Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
“Temos três para o Senado, vou tratar com sabedoria e desprendimento. Política é o todo, vamos dividir entre o partido e os aliados”. Reinaldo Azambuja, ao falar da “dificuldade” de escolher seu candidato a senador, entre os secretários Eduardo Riedel, Marecelo Miglioli e o deputado Geraldo Resende. A menos que para o governador sabedoria e desprendimento sejam outra coisa, Geraldo terá a oportunidade, concreta, de transformar em realidade o antigo sonho dos douradenses.
No troca-troca que o presidente Michel Temer patrocina agora para criar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública, o civil Raul Jungmann deixa a Defesa para assumir o novo posto. No lugar dele, o governo vai pôr um general, Joaquim Silva e Luna. Sinal de prestígio às Forças Armadas, sinal de que Temer dá adeus à história que só registra civis no posto desde a criação da pasta no fim dos anos 1990.
A mudança de alguns secretários feita por Délia Razuk não amenizou em nada o clima tenso que há dias cerca a administração municipal. Além das trapalhadas no tal troca-troca, mais pela dificuldade de se encontrar companheiros habilitados para as respectivas funções, o zunzunzum cada vez mais forte de que a “dona Justa” está para voltar, e, desta vez, não apenas à secretaria de Educação. Fala-se até em mandados de prisões já expedidos e em secretários e afins foragidos.
26/02/2018 - 14h23Investigações da Polícia Federal (PF) na Operação Cartão Vermelho, que apura irregularidades e o superfaturamento na reforma do estádio Fonte Nova, em...
26/02/2018 - 13h01A prefeita Délia Razuk reuniu a base aliada na Câmara de Vereadores para anunciar, na manhã desta segunda-feira (26), no gabinete, os...
O presidente Michel Temer anunciará, nesta segunda-feira, Raul Jungmann para o novo Ministério de Segurança Pública. Jungmann deixará o Ministério da Defesa. A nova pasta vai assumir a maior parte das ações federais em segurança, incorporando a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Para chefiar a Defesa, o governo indicou o general Joaquim Silva e Luna, atual secretário-geral da pasta. Esse ministério foi criado por Fernando Henrique no seu segundo mandato, em 1999, e Silva e Luna será o primeiro militar a ocupá-lo.
Num país com uma das mídias mais concentradas do mundo, a circulação de mais um diário impresso já é por si uma boa notícia. Melhor ainda se este diário é o JORNAL DO BRASIL, retomando uma longa tradição de jornalismo crítico, análise politica e tribuna de debates.
Perguntar não ofende. Se o Ministério Público entende que o decano radialista Albino Mendes não pode ser secretário municipal de governo – cargo no qual seria ordenador de despesas – porque tem um filho médico exercendo função de confiança na convulsionada secretaria de saúde, como explicar a criação de uma secretaria de comunicação, com polpuda receita, para o ilustre cabo eleitoral? Em tempos de crise, ainda mais num ano eleitoral, é arrumar sarna pra se coçar.
Em um frio de 5ºC, uma centena de brasileiros compareceu na manhã deste domingo (25) a estação de trem de Hamamatsu (260 km a sudoeste de Tóquio), no Japão, para acompanhar o desembarque do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que faz um tour pela Ásia. A cidade foi escolhida porque tem a maior concentração de brasileiros em terras japonesas —são 9.165 conterrâneos do pré-candidato à Presidência, segundo censo divulgado pelo Ministério da Justiça em 2016.
O ex-vereador e ex-presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, confirmou o retorno à política, após 30 anos na iniciativa privada, para concorrer ao Senado nesta eleição, pelo partido Podemos. Ele espera contar com o apoio da classe produtiva, além de fechar uma aliança na chapa majoritária com o PDT.
Preso a uma coalizão de partidos que só pensa agora em eleger a maior bancada possível na Câmara dos Deputados em outubro, o presidente Michel Temer já perdeu a ilusão de ter um ministério forte nos seus últimos dias de governo. O entorno de Temer trabalha com a realidade: os cerca de 12 ministros candidatos que deixam suas pastas em 7 de abril articulam para colocar na vaga prepostos que cuidem de seus interesses eleitorais, sem espaço para grandes estrelas.
