Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Na cidade administrada pelo caçula do clã dos Trad, onde o irmão mais velho, hoje senador, já foi prefeito duas vezes e o irmão do meio, na trilha do pai, é deputado federal, mais um herdeiro político vai tentar a prefeitura: o deputado estadual João Henrique (PL). O parlamentar de primeiro mandato é neto do ex-governador Marcelo Miranda, que, à época ungido por Pedro Pedrossian, começou a carreira, também, como prefeito de Campo Grande.
O governo decidiu retroceder da tentativa de adiar e modificar o texto da proposta de emenda à Constituição (PEC) 05/2015, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). No fim da manhã de ontem, houve uma movimentação do Executivo para destinar parte das verbas do fundo ao Renda Brasil, que substituirá o Bolsa Família. O Planalto também queria adiar a votação da matéria, sob a alegação de permitir a participação do novo ministro da Educação, Milton Ribeiro — ele anunciou ter testado positivo para covid-19. Diante das repercussões negativas, da parte de parlamentares e de entidades do setor, chegou-se a um consenso de que o texto vai à votação hoje.
Quando teve problemas no coração (em 2005, passou um mês em coma por conta de um cateterismo malsucedido), Reginaldo Faria desejava que o tempo passasse devagar para usufruir de cada instante da vida. Agora, com a pandemia, quer que ele voe 'para sair dessa agonia'. Aos 83 anos e isolado em casa com a mulher, Vania, sente falta da família.
Para quem acha que tucano Valdenir Machado está blefando em relação à candidatura a prefeito, bom relembrar 1992, quando foi preterido pelo então prefeito Braz Melo, a quem apoiara com o compromisso de ser o sucessor. Braz estava com a mão na taça para ser governador, mas, se achando, inventou Antônio Nogueira. Valdenir virou a mesa, fez o colega deputado Humberto Teixeira prefeito e mudou a história política da terra de seu Marcelino.
Uma série de conversas envolvendo líderes da esquerda brasileira está em curso, com o objetivo de colocar de pé um novo partido depois das eleições municipais de novembro. O primeiro sinal que revela as articulações é o namoro entre o PSB e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), revelado pelo jornal O Globo na semana passada.
19/07/2020 - 06h02As derrotas impostas a Bolsonaro acenderam o sinal amarelo no PlanaltoA articulação política do governo de Jair Bolsonaro no Congresso vai enfrentar...
Lançado esta semana pelo comando estadual do PP como pré-candidato a prefeito de Dourados, o presidente da Câmara, Alan Guedes, já fala, mesmo que com cautela, na possibilidade de impeachment de Délia Razuk. Segundo o Correio do Estado deste sábado o vereador está em contato com o Ministério Público para saber tim- tim por tim-tim os detalhes da Operação Contágio, que apura se houve desvio de recursos da Saúde (covid-19) por assessores da mais alta confiança da prefeita.
O governo começa a afinar o discurso em defesa de um novo imposto sobre transações financeiras digitais, nos moldes da antiga Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). O apoio à medida cresce aos poucos no Planalto, com a insistência do ministro da Economia, Paulo Guedes, que não pretende abrir mão do projeto. Idealizador da proposta, ele acredita que conseguirá convencer o presidente Jair Bolsonaro com o argumento de que a arrecadação extra pode ser usada para criar ou ampliar benefícios sociais.
O jornalista José Paulo de Andrade morreu na madrugada desta sexta-feira (17) aos 78 anos, informou a Rádio Bandeirantes. Ele estava internado no Albert Einstein desde o dia 7 de julho e tinha recebido o diagnóstico de Covid-19. Há pelo menos dois anos o radialista recebera o diagnóstico de enfisema pulmonar.
17/07/2020 - 09h07Pastor prestiberiano assume exaltando acadêmicos e educadores, laicidade do ensino e resgate do respeito ao professorAo tomar posse, ontem, como ministro da...
