Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Por 40 votos a 33, os senadores aprovaram, ontem, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022, na segunda etapa da sessão do Congresso. Momentos antes, os deputados chancelaram a matéria por 278 votos a 145, com uma abstenção — como prevenção da covid-19, as votações ocorreram separadamente, no formato semipresencial. As discussões foram marcadas por fortes críticas de parlamentares de diferentes correntes ideológicas à parte do substitutivo do relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), que aumenta de R$ 1,8 bilhão para R$ 5,7 bilhões, em plena crise econômica e sanitária, as verbas destinadas ao Fundo Eleitoral em 2022. O projeto, agora, segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Com a aprovação da LDO, o Congresso fica liberado para o recesso parlamentar, previsto para o período de 18 a 31 de julho.
A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a Operação Lava Jato teve por trás o interesse do governo dos Estados Unidos de desestabilizar líderes latino-americanos de esquerda, afirmou nesta quarta o diretor de cinema americano Oliver Stone, de 74 anos. 'Pegaram o Lula com a Lava Jato, foi selvagem, uma história suja', afirmou Stone, que está em Cannes para a estreia de seu novo documentário 'JFK Revisited: Through the Looking Glass', sobre a morte do presidente americano John Kennedy.
Faltou ao site campo-grandense Midiamax, que tem a exclusividade da divulgação sobre o estado de saúde do vice-governador Murilo Zauith, informar o verdadeiro motivo da recidiva que provocou seu retorno hoje a São Paulo, depois de seis meses lá internado com Covid: estresse agudo, com quadro de baixa saturação, depois de tomar pé da real situação política do estado e, principalmente, do desastrado início da administração de seu novo pupilo, Alan Guedes, em Dourados.
O presidente Jair Bolsonaro passará por uma nova bateria de exames clínicos e laboratoriais nesta quinta-feira (14), segundo a assessoria de imprensa do Hospital Vila Nova Star, onde ele está internado desde a noite de quarta. Com quadro considerado 'estável' pelos médicos, Bolsonaro teve cirurgia descartada neste momento e deve prosseguir com tratamento clínico conservador, que envolve remédios e hidratação.
Faleceu na tarde desta quarta-feira (14) no Hospital do Coração de Dourados o professor universitário aposentado Wilson Valentim Biasotto, aos 73 anos. Ele estava internado havia alguns dias para tratar de problemas de saúde decorrentes de recidiva de câncer de pulmão com metátese em outros órgãos. O velório acontecerá nesta quinta-feira (15), das 08h às 10 horas, no Cemitério Pax Primavera, onde o corpo será sepultado.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acredita que, se o presidente Jair Bolsonaro conseguir se manter no cargo — mesmo diante de manifestações nas ruas contra ele e de mais de uma centena de pedidos de impeachment —, será derrotado nas urnas em outubro de 2022. 'Ele não será reeleito presidente do Brasil', enfatizou, em entrevista a Denise Rothenburg, no programa CB.Poder, parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília.
O presidente municipal do PSDB, o ex-deputado Valdenir Machado, não tem dúvidas de que a seriedade do governo do Estado no combate a covid-19 é a razão para que o Mato Grosso do Sul lidere a corrida para a imunização entre os estados brasileiros e se aproxime da imunidade coletiva. 'O governador Reinaldo Azambuja e o secretário de Saúde Geraldo Resende não perderam tempo em debates infrutíferos, ao contrário, foram atrás das vacinas e organizaram a logística de vacinação em todos os municípios', disse Valdenir, acrescentando que 'hoje colhemos o resultado, com a aplicação em torno de 2 milhões de doses das vacinas'.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o compartilhamento de provas dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos com as ações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem, no limite, levar à cassação de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Com isso, novos elementos entram na investigação sobre a participação do presidente em uma rede de disparo em massa de notícias fraudulentas na eleição de 2018, o que deve fortalecer os processos contra ele em curso na corte eleitoral.
O relator das ações no TSE é o corregedor-geral do tribunal, o ministro Luis Felipe Salomão. O esquema do último pleito teria sido financiado por empresários, via caixa dois, para disseminação de informações falsas em favor de Bolsonaro e contra seus adversários.
As decisões de Moraes ocorrem em um momento de aumento da tensão entre STF e Bolsonaro devido a ataques feitos pelo chefe do Executivo a integrantes da corte. Um pedido de compartilhamento de provas do inquérito de fake news estava havia mais de um ano pendente de análise.
Moraes não despachou no caso especificamente, mas autorizou o envio de provas das investigações mais sensíveis ao presidente.
Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão durante solenidade alusiva à sanção da privatização da Eletrobrás, no Palácio do Planalto
Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão durante solenidade alusiva à sanção da privatização da Eletrobrás, no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira-13.jul.2021/Folhapress
No TSE, a avaliação era de que o ministro não tinha pressa em dar uma resposta justamente para ter em mãos uma arma com potencial para conter uma eventual ofensiva de Bolsonaro contra as instituições.
