integrantes do Partido dos Trabalhadores — comandado por Lula, da cadeia, em Curitiba — sabem que o simbolismo do registro da candidatura será substituído pelo ocaso e pela pressão de notícias como a própria impugnação do nome dele para a disputa ao Planalto.
O deputado federal Geraldo Resende inicia nesta quinta-feira (16) sua campanha à reeleição como representante de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional bastante otimista. Segundo o parlamentar, o que fará a diferença perante o eleitorado é o trabalho desenvolvido por todos os municípios de Mato Grosso do Sul.
Darci Caldo, ex-secretário de governo da prefeitura de Dourados, coordenando a campanha do pedetista Jamilson Namme a deputado estadual; Aurélio Bonato, ex-vereador douradense, coordenando a do concorrente petebista Neno Razuk, primo e ligado ‘empresarialmente’ a Namme. Ambos, presos no período uragânico do prefeito Ari Artuzi. Além deles, com Razuk, Carlinhos Cantor, também preso uraganico e Fernando Rocha, preso da Campina Verde. É muita audácia, em tempos de lama asfáltica.
Com a apresentação de 514 nomes para a disputa eleitoral deste ano, o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), encerrou às 19h desta quarta-feira (15) o prazo para registro de candidaturas apresentadas pelos partidos e coligações. Agora, seguirá o prazo de dois dias para os aprovados nas convenções que não tiveram inscrições submetidas à Justiça Eleitoral, garantirem sua presença na corrida sucessória.
16/08/2018 - 06h23Presidente ressalta que partidos que votaram a favor de reformas vão continuar no governo se tucano vencerMichel Temer diz enxergar seu governo...
15/08/2018 - 20h52Para o MPE, a situação do ex-presidente enquadra-se na lista de condicionantes de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha LimpaO Ministério Público...
Na véspera do início da campanha eleitoral oficial, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que anda com escolta de policiais federais até para ir na padaria por correr risco de morte no “nível máximo”. Mesmo assim, em meio ao relato da possível ameaça, demonstrou bom humor depois de participar de um encontro com pastores evangélicos em um hotel de Belo Horizonte, que foi fechado para a imprensa. Autor de diversas polêmicas por causa das palavras, o presidenciável afirmou que vai dar uma “seguradinha” no período em que tenta chegar ao Palácio do Planalto.
15/08/2018 - 15h55Partido foi o último a definir a composição de chapa, depois das desistências de André Puccinelli e Simone TebetO MDB confirmou nesta...