Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Os articuladores políticos do presidente Jair Bolsonaro trabalham com um mapa de quinhentos cargos federais a serem preenchidos em troca de votos para Arthur Lira, o candidato do governo à presidência da Câmara. O próprio Lira trabalha para dar forma a esse mapa. Sua eleição é a prioridade números um, dois e três do Palácio do Planalto. A informação é do jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo
Na tentativa de aglutinar apoio no Congresso e pavimentar o caminho para a reeleição, o presidente Jair Bolsonaro deverá mudar a cara da Esplanada. O presidente não conseguirá fugir de, ao menos, uma minireforma ministerial, já que é desejo do chefe do Executivo emplacar nomes no comando das duas Casas legislativas a partir de fevereiro de 2021, medida essencial para o governo levar à frente sua agenda nos últimos anos de mandato.
Passada a “quarentena” da Covid o prefeito eleito Alan Guedes está tendo uma semana, apenas, para dar conta da demanda represada desses dias em que ficou compulsoriamente afastado de suas atividades, aí incluindo análise do relatório da comissão de transição e dos nomes que irão integrar o futuro secretariado. E o que é mais importante, longe do assédio dos que almejam esses cargos, com tempo mais que suficiente para refletir, sozinho, a respeito de tão espinhosa tarefa.
25/12/2020 - 18h53Especialistas alertam que mudança pode minar a percepção sobre o combate à corrupçãoEnquanto não há um parecer definitivo pelo plenário do Supremo...
24/12/2020 - 11h20Em mensagem de fim de ano para os sul-mato-grossenses, o governador Reinaldo Azambuja fala em desafios e as conquistas no ano mais...
A revogação da prisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), tornou-se uma novela no Poder Judiciário. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, substituiu a prisão preventiva por regime domiciliar. No entanto, a decisão não foi acatada de imediato pelo plantonista do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto. Ele afirmou que a expedição do alvará de soltura deveria ser realizada pela relatora do caso, Rosa Helena Macedo. A magistrada, no entanto, determinou busca e apreensão na casa do político antes de autorizar a ida dele para o domicílio, um condomínio na Barra da Tijuca.
23/12/2020 - 19h49A declaração foi em conversa com apoiadores transmitida ao vivo nas redes sociaisO presidente Jair Bolsonaro voltou a diminuir nesta quarta-feira, 23,...
Foi a última e desesperada tentativa dos gênios do marketing da prefeita Délia Razuk, mandar erguer uns murunduns em vários pontos da cidade, com o surrado coraçãozinho novaiorquino, na vã ilusão de deixar a marca de sua desastrada administração. Ainda bem que Délia Razuk confessa, assim, seu amor por Dourados. Já imaginaram se fosse ao contrário? Foram traídos pelo subconsciente, já que quem ama quer f... Só colocar o verbo aí no passado. Realmente será uma triste lembrança.
Vigésimo quarto a assumir a chefia do executivo douradense, Alan Guedes será o terceiro nascido na terra de seu Marcelino, o que aumenta sua responsabilidade. Antes dele, o primeiro nessa condição foi Horácio de Almeida (1943- 1945). O outro, que se consolidou como maior liderança regional, foi Totó Câmara (1967-1971/1973-1977). O termo minhoca foi cunhado pelo então deputado Paulo Estevão de Souza, também douradense, que defendia a importância de se eleger gente da terra.
As notícias sobre a morte do populismo se mostraram exageradas. Muitos estudiosos previam que o apoio a líderes populistas desabaria após o desempenho pífio de muitos desses governantes durante a pandemia de Covid-19. Mas o populismo se provou resiliente, e a onda que tomou conta do planeta nos anos 2010 está longe de refluir.
A três dias do Natal e a nove do fim de seu mandato, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Bezerra Crivella (Republicanos), foi preso na manhã desta terça-feira. Ele era investigado em um inquérito que ficou conhecido como o QG da Propina — um esquema de corrupção que acontecia dentro da prefeitura. O presidente da Câmara, Jorge Felippe, assume prefeitura do Rio interinamente. Além de Crivella foram presos Rafael Alves, homem de confiança do prefeito e apontado como operador do esquema, o delegado aposentado Fernando Moraes; o ex-tesoureiro Mauro Macedo; e os empresários Cristiano Stokler e Adenor Gonçalves. A decisão é da desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.
