Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Da mesma forma que o coronavírus, que provocou o adiamento das eleições municipais, não escolhe suas vítimas, os quarenta dias a mais de campanha causarão estragos incalculáveis – de mando a caducando – nos cofres dos candidatos. Principalmente dos majoritários, que têm que bancar uma enormidade cabos eleitorais – além dos seus os dos candidatos a vereador. Some-se a isso custos com combustíveis, alimentação, propaganda e etc. Enfim, um saco sem fundo.
O novo ministro da Educação, Renato Feder, já defendeu a extinção do ministério e a privatização de todo o ensino público, começando pelas universidades. Essa, entre outras propostas, estão no livro ‘Carregando o Elefante – como transformar o Brasil no país mais rico do mundo’, de 2007, escrito por ele e Alexandre Ostrowiecki. Feder era um dos candidatos cotados para a vaga de ministro da educação quando o ex-ministro Abraham Weintraub deixou o governo, no fim de junho.
A força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo acusou formalmente nesta sexta-feira o senador José Serra (PSDB-SP) e a sua filha, Verônica, de lavagem de dinheiro e apresentou denúncia à Justiça contra eles. Paralelamente, a Polícia Federal deflagrou operações de busca e apreensão em endereços relacionados ao ex-governador de São Paulo. A casa do tucano foi um dos alvos.
Do grupo de risco (sessentona), o marido com seriíssimos os problemas respiratórios desde antes da pandemia da Covid, a prefeita Délia Razuk, a exemplo do presidente Bolsonaro, vem descumprindo os protocolos de segurança e mandando ver no trabalho. Trabalho externo, inclusive, que não exige sua presença, como visitas a obras de reforma de ginásios esportivos. Além, claro, das indefectíveis lives. Justificativa pra tanto risco? Só mesmo a tão negada recandidatura!
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, disse na noite desta quarta-feira (1) que o adiamento das eleições demonstra a capacidade de 'diálogo institucional' entre a Justiça Eleitoral e o Congresso. 'Eles (os presidentes da Câmara e do Senado) entenderam prontamente e conseguiram em tempo recorde aprovar uma emenda constitucional, que era indispensável para esse adiamento. Um pouco a prova de que, com o interesse público e bons argumentos, quase tudo é possível. Acho que nós estamos fazendo a conciliação possível e necessária entre a proteção da saúde da população e a realização desse rito democrático imprescindível que é a concretização das eleições', disse Barroso, em vídeo divulgado pela assessoria do TSE.
“Nós queremos gente que construa o partido; que fique no partido; que tenha amor à legenda e faça o PTB do MS de novo um grande partido como foi no passado.” Roberto Jefferson, presidente petebista nacional, ao aconselhar Delcídio do Amaral a não apoiar a família Trad na eleição deste ano em Campo Grande. Sim, ao mesmo Delcídio que começou no PSDB, com FHC no governo; que foi para o PT com Lula presidente e que depois da cadeia se refugiou no partido do finado Getúlio.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, fez um discurso em defesa do STF (Supremo Tribunal Federal) no encerramento do semestre da corte, nesta quarta-feira (1). O recesso do tribunal começa na quinta-feira (2) e vai até o fim deste mês. No período, os prazos processuais ficam suspensos e o presidente, ministro Dias Toffoli, responderá pela corte.
O professor Carlos Alberto Decotelli não é mais ministro da Educação. Ele encontrou o presidente Jair Bolsonaro na tarde desta terça-feira e pediu demissão. O ex-ministro conversou com Bolsonaro, que aceitou o pedido. Decotelli teve uma passagem relâmpago pelo MEC, ficando no cargo menos de uma semana. A repercussão de informações falsas incluídas em seu currículo e a acusação de plágio em sua dissertação de mestrado tornaram sua permanência no cargo insustentável.
Como esperado, o deputado tucano Marçal Filho, em que pese sua condição de líder das pesquisas eleitorais, anunciou, nesta manhã, pelas ondas de sua FM-94, que não disputará a sucessão da prefeita Délia Razuk. Assim, o caminho fica aberto para o colega emedebista Renato Câmara que, dentro do esquema do governador Reinaldo Azambuja, vai para a disputa com o também deputado, o demo Barbosinha. É a certeza de uma eleição mais equilibrada, com muitas fortes emoções.
