Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A ala política do governo Jair Bolsonaro, controlada pelo Centrão, tentou minimizar o pedido de demissão de quatro secretários do Ministério da Economia nesta quinta-feira, 21, em reação a decisão do governo de furar o teto constitucional para bancar o Auxílio Brasil, que irá substituir o Bolsa Família. Dois ministros disseram ao Estadão que Paulo Guedes não sairá do cargo e que 'a reação de funcionários do terceiro e quarto escalões da economia não ocorreria se o presidente Jair Bolsonaro estivesse eleitoralmente forte'.
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, apresentado nesta quarta-feira (20/10) pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), recomenda que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado e, eventualmente, responsabilizado em três frentes devido à gestão do seu governo na pandemia de coronavírus: por crimes comuns, por crimes de responsabilidade e por crimes contra a humanidade. Caso o relatório seja aprovado pela maioria da comissão na próxima semana, essas acusações contra o presidente serão analisadas em três órgãos.
O Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família e que terá o benefício mínimo turbinado para R$ 400 até dezembro de 2022, desperdiça a oportunidade de rever estratégias de combate à pobreza e privilegia motivações eleitorais, apontam especialistas ouvidos pelo GLOBO sobre o plano confirmado na querta-feira pelo governo.
Após quase seis meses de investigação, com mais de 600 mil mortos pela Covid no Brasil e uma contestada conduta do governo federal na pandemia, a CPI instalada pelo Senado para investigar as ações e omissões da gestão Jair Bolsonaro diante da doença chegou à reta final com a proposta de punição do presidente da República por nove crimes.
20/10/2021 - 12h03O secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Eduardo Riedel, ministrou uma palestra com as principais iniciativas da gestão estadual em relação...
O relator da CPI da Covid no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), retirou do documento a sugestão para que o presidente Jair Bolsonaro seja indiciado pelo genocídio de indígenas e por homicídio qualificado na gestão da pandemia de coronavírus, após uma reunião com outros integrantes do colegiado na noite de terça-feira, 19, para aparar arestas e acertar um texto de consenso para o relatório.
O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, sugeriu o indiciamento de 70 pessoas e mais duas empresas, que um total de 24 crimes, em seu novo relatório entregue na noite desta segunda-feira (18). Na lista, há políticos, ministros, empresários, empresas e médicos que defendem tratamentos ineficazes. O documento foi entregue em meio a um mal-estar entre os senadores por vazamento de minutas do parecer à imprensa nos últimos dias.
A menos de um ano da eleição presidencial de 2022, políticos e partidos aceleram as movimentações para consolidar alianças até o pleito em que a tônica deve ser o anti-bolsonarismo. Os três pré-candidatos do PSDB, Arthur Virgílio, Eduardo Leite e João Doria participam nesta terça do debate presencial promovido pelos jornais O Globo e Valor. Além deles, outros postulantes buscam consolidar seus nomes para a disputa de 2022.
19/10/2021 - 14h38Na sexta-feira passada (08) ao observar no horizonte a aproximação de imensa nuvem de terra tive duas reações. Primeiramente me remeteu ao...
A gestão de excelência da concessionária responsável pelo abastecimento de água tratada e pelo tratamento do esgoto doméstico em 68 municípios de Mato Grosso do Sul, voltou às manchetes de importantes e influentes órgãos de imprensa do país. A mais recente coroação aconteceu no último dia 5 de outubro no prêmio ‘AS MELHORES DA DINHEIRO 2021’, promovido pela Revista IstoÉ Dinheiro, em reconhecimento aos grandes êxitos empresariais das maiores companhias que atuam no Brasil.
Ainda sobre a entrevista de Lula à Grande FM na semana passada, quem deve ter ficado magoado é o ex-deputado petista João Grandão. O ex-presidente falou de Zeca do PT, do primeiro-sobrinho Vander Loubet, do ex-prefeito “Titila” (sic) e ainda do também e ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, hoje senador. Lembrou até que Cícero Faria, um de seus entrevistadores, era torcedor do Fluminense. De Grandão, o deputado federal companheiro durante seu governo, nadica de nada!
