14/01/2016 – 07h28
Mais sugestivo impossível, o nome da prestadora de serviços ao Tribunal de Contas do Estado, em tese, o órgão encarregado de fiscalizar as contas públicas. Cerca de meio milhãozinho por mês, pelo trabalho não muito suado de 15 funcionários, como garçons, telefonistas e recepcionistas. Foi o que bastou para o Gaeco pegar no pé do presidente da Corte, Waldir Neves. Interessante é que Waldirzinho bate o pé e não informa ao MP os detalhes do contrato com a tal “Limpamesmo’. Aí tem.
