Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Os advogados José Rossini Campos do Couto Corrêa e Thiago Santos Aguiar de Pádua apresentaram ao Supremo Tribunal Federal um 'reforço' para a ação que visa obrigar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a analisar pedido de impeachment movido contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No documento, os advogados alegam que 'sem nenhum tipo de escrúpulo ou controle' Bolsonaro vem reincidindo em crimes de responsabilidade, citando ainda três 'fatos novos': 'a ordem de invasão de hospitais', a 'fuga' do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para os Estados Unidos e a prisão do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, em imóvel de propriedade de advogado de Bolsonaro.
O governo federal suspendeu em 15 de março do ano passado uma multa de R$ 27 milhões aplicada a um consórcio de empresas contratado em 2014, mas que não entregou os serviços previstos pela Dataprev, a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência, vinculada ao Ministério da Economia. Entre os membros do consórcio multado está a Globalweb Outsourcing, que possui como fundadora e presidente do conselho de administração a empresária Cristina Boner Leo, ex-mulher de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. A Dataprev diz que o caso ainda está em análise e nega interferência política na decisão.
Nas aparições quase que diárias no MS-2 da TV Morena para falar do coronavírus o secretário estadual de saúde Geraldo Resende não perde a oportunidade para jogar charadas à arquirrival Délia Razuk, como que querendo jogar nas costas da prefeita toda a culpa pela desgraceira causada pela pandemia. E cita sempre o exemplo de Guia Lopes da Laguna, onde o mau maior foi evitado porque a prefeitura foi parceira do governo adotando medidas rígidas no controle ao isolamento social.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o Brasil poderia intensificar a produção de comida para atender mercados internacionais 'sem derrubar uma árvore sequer'. Segundo ela, seria uma forma de otimizar o uso global de recursos naturais. A ministra alegou que apenas 8% do território brasileiro é ocupado por lavouras e 'ainda não atingiram a plenitude de sua produtividade'.
A Justiça Federal determinou, nesta terça-feira (23/6), que o presidente Jair Bolsonaro use máscara de proteção em espaços públicos no Distrito Federal. Caso descumpra, o chefe do Executivo poderá pagar multa diária de R$ 2 mil, conforme decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O pedido foi feito por um advogado, em uma ação civil pública. A decisão obriga ainda a União a exigir de seus servidores e colaboradores o uso de máscara enquanto estiverem prestando serviços, sob pena de multa diária de R$ 20 mil. Além disso, o GDF deverá fiscalizar o uso efetivo do equipamento em toda a população, também sob pena de multa a ser fixada.
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) decidiu acelerar os trâmites para a elaboração de um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. A entidade já tinha aberto um procedimento na comissão de estudos constitucionais, integrada por juristas como Sepúveda Pertence, para estudar o assunto. O tema estava sendo tratado com cautela. A prisão do ex-assessor Fabrício Queiroz na casa do advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, no entanto, fez com que ele subisse um degrau nas prioridades da entidade.
“Nestes dias de pandemia andei revendo as ações em prol do estado de Mato Grosso do Sul. E que orgulho de ser sul-matogrossense. Fico imaginando o quanto ainda pode se desenvolver. Grande abraço a todos”. Do sempre inquieto ex-governador André Puccinelli, num grupo de amigos do WhatsApp, nesta segunda-feira. Cabo eleitoral da maior grandeza nas eleições deste ano, o emedebista se prepara para voltar ao governo em 2022.
A carteirada do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para entrar nos Estados Unidos e a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-SP), prometem esquentar a temperatura política em Brasília na semana que se inicia. A ideia do Palácio do Planalto é tentar manter uma agenda positiva, mas parlamentares admitem, em conversas reservadas, que legendas do Centrão devem aproveitar para cobrar uma presença maior em cargos na Esplanada, em troca de uma blindagem no Congresso para apagar qualquer incêndio que possa surgir contra o governo.
A pandemia de covid-19 fez com que as votações no Senado Federal passassem a ser feitas virtualmente. Isso e a suspensão das atividades das comissões da Casa fizeram com que indicações para autoridades ficassem paradas. São 14 ao todo. Dessas, a maior parte (8) é de possíveis embaixadores em outros países. Entre elas está a de Nestor Forster para o cargo em Washington.