Como mostrou o Painel no sábado (10), além de ter aberto novo inquérito sobre suposta organização criminosa que atua contra instituições, Moraes juntou a apuração dos atos antidemocráticos (já arquivada) com a das fake news.
Com isso, o ministro coloca a Polícia Federal no encalço da família de Bolsonaro e de seus apoiadores em duas frentes, que devem avançar em 2022, ano eleitoral.
Na prática, a união dos casos resulta em um superinquérito cujos alvos são todos próximos ao presidente.
Dessa forma, Bolsonaro fica rodeado por todos os lados em meio às suas falas golpistas.
Nos bastidores, os investigadores envolvidos no inquérito das fake news já haviam avisado que elementos coletados no caso poderiam reforçar a ação eleitoral contra Bolsonaro.
O presidente está com soluços. Em meio a investigações e atritos com outros Poderes, Jair Bolsonaro ganhou nos últimos dias um novo motivo de preocupação, causado por contrações involuntárias do diafragma que dificultam a fala. Bolsonaro tem se queixado há mais de uma semana da situação, que, segundo ele, pode ter sido causada por remédios que ele tomou.
No distante 2005, Luiz Inácio Lula da Silva foi questionado pelo jornal Folha de S. Paulo em Roma, onde o então presidente acompanhava o funeral do João Paulo 2º, se ele considerava que Cuba era uma democracia. Como ocorrera antes e muitas vezes depois, o petista tentou sair pela tangente, balbuciando algo sobre a necessidade de ajudar a ilha de Fidel Castro a construir sua democracia, só para engatar a crítica ao embargo americano.
O governador Reinaldo Azambuja anunciou em reunião realizada nesta segunda-feira (12), a nomeação do secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel, como presidente do Comitê Gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia). Com isso, Riedel volta a ocupar o cargo que define diretrizes e analisa indicadores da ferramenta de gestão do Governo do Estado. A reunião contou com a presença de membros do Comitê formado por secretários de governo e técnicos e o anúncio foi oficializado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (13).
Em meio à redução de sua base eleitoral mais fiel e sem segurança jurídica para se filiar ao Patriota, que vive disputas internas, o presidente Jair Bolsonaro busca uma alternativa em siglas que o apoiam no Congresso, como PP, PL e Republicanos, para disputar a reeleição. O plano original era se filiar ao pequeno partido para ter o controle dos diretórios estaduais e da maioria da executiva nacional. A legenda, por sua vez, buscaria com a filiação de Bolsonaro ampliar a bancada de deputados federais em 2022 e, assim, superar a cláusula de barreira e angariar maior fatia do fundo partidário.
Em meio à tensão entre os Poderes provocada por suas recentes declarações golpistas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira (12) que é alvo de boicote de gente importante. 'Os problemas fazem parte. Sabia que ia ser difícil, mas esperava contar com mais gente importante do meu lado. Lamentavelmente, muita gente importante aí boicota', disse Bolsonaro a apoiadores na porta do Palácio da Alvorada. A interação foi gravada e transmitida por um canal de internet simpático ao presidente
O assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, ocorreu em 'um contexto político marcado pela anarquia e por uma sociedade em caos', como define o analista político haitiano Joseph Harold Pierre. Um país onde os bandos criminosos têm mais poder que a polícia e onde o vácuo de poder, com a morte do presidente, termina de apropriar do pouco que restava do Estado mais antigo da América Latina.
11/07/2021 - 22h42Presidente da Câmara criou comissões para debater voto impresso e ações contraterroristas e quer votar outros temas ligados ao PlanaltoAlém de blindar...
Alçado à condição de celebridade política nacional pela performance como o primeiro Ministro da Saúde a enfrentar a pandemia da Covid, o ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) vai fazendo sua história, mesmo que com a lanterninha na mão, entre os pré-candidatos citados pelas pesquisas para suceder a seu algoz, o presidente Jair Bolsonaro. Lembrando que dois mato-grossenses (um do Sul) já foram eleitos presidente da República, Eurico Gaspar Dutra e Jânio da Silva Quadros.
10/07/2021 - 03h56Barroso falou em crime de responsabilidade; já Pacheco chamou de inimigo da nação aquele que busca o retrocesso democráticoOs presidentes do Senado,...
09/07/2021 - 14h40Em desvantagem em pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro voltou a colocar em dúvida a segurança das eleições nesta sexta-feira, novamente sem apresentar...
Como vale a pena ver de novo, sempre, a antológica novela 'Roque Santeiro' é o melhor parâmetro na tentativa de se vislumbrar as consequências do retorno (ufa!) do vice-governador Murilo Zauith a Dourados, depois de todos os perrengues decorrentes da Covid-19. Enquanto espero, no fim da fila, minha senha para visitar o velho amigo, arrisco alguns palpites, até pelo inevitável da comparação de alguns personagens que cercam Zauith com aqueles surgidos da mente brilhante e criativa do imortal Dias Gomes e seu parceiro Agnaldo Silva, agora revividos graças a este relançamento pelo sistema de streaming da 'Vênus Patinada'.