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sexta-feira, maio 15, 2026

Últimas Notícias

Meia volta, volver!

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) parece ter se arrependido pelo entusiasta discurso que fez no Congresso, sugerindo a Bolsonaro que “pegasse seu quepe e começasse a governar”, acrescentando, desinformada, que “capitão manda mais que general”. Agora, com a mesma veemência que herdou do pai, Ramez Tebet, exige uma retratação do presidente pelas ofensas aos presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, acusados por Bolsonaro de tramarem contra o governo.

Na posse de Teich, Bolsonaro defende abertura de fronteiras e comércio e critica governadores

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu, nesta sexta-feira (17), a reabertura de fronteiras e comércios no Brasil e voltou a criticar medidas tomadas por governadores no combate à pandemia do novo coronavírus. 'Essa briga de começar a abrir para o comércio é um risco que eu corro. Porque se agravar, vem para o meu colo', declarou Bolsonaro, durante cerimônia de posse de Nelson Teich como novo ministro da Saúde no lugar de Luiz Henrique Mendetta (DEM). 'O que eu acredito? Muita gente já está tendo consciência que tem que abrir', complementou.

Bolsonaro critica “péssima atuação” de Rodrigo Maia

O presidente Jair Bolsonaro atacou abertamente o presidente da Câmara, Rodrigo Maia na noite desta quinta-feira (16/4) em entrevista à CNN. Ao comentar sobre projetos na economia e a verba prevista no plano de socorro aos estados aprovado pela Câmara dos Deputados e que agora tramita no Senado, Bolsonaro apontou: 'O que nós projetamos na economia para a Previdência praticamente foi engolido em poucos meses. Eu não vou trair a minha consciência e deixar de falar a verdade nessas questões. Eu lamento a posição do Rodrigo Maia nessa questões, lamento muito a posição dele que resolveu ele assumir o papel do Executivo com ataques bastante contundente à nossa posição. Ele tem que entender que ele é o chefe do Legislativo. Eu respeito ele. Ele tem que me respeitar como chefe do Executivo. Lamentavelmente, não o Congresso ou a Câmara dos Deputados, o senhor Rodrigo Maia é uma pessoa que resolveu não conversar com mais ninguém', disse Bolsonaro.

Ao assumir TSE, Barroso fala em adiamento ‘mínimo’ das eleições

16/04/2020 - 19h50O novo presidente disse que as eleições são vitais para a democracia e que estará em articulação com o Congresso Nacional sobre...

Viva voz

A impressão que ficou durante o que parecia ser uma interminável fala de despedida dos funcionários do ministério da saúde é que Luiz Henrique Mandetta precisou ouvir de viva voz do presidente Bolsonaro que estava demitido. Com a voz embargada, nominou da copeira ao secretário executivo, falando de seus feitos. Disse, inclusive, que não vai abandonar o SUS, motivo de orgulho pessoal de seu trabalho. Trabalho, segundo ele, que a partir de agora vai além fronteiras do Brasil.

Bolsonaro demite Mandetta e convida Nelson Teich para o Ministério da Saúde

O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) foi demitido nesta quinta-feira (16) pelo presidente Jair Bolsonaro, após um longo processo de embate entre eles diante das ações de combate ao coronavírus. O presidente convidou o oncologista Nelson Teich para assumir o lugar de Mandetta. A expectativa é a de que o anúncio ocorra nesta quinta (16).

Aliados de Bolsonaro buscam traçar roteiro para tirar o governo da UTI

A mudança no Ministério da Saúde, que deverá ser consumada nesta semana, é considerada por aliados mais moderados do presidente Jair Bolsonaro um ponto de inflexão para o governo. Para um deles, sem assento no governo mas com trânsito amplo nos meios bolsonaristas, a crise do coronavírus ameaça existencialmente o presidente, mas pode ser uma oportunidade.

Batendo o pé

A cada dia que ganha como ministro da saúde o ortopedista campo-grandense Luiz Henrique Mandetta pode dar outro sentido à frase famosa de outro ministro cuja demissão passou à história, pelo jogo de palavras. Foi Eduardo Portela, ministro da Educação do governo do general Figueiredo, que se demitiu por apoiar a greve de professores de uma Universidade Federal. “Não sou ministro; estou ministro”. Ser ou não ser, eis a questão. É Mandetta encenando seu drama shakespeariano.

Com Mandetta de saída, Bolsonaro fala em resolver questão da saúde para ‘tocar o barco’

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (15) que resolverá 'a questão da Saúde' para que seja possível 'tocar o barco'. A expectativa no Ministério da Saúde é que Luiz Henrique Mandetta seja demitido do comando da pasta até o final desta semana. 'Pessoal, estou fazendo a minha parte', disse o presidente a apoiadores que o aguardavam na frente do Palácio do Alvorada pela manhã. 'Resolveremos a questão da Saúde no Brasil para tocar o barco', afirmou.

Cotada para substituir Mandetta defende isolamento social e que Brasil já discuta ‘saída responsável’

Defensora do isolamento social como 'uma estratégia de contenção importante' para segurar a curva da Covid-19 no Brasil, a cardiologista e pesquisadora Ludhmila Hajjar, diretora de Ciência e Inovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, diz que o país já está preparado para começar a rever a estratégia de restringir a circulação de pessoas. Uma das cotadas para substituir o ministro Luiz Henrique Mandetta no comando da Saúde, Hajjar defende o que chama de 'uma saída pelo meio, que não seja extremista' para a flexibilização das normas restritivas.