Antigo aliado do presidente Jair Bolsonaro, o senador Major Olímpio (PSL-SP) postou neste sábado (20/6) uma mensagem insinuando o fim do governo Jair Bolsonaro. 'Que a vaca já foi para o brejo, é certeza. Agora falta saber a distância do brejo e a velocidade da vaca!', afirmou Olímpio. A mensagem foi publicada no Twitter depois de ser noticiado que o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub entrou nos Estados Unidos graças a passaporte diplomático e só depois foi exonerado do cargo que deixou na sexta-feira.
20/06/2020 - 15h45Ex-ministro só foi exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro após chegar a MiamiApós a confirmação de que Abraham Weintraub chegou aos Estados Unidos,...
As investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro que resultaram na prisão do ex-assessor Fabrício Queiroz, na quinta-feira (18/02), apontam o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) como 'líder' de uma organização criminosa que operava em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), à época em que ele era deputado estadual e cometia crimes de peculato na prática da 'rachadinha' - desvio de salários dos funcionários. Queiroz é apontado como operador do esquema, cujos repasses teriam alcançado R$ 2 milhões entre abril de 2017 a dezembro de 2018.
O governador Reinaldo Azambuja está levando ao pé da letra o conceito tucano de fazer política. Não tem como pedir ao deputado Marçal Filho, por sua condição de líder das pesquisas, para que desista de disputar a prefeitura de Dourados contra o também aliado de primeira hora Barbosinha. Mas, já mandou avisar, se os dois resolverem se enfrentar ele vai pescar na Argentina, durante o período eleitoral. No máximo, pode mandar a mala preta, assim mesmo, para uma ‘rachadinha’.
Com a prisão do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (18) a aliados que o Judiciário tem tentado construir um clima político com o objetivo de tirá-lo do cargo. Segundo relatos de assessores palacianos, o presidente considerou que não foi uma coincidência o fato de, na mesma semana, terem sido feitas buscas e apreensões contra aliados , no âmbito do inquérito que corre no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre atos antidemocráticos, e prendido, via decisão judicial do Rio, seu amigo e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
O deputado Fábio Trad continua faturando politicamente com a desgraça do governo federal, ganhando espaços cada vez mais generosos no Jornal Nacional, no horário nobre da rede Globo. Ontem, analisando as ameaças ao STF, sugeriu que o presidente estaria “pretendendo uma ruptura na ordem jurídica estabelecida, ao se solidarizar com suspeito de crimes”. Até parece que estava antevendo a prisão de Fabrício Queiróz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, tido como PC de Bolsonaro.
O policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro. Queiroz estava em um imóvel do advogado Frederick Wassef, responsável pelas defesas de Flávio e do presidente Bolsonaro. Wassef é figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto.
“Ele está em condições de, ao entender aquilo que a população mais precisa, pela história que construiu na gestão de saúde e como articulação política, tomar as decisões corretas para que a vida dos douradenses seja melhor”. Ricardo Ayache, presidente estadual do PSB, ao lançar ontem a candidatura do médico oncologista David Infante Vieira à sucessão da prefeita Délia Razuk. Ayache, presidente da Cassems, pretende disputar a sucessão de Reynaldo Azambuja, em 2022.
O presidente Jair Bolsonaro classificou nesta quarta-feira a operação realizada na véspera contra aliados seus, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), como 'abuso' e afirmou que 'está chegando a hora de tudo ser colocado no devido lugar', mas disse que não será o 'primeiro a chutar o pau da barraca', sem explicar a que estava se referindo.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a quebra do sigilo bancário de deputados federais bolsonaristas para apurar se eles atuaram no financiamento de atos antidemocráticos, que pediam o fechamento do STF e do Congresso Nacional. A decisão de Moraes foi tomada em conjunto com a autorização da Operação Lume, que cumpriu nesta terça-feira mandados de busca e apreensão contra 21 alvos ligados aos atos antidemocráticos. Também nesta terça, segundo a colunista Bela Megale, a Polícia Federal prendeu outros três investigados em inquérito sobre atos antidemocráticos, que não foram encontrados na operação de ontem.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a reclamar do Supremo Tribunal Federal (STF) pela decisão da Corte que impediu a posse do delegado Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. De acordo com Bolsonaro, isso representou 'mais uma brutal interferência do STF no Executivo, não podemos concordar com isso'.