Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
10/09/2020 - 14h44Decisão foi tomada pelo ministro Ricardo Lewandowski e se refere a candidatos em 2020Partidos políticos terão que repartir recursos de seu fundo...
Nunca antes na história da política douradense alguém havia se preparado tanto para ser prefeito como o deputado Valdenir Machado, em 1992, quando cumpria, já, seu segundo mandato na Assembleia Legislativa, depois de duas vezes vereador representante do distrito do Panambi. A disputa era pela cadeira de seu amigo e correligionário Braz Melo, cuja administração, de tão bem avaliada, credenciava o prefeito a disputar dali a dois anos a sucessão do governador Pedro Pedrossian. Mas, Braz contrariou a lógica, resolvendo testar seu prestígio com um candidato sem votos.
09/09/2020 - 09h17Decisões judiciais contrariam os princípios que garantem o papel do jornalismoSubvertendo direitos e princípios pelos quais deveria sempre zelar, o Judiciário brasileiro...
Mandante também da política local no auge do partido no âmbito do estado e do país (era Zeca-Lula) com o professor Tetila prefeito por oito anos seguidos e João Grandão deputado federal, o PT vai precisar suar a camisa para manter sua representatividade no Palácio Jaguaribe. Além do histórico Elias Ishi, os petistas apostam na professora Gleice Jane. Isto, depois que dois puxadores de votos remanescentes daquela época, Dirceu Longhi e o próprio João Grandão caíram em desgraça.
Defensor da hidroxicloroquina no combate ao coronavírus, o presidente Bolsonaro parece acreditar curar os viciados em droga por meio da abstinência. Pelo menos foi o que deu a entender ao elogiar o trabalho do DOF (Departamento de Operações de Fronteiras), sediado em Dourados, pela maior apreensão de drogas do Brasil na semana passada. Recordou sua visita a Dourados em sua campanha eleitoral, mas não falou se volta agora para alavancar a campanha de correligionários ou aliados.
O presidente da Câmara de Vereadores Alan Guedes, do PP, é o primeiro candidato oficializado a prefeito de Dourados nas eleições de 15 de novembro. O nome dele foi sacramentado em convenção realizada na manhã desta segunda-feira (07) no auditório da Escola Estadual Presidente Vargas, no centro da cidade. O PP agora aguarda o desenrolar das convenções das outras legendas [até o próximo dia 16] para definir quem será o candidato ou a candidata a vice na chapa. O prazo final para registro de candidatos vai até 26 de setembro.
Em convenção do MDB neste domingo (6) para oficializar a candidatura do médico Cristiano Brito para a Prefeitura de Cocal, no Piauí, o ex-prefeito da cidade, José Maria Monção, comparou-se ao atual detentor do cargo, Rubens Vieira (PSDB), e disse ter roubado menos que ele. 'Temos que mudar o Cocal. Não é que o Cocal seja o fim do mundo, mas com essa administração todos padecem. Fui prefeito três vezes, sei do sofrimento, mas também não roubei o tanto que esse aí roubou, não. Esse é descarado, tá afundando o Cocal', disse Monção.
Até agora, falando em obediência aos protocolos da pandemia, o novo normal na corrida sucessória douradense vinha sendo a expectativa de uma chapa Alan Guedes/Davi Infante (ou vice-versa), articulação do presidente da Cassems, Ricardo Ayache, de olho no governo do estado em 2022. Agora, ressurge o nome do vice-prefeito Marisvaldo Zeuli. Pensa na confusão na pequena área! Alguém teria melhor discurso, levando-se em consideração a coerência da coisa e o contexto político local?
A autorização para delatados questionarem colaborações premiadas e uma possível mudança na composição da segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) podem levar a Lava Jato a sofrer derrotas em série no Supremo. A avaliação no tribunal e no Ministério Público Federal é que a troca de comando na corte, apesar de o ministro Luiz Fux ser um defensor do trabalho dos investigadores, deve trazer danos a julgamentos relativos à operação.
