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quinta-feira, junho 25, 2026

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Agora vai

Depois de deixar o PV acusando seus dirigentes regionais de leiloar o partido, o empreiteiro Elízio Brites assinou ficha no PROS, com a garantia de ser o pré-candidato a prefeito. Escaldado, ele que já havia sido preterido também no PSDB, exigiu como condição para se filiar assumir também a presidência da sigla. É aquela velha história, água mole em pedra dura...

‘Meu Deus! Essa é a nossa alternativa de poder’, diz Barroso sobre PMDB

Em meio à discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso afirmou nesta quinta-feira (31) que o país enfrenta falta de alternativa na política e citou o PMDB, partido que desembarcou nesta semana do governo.

Os desafios de Barbosinha na Secretaria de Justiça e Segurança Pública

A chegada do deputado José Carlos Barbosa, mais conhecido como Barbosinha (PSB), à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), prevista para sexta-feira, 1º de abril, é vista como positiva por lideranças de associações das categorias ligadas à secretaria. No entanto, o deputado assume o cargo com velhas reivindicações de policiais civis e militares, principalmente na questão de valorização dos profissionais.

Dilma transforma evento oficial no Planalto em palanque contra o impeachment

A presidente Dilma Rousseff voltou a falar de "golpe" e em "má-fé" na condução do processo do impeachment de que é alvo. Dilma lançou a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, com forte presença de movimentos sociais.

Renovação total

Nesses tempos bicudos para os detentores de cargos públicos, O PSDB de Campo Grande não descarta a possibilidade de, na undécima hora, levar ao pé da letra o tão desejado anseio do eleitor pelo novo, abrindo mão da candidatura da vice-governadora Rosa Modesto para lançar a dupla Eduardo Riedel e Tata Marques, para prefeito e vice de Campo Grande. As últimas pesquisas, pelo menos, apontam nesta direção.

PMDB rompe com governo e PT declara guerra a Temer

Às vésperas do rompimento do PMDB, marcado para esta terça-feira, o governo sofreu nesta segunda dois novos golpes que revelam o agravamento da crise política: o ministro Gilberto Kassab (Cidades) admitiu publicamente ter liberado a bancada do PSD para votar livremente sobre o impeachment; e o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, entregou no fim da tarde sua carta de demissão, justamente quando o Planalto fazia esforço para manter a fidelidade dos sete ministros peemedebistas em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff.

Chega!

"Como a dona Délia, depois de quarenta anos amassando barro na periferia e se preparando para ser prefeita, vai se sujeitar a ser vice desse moço (Renato Câmara) que chegou ontem a Dourados, que não sabe nem onde fica o Cachoeirinha? Nem dele, nem de Geraldo nem de ninguém! A candidatura está consolidada, é irreversível e imexível". Palavras de Roberto Razuk, guru da vereadora Délia Razuk, pondo um ponto final na boataria de que ela estaria sendo pressionada a desistir.

Record de fragmentação partidária dificultará governabilidade no pós-Dilma

A Câmara dos Deputados votará o afastamento da presidente Dilma Rousseff em meio a um nível recorde de fragmentação partidária, o que dificultará a governabilidade do país seja qual for o desfecho do processo. Hoje, nada menos de 25 partidos têm assento na Casa. Os três maiores -PMDB, PT e PP, pela ordem- reúnem juntos pouco mais de um terço dos deputados federais.

Baile da Ilha Fiscal

Dilma Rousseff faz nesta segunda-feira, véspera do dia D para o desembarque do PMDB de seu governo, sua última tentativa de segurar os ministros do partido. Ela pediu que eles cancelassem a agenda e viagens para recebê-los pela manhã. Os próprios governistas, no entanto, dizem que a margem de manobra que têm se estreitou muito depois que até diretórios antes firmes no apoio a Dilma, como o do Rio, aderiram à debandada. A bancada do Mato Grosso do Sul é unanime pelo rompimento.

Aos 50 anos, PMDB volta a presidir país pela via indireta

Três décadas após a eleição de Tancredo Neves, em 1985, o PMDB, que completou 50 anos na última quinta-feira (24), sonha em voltar à Presidência –e, mais uma vez, por uma via indireta. Nas eleições diretas ao Planalto o partido nunca se saiu muito bem: Ulysses Guimarães obteve 4,7% dos votos válidos em 1989, e Orestes Quércia, apenas 4,4% em 1994.