Divulgadas com espalhafato pelo Diário-MS, não se confirmaram, ainda, as mudanças no secretariado municipal anunciadas pelo tal passarinho magricela que trabalha numa sala contígua ao gabinete da prefeita, mas que faz bico para o jornal que bate mais doído em Délia Razuk. A provável ida de Albino Mendes para a Comunicação é a última esperança de retorno, ops!, dos gordos empenhos que podem salvar o hebdomadário a caminho da bancarrota desde os tempos uragânicos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir até o fim do próximo mês sobre a limitação do foro privilegiado para autoridades. O julgamento está parado desde novembro do ano passado, quando o ministro Dias Toffoli pediu vistas. Na ocasião, já se havia atingido maioria entre os ministros a favor da limitação do foro — segundo o entendimento proposto pelo ministro relator Luís Roberto Barroso, os processos respondidos por autoridades como deputados e senadores tramitarão na primeira instância, salvo quando tratarem de crimes relacionados aos mandatos e cometidos durante o exercício da função.
Estão emperradas as articulações para viabilizar o apoio do PSB a uma candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa à Presidência da República. A pouco mais de um mês do prazo final para filiação partidária, parlamentares da legenda que trabalhavam para construir consenso em torno do nome do relator do processo do mensalão reconhecem que a ideia não deve vingar.
O presidente Michel Temer afirmou nesta sexta-feira (23) que chegou a ser cogitada uma intervenção no Rio de Janeiro em todo o governo estadual, afastando inclusive o governador Luiz Fernando Pezão. Ele afirmou, contudo, que refutou a hipótese, por considerá-la radical, mas não quis dizer de quem foi a sugestão feita ao governo federal.
A ida do Landmark Rios para a Secretaria de Assistência Social, que vai absorver sua atual pasta – a da Agricultura Familiar, só reforça o viés petista da administração Délia Razuk. Não que o mais murilista dos secretários seja petista, mas por sua missão à frente das duas pastas mais políticas: alavancar as candidaturas de Zeca do PT ao Senado e de Vander Loubet a reeleição. Lembrando que Land é um dos maiores entusiastas da candidatura de Neno Razuk a deputado estadual.
A definição do ministro Luís Roberto Barroso sobre o que aconteceu no país é devastadora: 'A corrupção no Brasil não foi um conjunto de falhas individuais e pequenas fraquezas humanas. Ela é parte central de um pacto oligárquico que foi celebrado entre boa parte da classe política, da classe empresarial robusta e boa parte da burocracia estatal. Um pacto de saque ao Estado brasileiro.'
Sem qualificação técnica para o cargo de secretário de comunicação o ex-presidente da Câmara e ex-vice-prefeito Albino Mendes vai exercer, na prática, a função de Secretário de Governo da prefeita Délia Razuk. Como, no entendimento do MP, ele não pode ordenar despesas, vai ordenar quem ordena, no caso a “interina” Patrícia Bulcão, integrante da entourage de campanha da prefeita. Intimado, o jornalista José Henrique Marques é quem vai dar o tom da comunicação.
O ministro Carlos Marun disse ao Estadão que vai demitir o Superintendente da Sudeco, Antônio Carlos de Oliveira, porque “ele não está em boa sanidade mental”. Isso após Antônio Carlos informar ao presidente do MDB, senador Romero Jucá (RR), que vai disputar a vaga de candidato da legenda ao Planalto e contar que, após avisar que vai “bater chapa com Temer”, emedebistas lhe ofereceram o Ministério da Integração. “Foi muito estranha a oferta do ministério”, diz.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira que sua etapa à frente da pasta está cumprida. Em entrevista à rádio mineira Itatiaia, ele disse que 'está contemplando' a possibilidade de uma candidatura à Presidência da República, mas voltou a ressaltar que só tomará essa decisão no fim de abril, quando terá que decidir se deixará o cargo de ministro para concorrer. Meirelles é filiado ao PSD.