Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a condenação do líder do governo no Congresso, o deputado André Moura (PSC-SE), em três ações penais em que ele é réu no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de ter desviado verbas do município de Pirambu, em Sergipe, onde já foi prefeito. Dodge também pediu que ele devolva o triplo dos valores desviados.
Além de poder escancarar ao público os privilegiados que, se não são fantasmas, são pouco afeitos ao trabalho, alguns passando meses pendurados em atestados médicos, o pavor que a famigerada agenda apreendida pelo Gaeco está causando no Pavilhão Dom Theodardo Leitz é por algumas indicações, como se diz, nada nada republicanas. Problemas jurídicos para a prefeita Délia Razuk e, para dizer o mínimo, “caseiros”, para os excelentíssimos padrinhos, lá do Jaguaribe.
A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que autoriza candidatos a financiarem 100% de suas campanhas eleitorais pode favorecer candidaturas de outsiders da política, como empresários e celebridades, segundo cientistas políticos consultados pelo jornal O Globo. Publicada no começo de fevereiro, a resolução do TSE define que o candidato pode usar recursos próprios para a campanha de forma ilimitada, desde que não ultrapasse o teto estabelecido para cada cargo. Esse teto varia de R$ 1 milhão para candidatos a deputado estadual a até R$ 75 milhões para postulantes a presidente da República.
No dia 19 de dezembro de 2017, os deputados se reuniram em plenário e aprovaram a criação da Universidade Federal do Delta do Parnaíba e do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, além de um acordo sobre transportes aéreos entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Nenhuma outra proposta foi aprovada pela Câmara desde então. Os parlamentares emendaram os 44 dias oficiais de recesso e ampliaram o Carnaval para uma semana. No intervalo, não chegaram a acordo para votar nos dois únicos dias destinados a votação até o momento. A próxima sessão destinada a votações está marcada para terça-feira (20). Serão pelo menos 61 dias seguidos sem deliberações.
Nem precisa ser a crônica (do milagre) de uma reforma anunciada, conforme vaticínio do cururu Cícero Faria semana passada, com a fusão de secretarias para enxugamento da folha de pagamentos e por uma administração mais ágil. Mas seria interessante, neste retorno, ops!, pós Carnaval, quando o Brasil começa a funcionar, se a prefeita Délia Razuk conseguisse desatar este nó que trava sua administração e, pelo menos, preenchesse os cargos vagos ou ocupados por interinos.
Aprovada no primeiro semestre de 2017 no Senado, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que restringe o foro privilegiado emperrou na Câmara e ainda aguarda indicações dos partidos. Já avaliada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) no fim de novembro do ano passado, a proposta precisa passar pelo crivo de uma comissão especial e do plenário da Casa, neste último em dois turnos e com um mínimo de 308 votos por se tratar de mudança constitucional. Não há previsão de ser votada e os partidos não sinalizam disposição de acelerar sua tramitação.
Morreu nesta terça-feira (13), aos 100 anos de idade, em sua casa no Centro de Campo Grande, o ex-governador de Mato Grosso do Sul Wilson Barbosa Martins. Ele vinha enfrentando problemas de saúde há alguns anos e realizava tratamentos em sua residência. A morte foi confirmada pelo sobrinho de Wilson, o superintendete federal de Agricultura, Celso Martins, e ocorreu por volta das 6h. As causas não foram divulgadas e ainda não há definição sobre os funerais.
Movimentos em busca de renovação política que pipocaram nos últimos meses preparam o lançamento de ao menos 500 candidatos para as eleições de outubro, por diferentes partidos. A estimativa, feita pela Folha de S. Paulo a partir de números fornecidos pelas organizações, inclui principalmente postulantes à Câmara dos Deputados e às Assembleias Legislativas. Mas também há quem mire Senado e governos estaduais.
