07/01/2016 – 09h01
Tá bom. Antes que venha a pauleira, que me apontem outro nome. Waldir Guerra se escafedeu, Egon KKK preferiu a confortável condição de “aspone” do des(governo) companheiro em Brasília; Bafo de Bode, que até tentou, também sumiu do mapa; Valdecir Artuzi, que se não tivesse sido cassado e, depois, morto, talvez até já tivesse chegado lá, porque disposição – e votos – para isso ele tinha de sobra. Geraldo Resende? Até poderia ser. Depois de tantos mandatos como deputado federal, e conhecendo de cor e salteado os problemas e os anseios dos municípios de todo o Estado, teria uma campanha pronta, mas encafifou que quer ser prefeito e não há quem tira isso de sua cabeça.
Pelo título deste post, mais apropriado para sites como o futebolístico “Preliminar*, de Silva Jr., pode até parecer que estou brincando com coisa séria ou que o tema é extemporâneo. Mas vem como desdobramento, diante do interesse despertado, da provocação (Vai, Murilo, vai!) que fiz ontem nas “Rapidinhas”. Acontece que uma coisa (a eleição de prefeito, deste ano) puxa outra (a do Senado, de 2018), até porque uma depende da outra. Ou seja, a eleição de prefeito é o primeiro grande obstáculo a ser vencido por quem está de olho nas cadeiras de Waldemir Moka e (na que foi) de Delcídio do Amaral.
Tudo começou no in box do Fuxibuki na virada do ano, quando em retribuição aos votos de bons augúrios em 2016 sugeri a um amigo com perfil para o cargo que se lançasse candidato a Senador, argumentando que é agora ou nunca. Parafraseando Lula da Silva, e repetindo o apelo e a sugestão ao mesmo Murilo Zauith, feitos aqui mesmo no Blog, na eleição para o governo do Estado, nunca antes na história esteve tão fácil para Dourados a eleição de seu primeiro senador da República.
A insistência com o nome de Murilo Zauith deixou de ser uma questão de imposição, dele ou de seu grupo político, mas de exclusão. Como não é segredo que este é seu sonho dourado, e também o sonho de todos os douradenses, depois da prisão de Delcídio do Amaral e da derrapada fatal de André Puccinelli na lama asfáltica ele só não vira senador se não quiser. Daí a bazófia, repetindo, no título, com o apaixonado bordão de Galvão Bueno surgido num momento em que a sorte da seleção brasileira dependia única e exclusivamente das mãos do goleiro gaúcho Taffarel. Vai, Murilo, vai, mas vai ai logo, antes que infle o balão de ensaio lançado pelo douradense deputado George Takimoto, para quem o melhor nome para substituir Moka no Senado é outro mais ou menos com mesma sonoridade, e que não é de Dourados!
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