18/10/2021 - 09h31Militar que ajudou a definir política externa americana faleceu devido a complicações decorrentes da CovidColin Powell, primeiro secretário de Estado negro dos...
Resultado de luto íntimo — a morte do irmão, o filósofo Ruy Fausto, em maio de 2020, pela Covid-19 — e público — a tragédia nacional da pandemia — 'Vida, morte e outros detalhes' é um pequeno grande livro de memórias. Nele, um dos mais importantes intelectuais públicos do país, o historiador e cientista político Boris Fausto, volta à infância na São Paulo dos anos 1930, revisita querelas e comunhões com os irmãos mais novos (o caçula, o médico Nelson, morreu em 2012) e reflete sobre a (in)finitude humana e avanços e atrasos da nossa sociedade.
Tinha que ser. A Assembleia Legislativa aprovou semana passada um projeto de lei do deputado João Henrique Catan, neto do ex-governador Marcelo Miranda, mineiro de Uberaba, regulamentando a propaganda de queijos, para que o consumidor do Estado não compre gato por lebre. Assim, quando a lei começar a vigorar, os estabelecimentos comerciais serão obrigados a informar a procedência do produto. Claro que, principalmente nesses tempos difíceis, respeitando o bolso do consumidor.
Concorrente na disputa interna do PSDB que vai definir o candidato tucano na corrida pelo Planalto, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, assegura que haverá representante da terceira via no segundo turno das eleições de 2022. Embora o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderem as pesquisas de intenção de voto com ampla vantagem, o gestor gaúcho acredita que os altos índices de rejeição de ambos farão com que um deles não avance à rodada final de votação. 'Isso (a rejeição) vai, no momento apropriado, fazer com que a população esteja aberta a procurar alternativas. Vamos colocar a terceira via no segundo turno', garantiu, em entrevista ao jornal Estado de Minas. Nas prévias do PSDB, o governador de São Paulo, João Doria, é o principal oponente. Arthur Virgílio, ex-prefeito de Manaus, também concorre. A eleição será em 21 de novembro.
16/10/2021 - 09h16Especialistas em direito eleitoral avaliam que decisões recentes da Justiça Eleitoral ajudam a sustentar condenação no julgamento da chapa Bolsonaro/MourãoO Tribunal Superior...
Após mais de cinco meses de trabalhos, a CPI da Covid chega à reta final com um relatório cujo cerne aponta que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adotou o negacionismo da pandemia não só como discurso retórico, mas como política pública de governo. Em cinco volumes, a minuta do parecer do senador Renan Calheiros (MDB-AL) que estava pronta nesta sexta-feira (15) pede o indiciamento de mais de 60 pessoas, entre elas filhos do presidente, ministros de Estado, integrantes e ex-funcionários do Ministério da Saúde e empresários.
Em um encontro organizado por uma igreja evangélica em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quinta-feira (14) que chora no banheiro de casa. Bolsonaro mora no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. 'Cada vez mais nós sabemos o que devemos fazer. Para onde devemos direcionar as nossas forças. Quantas vezes eu choro no banheiro em casa? Minha esposa [Michelle Bolsonaro] nunca viu. Ela acha que eu sou o machão dos machões. Em parte acho que ela tem razão até', declarou Bolsonaro. O evento foi organizado pela igreja Comunidade das Nações.
Um grupo de 63 congressistas dos Estados Unidos enviou nesta quinta-feira, 14/10, uma carta ao presidente Joe Biden em que pede que ele reveja a oferta para que o Brasil se torne um parceiro global da Otan (Organização Tratado Atlântico Norte) e revogue a condição de aliado extra-Otan concedida ao país ainda no governo de Donald Trump. O status como aliado militar preferencial dado ao Brasil facilita a compra de tecnologia militar e armamentos dos EUA, garante a participação das Forças Armadas brasileiras em treinamentos promovidos pelo Pentágono, além de outros benefícios militares.