12/02/2016 – 14h28
A descoberta de que uma subsidiária da Odebrecht fazia pagamentos ao marqueteiro baiano João Santana reafirma o quanto Delcídio do Amaral era mão-aberta em suas campanhas eleitorais, fato escancarado na eleição de 2014, quando ele, como candidato a governador, gastou mais até que a candidata a presidência Dilma Rousseff. A denúncia de agora traz à tona o custo da campanha de Delcídio ao Senado, em 2002: R$ 2,2 milhões, Isto, só com marqueteiro, o mesmo, aliás.