De retorno à Câmara Municipal, o empresário da gastronomia Laudir Munareto (MDB), está com a mão na taça, com apoio declarado de 15 colegas, para substituir Alan Guedes na presidente do Legislativo. Consta que a estratégia faz parte do projeto de André Puccinelli para o retorno ao governo em 2022. Detalhe: um dos poucos que não apoiam Munareto é Maurício Lemes, filho do ex-presidente Archimedes Ferrinho, com um histórico de grandes viradas nessas eleições, na reta de chegada.
O ano de 2021 nem começou, mas a equipe econômica já está preocupada com a possibilidade de avanço no Congresso Nacional de propostas que aumentam os gastos públicos. O governo federal estima que pode perder até R$ 589 bilhões em dez anos caso a Câmara e o Senado aprovem um conjunto de projetos que beneficiam estados e municípios. A conta faz parte de um relatório do Tesouro Nacional sobre os riscos fiscais que rondam o Orçamento da União e inclui três propostas.
Além de entrar de cabeça nas negociações para eleger o deputado Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara, o governo de Jair Bolsonaro deve reformular toda sua articulação política com o Congresso Nacional no próximo ano. O objetivo do Executivo é ampliar sua governabilidade junto ao Legislativo para tentar avançar com suas pautas prioritárias. Nessa seara de negociações, o cargo do chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, entrou no balcão de negócios e deverá ser entregue para algum nome do Centrão. O posto, que tem status de ministro, é responsável pela interlocução do Planalto com a Câmara e o Senado.
A Comissão Oficial de Transição de Governo encerrou os trabalhos de elaboração do relatório sobre a situação da Prefeitura de Dourados a ser entregue ao prefeito eleito Alan Guedes (PP). De acordo com o calendário previsto pela Comissão, a divulgação do levantamento estava marcado para este domingo, dia 20 de dezembro, data do aniversário de Dourados. Mas, diante da quarentena que está sendo cumprida pelo prefeito eleito, que testou positivo para Covid-19, a divulgação acontecerá quando Alan receber alta médica.
Exímio apagador de incêndios, o presidente da Sanesul, Waltinho Carneiro, poderá se ver numa saia justa daquelas, por conta do quiproquó envolvendo Murilo Zauith, de quem é tido como afilhado político, e Reinaldo Azambuja. É que Waltinho seria uma das apostas do esquema político do atual governador como futuro deputado – estadual ou federal –, quem sabe, até, para uma vaga no tão cobiçado Tribunal de Contas. Detalhe: ele está na Sanesul na cota de Azambuja e não de Zauith.
Não será desta vez, ainda, que dois dos melhores prefeitos da história de Dourados poderão gozar suas merecidas aposentadorias: Braz Melo, mesmo perdendo a eleição com Barbosinha, vai continuar dando seus pitacos junto a Murilo Zauith, seja qual for o destino do ainda secretário de infraestrutura do estado, mas vice-governador. O hors concours Zé Elias, com o sobrinho Guto Moreira vice-prefeito, deve estender as consultorias que fazia a Délia Razuk para Alan Guedes.
Jair Bolsonaro deixou claro na segunda-feira que dificilmente o Aliança pelo Brasil será formado até março e lembrou ter recebido convites para ingressar em PP, PTB ou 'outros partidos pequenos'. Embora cite opções de siglas no plural, o partido menor que realmente o presidente estuda entrar é o Patriota — sigla de apenas seis deputados federais, mas que cresceu de 13 para 49 prefeituras nas eleições de novembro.
Para barrar o flerte entre o deputado Arthur Lira (PP-AL) e a oposição, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu os partidos de esquerda nesta terça-feira (15) com o objetivo de evitar dissidências que possam fortalecer a candidatura do nome apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Maia convidou para uma conversa na residência oficial da Câmara líderes e dirigentes de PT, PSB, PDT e PC do B. Também estiveram presentes os dois nomes apoiados por Maia: o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder da Maioria, e Baleia Rossi (SP), presidente do MDB.