Ao informar, durante uma vídeo-chamada com um guri, seu fã, de Aral Moreira, que está com vontade de dar uma passada em Dourados ainda este ano, o presidente Bolsonaro pode estar mexendo uma peça decisiva no tabuleiro da sucessão municipal. Isto, se vier, mesmo para apoiar seu pupilo Rodolfo Nogueira à sucessão de Délia Razuk. Mais, será a oportunidade que ele terá para mostrar que é tão bom ou, no caso, até melhor que Lula nessa especialidade de fincar postes na política.
16/07/2020 - 19h03As investigações foram conduzidas pela Lava-Jato e apontam indícios de prática de cartel no Metrô de São Paulo e no RodoanelA Polícia...
Pode parecer estranho, pra quem tem um juiz e um promotor (aposentados) no primeiro escalão recorrer a um advogado ainda em início de carreira para segurar a peteca, ainda mais na secretaria de Fazenda, nessas horas difíceis. É que Carlos Augusto Pimentel é, como se diz, da cozinha da prefeita Délia Razuk, que deve estar se sentindo meio órfã com o chega pra lá dado pelo Gaeco em seu guru Sérgio Henrique Araújo. É a segunda vez que Pimentel assume a Fazenda interinamente.
O Brasil está há dois meses sem ministro da Saúde, enquanto os casos de morte e infecção por covid-19 só aumentam. A situação da pandemia no país tem provocado uma enxurrada de críticas ao governo por manter no comando interino da pasta um militar, o general Eduardo Pazuello, que não é especialista em saúde pública. A pressão pela saída dele tem causado animosidade entre os poderes, e até a ala militar do Executivo quer a exoneração, por temer impactos à imagem das Forças Armadas.
Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (15/7) no canal de Youtube oficial do jornal estadunidense The New York Times, um dos principais do mundo, o youtuber Felipe Neto faz duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia da covid-19 e pede para que os norte-americanos não reelejam Donald Trump: 'Nesse momento, vocês estão nos liderando para o abismo', afirma. O assunto se tornou um dos mais comentados nas redes sociais.Continua depois da publicidade
15/07/2020 - 16h05Sérgio Henrique, Carlos Dobes, Berenice e mais 3 servidores são afastados por suspeita de fraudeDois assessores diretos da prefeita Délia Razuk (PTB)...
Desgraça pouca é bobagem. No dia em que mais um tsunami atingiu sua administração, com o Gaeco batendo à porta do que restou de seus mais íntimos e fortes colaboradores, como o procurador-geral Sérgio Henrique Araújo, a prefeita Délia Razuk teve a notícia que mais temia nesses dias de pandemia: também ela testou positivo para o coronavírus e precisa sair de cena por uns dias, até que tudo passe. Como diz o velho e sábio dito popular: Deus sabe o que faz.
Representantes de movimentos estudantis, indígenas, LGBTQI+ se reuniram, na manhã desta terça-feira (14/7), em frente ao Congresso, para marcar a entrega de mais um pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. Eles colocaram cruzes e estenderam faixas com dizeres como “todos pela democracia” e “70 mil mortos, Bolsonaro, pare de negar”. Os grupos usavam máscaras, levavam uma bandeira do Brasil, bonecos e, ao microfone, líderes pediam para os presentes ficarem distantes uns dos outros, o que nem sempre ocorria.
As declarações do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação à presença de militares no Ministério da Saúde provocaram uma crise que fica maior a cada dia. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, os comandantes das Forças Armadas, e o vice-presidente Hamilton Mourão criticaram o magistrado. Durante uma transmissão on-line, o integrante da mais alta Corte do país afirmou que 'o Exército se associa a um genocídio'. Ele se referiu ao fato de militares participarem da gestão e da formulação de políticas públicas voltadas ao combate à covid-19 no governo federal.
A reiteração, pelo deputado Neno Razuk, de que mamãe Délia não vai disputar a reeleição e, mais, de que a poderosa família deve apoiar Barbosinha, dá a dimensão do tamanho do leque de alianças do deputado governista. Barbosinha, cujo patrono de campanha é o deputado Zé Teixeira e com apoios dos mais relevantes como o da ministra Teresa Cristina e do agora desafeto presidencial Henrique Mandetta, além de Azambuja & Cia. A questão é: será que cabe todo mundo nesse palanque?