Dilma, a golpista traidora, e os arautos da moralidade

O golpe de 1964 consumou-se porque o "dispositivo militar" de Jango Goulart não passava de um blefe do general Assis Brasil. O golpe em curso, identificado pelo governo, avança na estrada aberta pela inércia de Dilma Rousseff, que prefere denunciá-lo em discursos a aplicar as medidas previstas na Constituição. O remédio está no artigo 137, que prevê a decretação do estado de sítio na hipótese de "comoção grave de repercussão nacional".

Cabeça erguida

Diferentemente daqueles que se escondem e nunca sabem de nada Nelsinho Trad encarou a imprensa ontem numa coletiva para rebater ponto a ponto as denúncias do Ministério Público de superfaturamento de obras de tapa-buracos durante sua administração na prefeitura de Campo Grande. Lembrou que fez mais de mil obras quando a cidade era outra, forte, pujante, dinâmica e sem buracos. "Em nenhum instante faltamos com os postulados éticos na administração pública", garantiu.

Cascou fora

Com a batida em retirada de Geraldo Resende o primeiro-suplente de senador e primeiro-vice-presidente do diretório municipal do PMDB, Celso Dal Lago Rodrigues, não quis saber assumir o pepino de comandar o PMDB no período pré-eleitoral. Por suas experiências de campanhas anteriores, pode ser que a decisão se deva ao forte apelo do poema de Emmanuel Marinho. "Tem pão velho?".

A ópera-bufa da sucessão municipal

Tinha que ser coisa de italiano. Como desta vez não tem nenhum animal de pelo curto em cima de quem possa tripudiar, como fez quando expôs seu então vice-governador Murilo Zauith – para dele poder ser livrar mais facilmente – ao ridículo de ser derrotado por Ari Valdecir Artuzi, agora André Puccinelli embaralha de novo as cartas do jogo sucessório em Dourados. Acena com apoio ao ex-prefeito de Ivinhema e agora deputado recém-mudado para Dourados Renato Câmara, mas no fundo, no fundo, torcendo – e trabalhando incansavelmente nos bastidores – para fazer Geraldo Resende prefeito e, de quebra, pelo retorno de Marçal Filho à Câmara Federal.

Japas

Tudo bem que o deputado peemedebista Renato Câmara é chegado numa descendente oriental, tanto que se casou com uma, mas daí a ter Marinise Misouguchi, a secretária de Educação da administração Zauith, como sua candidata a vice, na disputa pela prefeitura, seria abusar da confiança no taco. Délia Razuk e Geraldo Resende agradecem.

Lava Jato chega a Azambuja, André e Mandeta

Além do ilustre delator, senador agora sem partido Delcídio do Amaral e do deputado petista Vander Loubet, já indiciado, mais três políticos de Mato Grosso do Sul têm os nomes listados em documentos apreendidos na casa de Benedicto Barbosa Silva Junior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, durante a 23ª fase da Operação Lava Jato, no dia 22 de fevereiro. Em planilhas ou listas simples, aparecem o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), do ex-governador André Puccinelli (PMDB) e do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) e ainda alguém identificado apenas como ‘boiadeiro’ e listado como sendo ‘de Mato Grosso do Sul’. Juntos, eles estariam relacionados pelos papéis a supostas doações de R$ 1.480.000,00 da Odebrecht desde 2010.

Amnésia

O André Puccinelli que agora pressiona a vereadora Délia Razuk a desistir de sua candidatura à sucessão de Murilo Zauith é o mesmo que, quando governador, prometeu elegê-la deputada e depois colocou seu time em Dourados para cabalar votos para sua queridinha Antonieta Amorim, irmã do empreiteiro preferido e todo cheio de charme João Amorim, chefe da quadrilha da Lama Asfáltica. A memória do italiano Puccinelli pode não estar boa, mas a do turco Roberto Razuk está tinindo.

Em editorial, revista britânica pede que presidente Dilma renuncie

Em editorial sobre a crise política brasileira publicado na edição impressa desta semana, a revista britânica "The Economist" pede a renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT). Com o título "Hora de Partir" ("Time to Go"), o texto avalia que, até recentemente, mesmo sob protestos, o governo Dilma tinha legitimidade intacta, e que a presidente podia dizer que tinha o desejo de ver a justiça ser feita.

Desabamento

A Lava Jato atinge o seu ápice com a delação de Marcelo Odebrecht. “Não restará pedra sobre pedra”, diz um general da operação.

Teori manda Moro devolver denúncia de Lula ao STF

Em uma de suas decisões mais duras, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki determinou nesta terça-feira (22) que o juiz Sergio Moro encaminhe todas as investigações envolvendo o ex-presidente Lula na Lava Jato para o tribunal.
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