Se antes era cada um por si Deus por todos, agora a prosa mudou de rumo. André Puccinelli e Reinaldo Azambuja tocavam seus projetos, um só pensando no retorno, ops!, o outro em continuar ou, na ‘pior’ das hipóteses renunciar em Abrir para concorrer ao Senado. Agora, com Odilon de Oliveira no páreo, as conversas amiudaram entre ambos, e até com Zeca d PT. Quanto mais gente disputando o primeiro turno melhor, para se unirem, todos, contra o ex-juiz no segundo.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou neste sábado que entrará com duas representações contra o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia. Randolfe vai acionar a Comissão de Ética da Presidência e a Procuradoria Geral da República para apurarem a conduta de Segóvia.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira liminar para evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O motivo foi técnico: segundo o ministro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda não julgou o mérito desse mesmo pedido. Portanto, o STF não poderia examinar o caso. Apesar de ter liberado para o julgamento em plenário, o habeas corpus não está instruído juridicamente. Ainda falta um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR). Além disso, o STF não se reunirá na próxima semana, por conta do feriado de Carnaval. Portanto, o caso não deve ser julgado em plenário tão cedo.
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do presidente Michel Temer. Hoje é um dos ministros mais poderosos da Esplanada, responsável pela articulação política do governo com o Congresso. Sua principal missão é angariar votos para a reforma da Previdência.
“As ONG’s e o governo estimulam o índio para o conflito. Se eu assumir como presidente da República, não haverá um centímetro a mais para demarcação. Na Bolívia temos um índio como presidente, porque aqui eles precisam de terra?”. Falando para fazendeiros, Jair Bolsonaro parece desconhecer estar visitando o município da maior aldeia indígena urbana do Brasil. Rompantes e bravatas, muito próprios do candidato, à parte, de uma insensibilidade oceânica o capitão Bolsonaro.
08/02/2018 - 17h43Globo deu ultimato ao apresentador, que se consulta com FHC sobre tema nesta 5ªO apresentador Luciano Huck vai anunciar se aceita concorrer...
Parece que agora é consenso no Casarão a demissão da secretária de educação Denise Portollan. Deve, inclusive, entrar no pacote de mudanças que a prefeita Délia Razuk mandou preparar para anunciar depois do carnaval. Mais serviço para o gosth writer de campanha Nicanor Coelho, que voltou a ser prestigiado e já trabalha no currículo dos novos secretários. A gota d’água que transbordou o copo da pastora pode ter sido a visita do pessoal do Gaeco na semana passada.
Autodidata também em leitura dinâmica às vezes acabo comendo gato por lebre, como aconteceu ontem ao ler a informação do piadista de plantão Laureano Secundo, no Facebook, de que o deputado José Carlos Barbosa seria o preferido do governador Reinaldo Azambuja para substituir Júnior Mochi na presidência da Assembleia Legislativa. O próprio plantonista me advertiu, minutos mais tarde, de que Barbosinha é, sim, o preferido de Azambuja, mas para um mandato-tampão, já que Mochi deve deixar o cargo ainda este ano para ocupar a vaga de Flávio Kayatt, que nem esquentou a cadeira no Tribunal de Contas e já providencia aposentadoria.
A Folha de S. Paulo deixa de publicar seu conteúdo no Facebook nesta quinta (8). O jornal manterá sua página na rede social, mas não mais a atualizará com novas publicações. A decisão é reflexo de discussões internas sobre os melhores caminhos para fazer com que o conteúdo do jornal chegue aos seus leitores, preocupação que consta de seu novo Projeto Editorial divulgado no ano passado.
O polêmico deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) desembarca hoje em Dourados para cumprir agenda como candidato a presidente da República. Com direito a carreata, fará palestra à classe produtora do Sindicato Rural hoje à noite e amanhã de manhã fala aos comerciantes no auditório da Associação Comercial. É o primeiro presidenciável a visitar a região. Vai repetir Brizola, Collor, Quércia, Dr. Guimarães, Lula e Aécio, que também desfilaram em carro aberto pela Marcelino Pires.
A se confirmar a informação do piadista de plantão Laureano Secundo em sua página hoje no Facebook de que o deputado José Carlos Barbosa seria o preferido do governador Reinaldo Azambuja para presidir a Assembleia Legislativa ano que vem, desde que ambos se reelejam, claro, seria a segunda vez que um douradense assume o cargo. Até aqui, e lá se vão dez legislaturas, só Walter Carneiro conseguiu este feito. É a mais latente prova da falta de prestígio da classe política local.