Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Em sua primeira manifestação depois de preso, o ex-presidente Lula fez chegar à militância, nesta segunda-feira (16), um curto texto por meio do qual volta a desafiar autoridades da Operação Lava Jato – como o juiz federal Sérgio Moro, que o condenou à prisão – a provar os crimes que lhe são atribuídos. A pequena carta (íntegra abaixo) foi lida pela presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), em um ato no acampamento montado nos arredores da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba para pedir a libertação do petista (veja o vídeo abaixo).
O deputado estadual Barbosinha filiou-se ao DEM com o objetivo de se reeleger e contribuir com o partido nas próximas eleições em outubro de 2018. O parlamentar garante que a nova legenda vai buscar uma 'chapa forte' para concorrer aos legislativos estadual e federal, e com reais possibilidades da disputa majoritária.
“Deixa eu dizer alto e claro: a democracia não está em risco no Brasil”, disse nesta segunda-feira, 16, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela condenação à prisão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato.
16/04/2018 - 11h19Na pesquisa, Marina Silva e Ciro Gomes foram outros nomes que conseguiram absorver votos em cenário sem LulaO fator Joaquim Barbosa, revelado...
“Vamos em frente, com Deus nos guiando. Andam espalhando boatos de que eu estaria trocando o governo do Estado pelo Senado, são notícias falsas, criadas por quem vê na minha vitória uma certeza do fim da corrupção e de outros esquemas criminosos (sic) com o dinheiro do povo. Estou firme como pré-candidato a governador”. Odilon de Oliveira, cuja campanha é comandada por bicheiros. Pelo jeito o juiz aposentado vai ter que passar a campanha toda se explicando.
A prisão diminuiu o apoio do eleitorado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aumentou a desconfiança sobre a viabilidade de sua candidatura presidencial e manteve indefinida a disputa pelo seu espólio eleitoral, de acordo com o Datafolha.
Um dia após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) livrar o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) da Operação Lava Jato, dois ex-ministros também delatados pela Odebrecht recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que suas investigações também sejam enviadas à Justiça eleitoral.
O jogo sujo de bastidores bancado pelo ex-governador André Puccinelli, com ameaças, inclusive a familiares de adversários, só complica a sua já difícil tentativa de retorno, ops!, ao Parque dos Poderes. Melancólico, para dizer o mínimo – para quem sempre se colocou como herdeiro político de Wilson Martins (que polarizava a hegemonia política estadual com Pedro Pedrossian) – encerrar a carreira como alcaguete, ou pauteiro do Fantástico, da Rede Globo!
Por 7 votos a 4, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) negaram nesta quinta-feira (12) habeas corpus ao ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que continuará preso mesmo tendo sido condenado apenas em primeira instância. Sentenciado pelo juiz Sergio Moro a 12 anos e dois meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em contratação de sondas pela Petrobras, Palocci está na cadeia desde setembro de 2016, por ter sido decretada sua prisão preventiva.
A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mandou para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito que investiga o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB). Relatora do processo na corte, ela atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Como governador, Alckmin tinha foro no STJ. Mas ele deixou o cargo para disputar a eleição presidencial deste ano.
Ainda bem que começou a cair a ficha do alto tucanato. Pelo menos é o que parece, por uma das manchetes políticas de hoje do Correio do Estado, dando conta de que o ex-secretário de Obras Marcelo Miglioli não tem vaga garantida para disputar o Senado. E por que teria? No que toca ao propalado apoio do chefe Azambuja, seria um tapa na cara dos douradenses, pelo desejo manifesto do Geraldo Resende de disputar a vaga.
'Fiquei desnorteada, nem sabia para onde ir.' É assim que Maria de Jesus Oliveira da Costa, a tia Zélia, descreve o momento em que recebeu a notícia de que o juiz Sergio Moro havia expedido mandado de prisão contra o ex-presidente Lula. A cozinheira, de 64 anos, se emociona ao falar do petista, que conheceu em 2008, quando ele ainda ocupava a Presidência e que se tornou um de seus clientes fiéis.
Em sua primeira segunda-feira (9) fora do governo de São Paulo e trabalhando na pré-campanha à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB) disse que candidaturas como a do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) estão infladas pelo desconhecimento da população sobre as eleições de 2018. O ex-capitão do Exército está à frente do tucano em São Paulo, seu berço eleitoral.
Nesses tempos bicudos, o retorno à ribalda do ex-prefeito Murilo Zauith faz reascender a chama da esperança douradense de emplacar um governador do Estado, na medida em que ele reassume o comando do DEM garantindo que o partido não está aí para ser coadjuvante. Como é ficha-limpa e com muita bala na agulha, só falta provar que tem ‘aquilo roxo”. Para completar este esplendor político local, o deputado Geraldo Resende vai alinhavando muito bem sua candidatura senatorial.
A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva expôs as divisões internas do PT sobre as estratégias que o partido deve adotar a partir de agora com relação ao Judiciário e às eleições de outubro. Nos últimos anos, o ex-presidente se consolidou como única liderança capaz de mediar as diferenças de posições entre as correntes internas e, assim, sempre manteve a legenda unida. Agora, alas que discordam terão que decidir, sem um árbitro, quais serão as suas diretrizes nos próximos meses.
Depois de Zeca do PT, amigo e companheiro de biritas de Lula, o deputado João Grandão é o petista que mais tem perder com a prisão do ex-presidente da República. Não apenas pela forma exagerada que, indiferente à retirada estratégica dos mais ajuizados, vinha defendendo o companheiro nas mídias sociais, mas, porque depois do trauma da sanguessuga – e, também por causa dela –, passa a viver outro drama, o da concretude da prisão após condenação em segunda instância.
A ordem de prisão contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já faz partidos políticos repensarem suas estratégias para a corrida eleitoral deste ano. No PT, a falta de opções é o principal problema para a candidatura à Presidência. A sigla pretende insistir na candidatura de Lula. Usará imagens captadas durante sua permanência no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, e do discurso que fez em um carro de som no começo da tarde de sábado (7). Sem o ex-presidente Lula, o PT tem pouquíssimas alternativas.
A equipe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou neste domingo (8) um vídeo no qual ele acusa o juiz Sérgio Moro de ter uma 'mente doentia'. A mensagem foi gravada em conversa com Frei Betto, durante sua permanência no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).
Ainda sob a iminência de prisão do ex-presidente Lula, nos últimos dois dias, o cenário eleitoral de outubro para corrida eleitoral à Presidência da República, apesar das incertezas, foi se formando. Neste fim de semana, Marina Silva (Rede) oficializou sua pré-candidatura à Presidência. Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), não decidiu ainda se concorrerá, mas se filiou ao PSB e ensaia sua entrada na disputa. No PT, apesar de ainda tomados pela emoção da prisão de Lula na noite de ontem os líderes da sigla repensam a estratégia sem seu líder maior.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está oficialmente preso. Ele deixou às 18h41 o prédio do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, pela segunda vez, e caminhou em meio à militância. Depois, acessou um portão em frente à sede da entidade e entrou num carro da Polícia Federal. A detenção do ex-presidente foi concretizada quase 26 horas depois do prazo que o juiz Sergio Moro havia dado para ele se entregar voluntariamente. Houve confusão entre manifestantes que tentaram impedir novamente a saída de Lula, mas desta vez sem sucesso. Fogos de artifício foram ouvidos em bairros da zona Sul de São Paulo após a prisão do petista.