Sergio Moro não se surpreende com os ataques à Lava-Jato. Considera uma reação esperada o sistema político se voltar contra operações de enfrentamento à corrupção, a fim de restabelecer a lei da impunidade. Ele cita como exemplo a Operação Mãos Limpas, na Itália, defendida e depois golpeada pelo governo de Silvio Berlusconi, político populista que caiu em descrédito após ser associado a ilícitos. Moro considera Lava-Jato a maior operação anticorrupção efetuada no país, e por essa única razão, deveria ser mantida. Representa um marco no Brasil porque mostrou que é possível modificar a realidade política nacional.
Não será novidade se o famoso cavalo paraguaio (aquele que é bom só de largada) passar por Dourados este ano, fazendo, mais uma vez, um estrago medonho. Já montaram, e caíram, feio!, José Elias Moreira, Antônio Nogueira e Murilo Zauith. Os azarões, respectivamente, Antônio Braz Melo, Humberto Teixeira e Tetila/Artuzi. Até João Totó Câmara, ginete dos mais experientes, levou um tombo danado quando resolveu montar um desses potros, contra Luiz Antônio e Cia., em 1982.
A juíza Cristina Serra Feijó, da 33ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, decidiu nesta sexta-feira proibir a TV Globo de exibir qualquer documento ou peça das investigações sobre o esquema de rachadinha no gabinete do senador Flavio Bolsonaro, quando exercia o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A magistrada atendeu a um pedido de liminar dos advogados Rodrigo Roca e Luciana Pires, que defendem o senador.
Daqui para o final do período das convenções vai ser uma enxurrada de pesquisas, mais na tentativa de convencer aos partidos indecisos do que aos eleitores. São aquelas mais “baratinhas” contratadas pelos comitês de campanhas e divulgadas apenas pelos veículos de “companheiros”, normalmente de algum assessor ou simpatizante da causa. Só na reta de chegada é que os bambambãs do negócio, como Lauredi Sandim e Paulo Catanante, entram em campo. Aí, só pra quem tem café no bule.
Em live na noite desta quinta-feira (3/9) transmitida de Eldorado, interior paulista, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta incentivou a compra de respiradores superfaturados. A declaração ocorreu após o presidente voltar a defender a hidroxicloroquina como tratamento contra o novo coronavírus. Ele segurava uma caixa do remédio quando iniciou as críticas, chamando Mandetta de 'marqueteiro da Globo'.
Após a saída do procurador Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava-Jato no Paraná, outros integrantes começam a se afastar da condução das diligências. Na noite desta quarta-feira (02), sete procuradores da operação entregaram os cargos, em São Paulo. Entre os integrantes que pediram demissão, está a coordenadora da força-tarefa no estado, Janice Ascari. O desligamento ocorre de forma escalonada e foi oficializado em ofício enviado ao procurador-geral da República, Augusto Aras.
Por 14 votos a um, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve nesta quarta-feira o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afastado do cargo. Na última sexta-feira, o relator do processo, ministro Benedito Gonçalves, deu liminar para afastar Witzel do cargo. Na sessão de hoje, ele levou o caso à análise do colegiado e obteve o apoio da maioria. O prazo de 180 dias do afastamento está em discussão agora.
02/09/2020 - 17h37Projeto da deputada Rose Modesto que endurece pena para o crime de corrupção durante a pandemia foi aprovado ontem na CâmaraDos oito...
Só vai diminuir a famosa “pacoteira” porque no mesmo dia em que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estipula o valor máximo a ser gasto por cada candidato a prefeito – no caso de Dourados, R$ 1,4 milhão, o BC (Banco Central do Brasil) lança as novas notas de R$ 200,00, estampada com o lobo guará. Pelo nível de alguns profissionais de comunicação que já circulam pelo comitê de campanha de Barbosinha, por exemplo, 1/3 disso aí já deve ter ido só na primeira parcela da fatura.
O STF (Supremo Tribunal Federal) finalizou a tramitação da ação em que a princesa Isabel de Orleans e Bragança cobrava da União a posse do Palácio da Guanabara. Ela morreu em 1921, mas sua família ainda busca o direito ao imóvel na Justiça. O processo foi apresentado em 1895 e era um dos mais antigos em curso no país. Os ministros do Supremo decidiram manter o entendimento do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de rejeitar a concessão de posse do palácio à família real.