Consenso entre especialistas em saúde pública ouvidos pelo Congresso e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o adiamento das eleições municipais, previstas inicialmente para 4 e 25 de outubro, enfrenta um obstáculo político. Deputados estudam condicionar a aprovação do texto ao avanço de outros projetos e à liberação de recursos públicos da União. As negociações envolvem aumento do prazo de auxílio a municípios e retomada da propaganda partidária.
Luiz Henrique Mandetta ou Tereza Cristina? Discursos pró ou contra o governo Bolsonaro? Eis o abacaxi que terá que descascar durante a campanha eleitoral o deputado Barbosinha, candidato dos demos à prefeitura de Dourados. Para Mandetta, basta manter a coerência do discurso sobre a gravidade do coronavírus, o que não condiz com o discurso presidencial. A ministra da Agricultura é uma das mais chegadas de Bolsonaro. Para Barbosinha é pegar o largar, mas, um dos dois.
Ao contrário do discurso de seus antecessores, o procurador-geral da República, Augusto Aras, subiu o tom contra as equipes que integram a operação Lava-Jato, a menina dos olhos do Ministério Público Federal (MPF). Após a Procuradoria Geral da República (PGR) ser alvo de uma reclamação na corregedoria do órgão, Aras afirmou, por meio de nota divulgada pela PGR, que a 'Lava-Jato não é órgão autônomo' do MPF, e não pode ser alvo de 'aparelhamento'.
Após acumular diversos atritos ao longo dos últimos meses com representantes do Judiciário e do Congresso, o presidente Jair Bolsonaro deu início a uma trégua com os Poderes, à medida em que tenta se distanciar do desgaste da prisão do seu amigo de longa data, Fabrício Queiroz. A pelo menos dois interlocutores, Bolsonaro se queixou recentemente que está cansado dos confrontos. E afirmou que quer paz e evitar outras brigas. A mudança na conduta pôde ser percebida na última semana, quando a temperatura no Planalto caiu consideravelmente em relação às anteriores.
Enquanto vê a sua aceitação crescer entre a parcela menos favorecida da população, sobretudo pelo auxílio emergencial de R$ 600, o presidente Jair Bolsonaro vai apostar na agenda social para tentar atravessar o período mais difícil da pandemia do novo coronavírus e do desemprego no Brasil sem que a sua popularidade desabe mais.
A defesa do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) na época em que ele era deputados estadual no Rio de Janeiro, está negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). As informações são da CNN Brasil. Fabrício está preso desde a quinta-feira da semana passada (18/6), quando foi pego pelo MP de São Paulo e a Polícia Civil daquele estado em uma casa de Frederick Wassef, que até então era advogado do senador e do presidente Jair Bolsonaro.
O deputado Renato Câmara e o presidente da Câmara, Alan Guedes, foram recebidos para um cafezinho esta semana pela vereadora Daniela Hall. A assessoria do deputado garante que o assunto do encontro entre as três lideranças foi uma tentativa de encontrar soluções para o avanço da Covid-19 em Dourados. Jura? Os três estão colocados como pré-candidatos a prefeito. A questão, sem dúvida, é saber quem topa ser vice-prefeito e quem sobrar tendo a garantia de apoio à reeleição.
O ex-advogado do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) Frederick Wassef afirmou que abriu as portas de sua residência em Atibaia, no interior de São Paulo, a Fabrício Queiroz, após receber informações de que o ex-assessor seria assassinado. Em entrevista à revista Veja, publicada em sua versão online nesta sexta-feira, 26, Wassef disse que tinha informações sobre um possível atentado contra Queiroz - e que a família Bolsonaro seria responsabilizada pelo crime. O advogado disse ainda que considera que salvou a vida do ex-assessor.
25/06/2020 - 15h48Em discurso, o ministro disse que lutará incansavelmente na defesa do STF e da democraciaO ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal...
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou o ex-presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) Carlos Decotelli, 67, para ser ministro da Educação. 'Informo a nomeação do Professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de Ministro da Educação. - Decotelli é bacaharel em Ciências Econômicas pela UERJ, Mestre pela FGV, Doutor pela Universidade de Rosário, Argentina e Pós-Doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha', disse o presidente.
Depois da tramitação acelerada no Senado, a PEC (proposta de emenda à Constituição) do adiamento das eleições municipais entrou em marcha lenta na Câmara, enquanto o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tenta reunir o apoio de partidos de centro ao texto. Pautada na quinta-feira passada (18) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a PEC foi aprovada na terça-feira (23) pelos senadores em dois turnos de votação.