Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
06/09/2021 - 10h23Magistrados dialogam com emissários do Planalto e do Congresso; até o ex-presidente Michel Temer participa das conversasAlvo preferencial do presidente Jair Bolsonaro...
Seu Joaquim (Teixeira Alves) vai, no sentido Leste-Oeste, o deputado Weimar (Gonçalves Torres) vem, em sentido contrário, ou vice-versa. Esta, a narrativa mais didática de uma miragem do prefeito Alan Guedes e sua turma, com a aquiescência de seu Marcelino (Pires) – que continuaria indo e vindo nessas duas direções – atemorizado, que só, antes a iminência de mais um pesadelo que pode se abater sobre a cidade por ele fundada, caso este sonho se transforme em realidade. Em outros tempos e em outras circunstâncias isto seria motivo de júbilo e regozijo, pela necessidade premente de se acabar com este que é um dos maiores gargalos do cada vez mais complicado sistema de tráfego da segunda cidade do estado.
Liderados pelo presidente do Sindicato Rural, Ângelo Ximenes, integrantes do Movimento Brasil Verde e Amarelo, de Dourados, estão a caminho de Brasília para engrossar a obcecada luta do presidente Jair Bolsonaro pelo voto impresso e contra o STF. Aproveitam para marcar posição a favor do “marco temporal” para a desapropriação de terras indígenas. “A proposta traz segurança jurídica, garante o direito à propriedade dos agricultores e da pacificação social”, garante Ximenes.
O núcleo de apoio ao presidente Jair Bolsonaro conseguiu fazer barulho nas redes ao sustentar que a manifestação governista do feriado de 7 de setembro será 'gigante', mas o real impacto da convocação nas ruas ainda é incerto. Dados de monitoramento indicam que o assunto está mais presente na internet do que em outros atos governistas, mas também denunciam uma ação concentrada em determinados perfis e baixo engajamento fora do campo bolsonarista mais fiel.
O presidente Jair Bolsonaro participou de mais um passeio de motociclistas neste sábado, 4, e voltou às críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se reuniu com apoiadores em Santa Cruz do Capibaribe, no agreste pernambucano – o único município em Pernambuco onde teve mais votos do que Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições de 2018. Ele discursou após um percorrer um trajeto que passou por Toritama, um dos principais município do polo de confecções local, e terminou em Caruaru.
A organização de caravanas rumo aos protestos de Brasília com a participação de policiais militares de outros estados e o clima tenso na relação entre parte das tropas e governos opositores ao presidente Jair Bolsonaro no Nordeste estão no centro das preocupações em relação aos protestos bolsonaristas de 7 de Setembro. Em Mato Grosso, há relatos de policiais da ativa inscritos em caravanas que sairão de Cuiabá para o Distrito Federal. Em grupos privados, policiais da Bahia também se organizam para ir a Brasília e para participar do ato previsto para Salvador.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que as manifestações previstas para o dia 7 de setembro serão um ultimato para 'um ou dois' ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao falar sobre a renovação da Corte por meio de suas indicações, Bolsonaro disse que o país não poderia admitir que 'uma ou duas pessoas' usando da força do poder dessem outro rumo para o Brasil. O presidente, investigado no STF, não citou nomes especificamente, mas já afirmou em outras ocasiões que sua irritação é direcionada a Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.
Às vésperas do 7 de Setembro, quando estão programados atos no País convocados pelo presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores, a defesa da democracia, da harmonia entre os Poderes e de reformas que sustentem a recuperação econômica permeou manifestos, comunicados e declarações de representantes do empresariado nacional, de instituições bancárias e das cúpulas do Judiciário e do Congresso.
“A democracia é inegociável. Temos que ter uma relação de paz com todos os Poderes. Esse foi um dos temas que tratamos na reunião. Também falamos sobre a pandemia, que é preocupante e continua merecendo uma atenção especial não só dos estados, mas também do Ministério da Saúde. Cobramos a divulgação de um calendário para facilitar a vacinação dos vários estados. Saímos da reunião com um sentimento muito bom com relação a tensão do Congresso Nacional. Todos caminharam juntos e trataram basicamente da relação de paz com todos os poderes e o fortalecimento do pacto federativo”, afirmou o governador de Mato Grosso do Sul.
02/09/2021 - 08h15Ex-executiva da Eletrobras, economista avalia que governo demorou a agir, e país enfrenta risco de apagõesElena Landau, economista que foi presidente do...
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou parcialmente o projeto aprovado no Congresso que trata dos crimes contra o Estado Democrático de Direito que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN) —um resquício da ditadura militar (1964-1985). A decisão do presidente inclui veto a cinco trechos. Ao menos dois deles, podem beneficiar parcela de apoiadores do presidente —comunicação enganosa em massa e o aumento de pena quando os crimes contra o Estado de Direito forem cometidos por militares ou outros agentes públicos. Os vetos ocorrem a menos de uma semana das manifestações de 7 de Setembro, marcadas em apoio ao presidente e que têm gerado apreensão em críticos por conta de motes golpistas que devem pautar o ato.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) condenou o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, a indenizar em R$ 50 mil o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão, proferida na terça-feira, ocorreu no mesmo dia em que Moraes manteve a prisão preventiva do ex-deputado, detido em 13 de agosto no âmbito do inquérito que apura a atuação de uma milícia digital contra a democracia. A 1ª Câmara de Direito Privado negou recurso interposto pela defesa de Jefferson e aumentou o valor fixado em R$ 10 mil na primeira instância por danos morais.
Para quem estranhou sua participação no rega-bofe oferecido por Alan Guedes a Reinaldo Azambuja, segunda-feira, numa das mais tradicionais churrascarias de Dourados, a vereadora Lia Nogueira informa que foi um lamentável descuido de sua parte. “Fui convidada por gente da cúpula do governo interessada em “dobrar” comigo em 2022, mas confesso que tive náuseas quando lá cheguei e percebi que a festa era patrocinada pela prefeitura”, dizendo que só não deu meia-volta por educação.
O presidente Jair Bolsonaro está espalhando por WhatsApp um manifesto da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) que endossa o discurso bolsonarista sobre supostos ataques à liberdade de expressão e faz críticas ao Supremo Tribunal Federal. Nele, a entidade diz esperar que a 'exacerbação'do STF 'seja revisada'.
Em meio a um cenário de recrudescimento da crise institucional entre os Poderes e da escalada de discursos de cunho autoritário, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a população brasileira nunca teve uma oportunidade como a que terá com os atos do próximo dia 7 de Setembro. O presidente, porém, não deu detalhes sobre qual seria essa oportunidade e para fazer o que exatamente no feriado.
31/08/2021 - 10h33O presidente do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul (PT/MS) Vladimir Ferreira realizou, na última semana, uma série de reuniões...
O presidente Jair Bolsonaro tem sido aconselhado a deixar para o início do ano que vem a definição do partido pelo qual vai disputar a reeleição. O principal defensor do adiamento é o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que chegou ao cargo há um mês com as missões de melhorar a articulação política em meio à crise institucional e organizar as bases para o projeto de um novo mandato.