28/01/2009 – 00:01
Aproveito o comentário sobre a tática de dominação romana do disc-jóquei dos anos dourados, jornalista da era Zé Elias, jurista contemporâneo e historiador nas horas vagas, Isaac Duarte de Barros Jr., servido aqui no blog como um refresco às idéias dos críticos de André Puccinelli, de origem romana, para tentar entender Ari Artuzi, que, fazendo-se de desentendido, foi chorar as pitangas e reclamar do mesmo Puccinelli, nesta quarta-feira, numa entrevista ao tucano Ben Hur Ferreira, na rádio cidade.
Tadinho do prefeito. Diz que nem está mais sendo convidado para certas solenidades na capital. E olha que nem completou um mês de mandato. Ele pediu para que o governador “ponha a mão na consciência”, dizendo que “até agora nada” para Dourados.
O prefeito Ari Artuzi tem dito e repetido que pra começo de conversa fez apenas três pedidos ao governador e que faz qualquer coisa para ser atendido. “Eu quero me vender pra ele”, costuma dizer, em seu jeito simplório de ver a política, jurando fidelidade eterna àquele que até poucos dias só o chamava de animal de pêlo curto. Seus pleitos: o anel-viário, a melhora nos índices de repasse de ICMs ao município e algumas UTI’s para o Hospital de Trauma.
Seria ótimo se André Puccinelli desse uma de estadista e atendesse de imediato os pleitos que, diga-se, não são do prefeito Ari Artuzi, mas de toda a comunidade douradense. Mas, será que o prefeito pensava mesmo que André Puccinelli iria deixar barato sua saída do PMDB, ainda mais para se aliar a Londres Machado e Ary Rigo, impondo-lhe, em seguida, humilhante derrota na disputa pela prefeitura de Dourados?
Pode ser até que o governador atenda aos seus três pedidos e até vá além disso, mas não vai deixar Artuzi faturar politicamente. Isso, ah, não vai mesmo. Santa ingenuidade, né, seu prefeito!
