21/01/2016 – 10h50
Azarão, Reinaldo Azambuja virou governador pela combinação de vários fatores, como a desgraceira que já se abatia sobre o adversário e franco favorito, Delcídio do Amaral, e o acerto do marketing na promessa da tal “mudança de verdade”, embalada pelo “agora vaaaaai”. Passado o primeiro ano, somados, os índices de bom e ótimo sequer chegam perto dos 50%. Por isso, o governador tirou férias, para refrescar a cuca e, no retorno, ops!, dar uma chacoalhada geral.