Para Mourão “Mandetta cruzou a linha da bola e fez falta grave”

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, disse, nesta terça-feira (14/4) que o novo coronavírus está sendo politizado no Brasil, fruto da polarização, mas que isso também ocorre em outros países. Em videoconferência, afirmou que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, 'cruzou a linha da bola', cometendo uma falta grave (no pólo, jogo praticado pelo vice-presidente) durante a entrevista que concedeu no domingo, quando disse que 'o povo não sabe se escuta o presidente Jair Bolsonaro ou o ministro da Saúde'. 'Ele não precisava ter dito algumas coisas', destacou. No entanto, Mourão opinou que ele não deve sair. 'Existe muita especulação e o presidente não deve trocar o ministro agora', disse.

Estudo aponta que número de infectados pelo coronavirus é quinze vezes maior

O número de casos de infecção pelo novo coronavírus no Brasil supera 313 mil pessoas, segundo uma nova análise de modelagem numérica da Covid-19 — o último boletim do Ministério da Saúde fala em 23.430 casos confirmados. A estimativa foi apresentada ontem pelo portal Covid-19 Brasil, que reúne cientistas e estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Brasília (UnB), entre outros centros de pesquisa do país. Para a data de 11 de abril, a modelagem estimou haver 313.288 infectados, número mais de 15 vezes maior que o oficial naquela data, de 20.727.

Cinco segundos de fama

O secretário de saúde do Mato Grosso do Sul, Geraldo Resende, teve seus cinco segundos – só isso mesmo! – de fama nesta terça-feira, no Jornal Nacional da rede Globo, para falar sobre a coleta de amostras do coronavirus pelo sistema drive thru. Diferentemente do presidente Bolsonaro, que deixou a bola com seu ministro da saúde – e deu no que deu! – o governador Reinaldo Azambuja chamou pra si a responsabilidade de comandar a comunicação sobre a pandemia no estado.

Atitude de confronto com Bolsonaro reduz apoio de militares a Mandetta

O apoio que o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) tinha no núcleo militar do Palácio do Planalto para continuar no cargo perdeu força na noite de domingo (13). O tom adotado pelo auxiliar presidencial em entrevista à TV Globo foi avaliado pela cúpula fardada como uma provocação desnecessária ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que atrapalha o esforço de se evitar uma troca no comando do Ministério da Saúde em meio à pandemia do coronavírus.

Presidenciável

Murilo Zauith e Tereza Cristina podem dormir sossegados, pelo menos enquanto durar o embate público entre Jair Bolsonaro e Luiz Henrique Mandetta, por conta do coronavírus. Se antes da pandemia o nome de Mandetta era ventilado como bom para o governo do estado ou para o senado, cargos com os quais sonham o vice-governador e a deputada licenciada e ministra da Agricultura, agora o ministro da saúde já começa ser visto como provável presidenciável. Daí o azedume de Bolsonaro.

Pandemia acentua crise da democracia e pode promover novo tipo de Estado-nação

A crise deflagrada pela pandemia do coronavírus está sendo considerada como capaz, uma vez terminada, de alterar não apenas os sistemas econômicos, mas também as formas de governança política no mundo. Um dos cenários que tem sido evocado por analistas na França aponta para a configuração de um novo Estado-nação, diferente dos modelos existentes nas democracias ocidentais e também dos populismos nacionalistas atuais.

Bolsonaro ameaça ir à Justiça contra medidas restritivas de governadores

O presidente Jair Bolsonaro foi alvo de críticas severas da Human Rights Watch (HRW), entidade que atua na área de direitos humanos em todo o mundo. De acordo com a entidade, o chefe do Executivo brasileiro está expondo a população ao contrariar recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de seu próprio ministro da Saúde em relação ao isolamento social. Em um comunicado, a organização afirma que, ao incitar a população a sair às ruas, Bolsonaro pode agravar o quadro epidêmico no país.

Crise expõe Bolsonaro frágil, emparedado por Mandetta e dependente dos militares

Um dia depois de ameaçar usar a caneta contra ministros que falavam demais e tinham virado 'estrelas' do governo, o presidente Jair Bolsonaro mostrou que a ameaça velada não passava, ao menos naquele momento, de um blefe. Não haviam se passado nem 24 horas dessa declaração na porta do Palácio da Alvorada, e o presidente ficou mudo ao ser indagado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) sobre o motivo pelo qual não o demitia.

‘Vamos pagar esse preço ali na frente’, diz Mandetta sobre aumento na circulação nas cidades

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou em publicação nas suas redes sociais que o aumento na circulação de pessoas nas cidades registrado nesta quinta-feira vai cobrar um preço 'ali na frente', se referindo à Covid-19. Ele disse que o coronavírus 'adora que as pessoas achem que ele é inofensivo'.

Dourados não pode errar!

09/04/2020 - 15h53O potencial de contaminação do novo coronavírus é um dos fatores que mais chamam à atenção de cientistas e profissionais de saúde...
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