Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Além dos atuais ocupantes das duas cadeiras em disputa este ano no Paraíso (o Senado), da inclusão do deputado Geraldo Resende, que resolveu peitar os sem-votos do PSDB, do retorno do líder ruralista Chico Maia, de uma ilustre desconhecida advogada, Soraya Tronick, e até de um preposto do coronel Londres Machado, o aspone Dorival Betine, o Correio do Estado de hoje lista dez pré-candidatos ao Senado. Amnésia do redator ou Murilo Zauith pediu para ser esquecido?
Ciosos por natureza de sua cidade morena os campo-grandenses devem ter ido dormir noite passada pra lá de acabrunhados. Envergonhados. Como de resto, todos os mato-grossenses do Sul que também se orgulham da capital que até pouco tempo era tida como uma das mais belas do Brasil. O motivo, uma das manchetes do JN, da Globo, mostrando a buraqueira infernal de suas ruas. Coincidência ou não, é a cidade onde muita gente boa anda escorregando na lama asfáltica.
30/01/2018 - 07h30Presidente do STF afirma que assunto não estará na pauta da Corte em fevereiro e marçoA presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),...
A morte, neste final de semana, do vereador, prefeito e deputado Carlos Fróes, de Ponta Porã, reforça a necessidade de reflexão do eleitor sobre a importância de uma boa escolha, principalmente para os cargos executivos (prefeitos, governadores e presidente da República), já que no patamar a que chegou a política brasileira está quase extinta a figura do legislador (vereadores, deputados estaduais e federais, além dos ‘majoritários’ senadores), propriamente dito, a maioria não passando de um bando de interesseiros em busca de sinecuras para seus apaniguados ou agentes repassadores de vultosos recursos para obras e serviços de questionável prioridade, desde que se garanta o devido retorno. Ops!
Em sua primeira participação em um programa de auditório, o presidente Michel Temer foi recebido pelo apresentador Silvio Santos para explicar as mudanças propostas na reforma da Previdência. Gravado há cerca de uma semana, a edição do programa foi exibida na noite deste domingo. Nos 15 minutos de conversa sobre a reforma, o apresentador levantou questões que ainda geram dúvidas na população. De acordo com o presidente, a participação no programa de auditório trouxe a 'oportunidade de transmitir a realidade da Previdência no Brasil'.
Usando muitíssimo bem a verba publicitária da CASSEMS para fixar a imagem como bom gestor, uma tentativa de se livrar do estigma petista, por ser um dos pupilos de Delcídio do Amaral, eis que ameaça cair o barraco do médico Ricardo Ayache, um dos nomes bem avaliados para disputar o Senado e até o governo do Estado. E que ele não venha dar uma de Lula, dizendo que não sabia de nada. Aliás, chamuscado é pouco, perto do tamanho do escândalo que a PF trouxe à tona semana passada.
A condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tornou possível o veto à sua participação na eleição presidencial, fará com que um a cada três eleitores tenha, provavelmente, que optar por outro candidato. É um grupo formado por cerca de 53 milhões de brasileiros, segundo a pesquisa mais recente do Datafolha, divulgada em dezembro de 2017. O cálculo, do jornal O Globo, levou em consideração o cenário em que o petista aparece com 36% das intenções de voto, disputando contra seus principais opositores, e a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que mostra um colégio eleitoral de 146 milhões de pessoas.
“O Brasil não pode continuar a ser um país do futuro, o Brasil deve ser um país do presente”. Depois do marechal cuiabano Gaspar Dutra e do doidivanas campo-grandense Jânio Quadros eis que outro candidato dessas plagas se habilita ao cargo máximo da República. Aposentado como assessor do Senado, o agora superintendente da Sudeco Antônio Carlos de Oliveira usou hoje sua página do Facebook para se lançar candidato à Presidência, pelo MDB. Ele é um dos fundadores do PT.
Enquanto Geraldo Resende tenta convencer Reinaldo Azambuja da viabilidade eleitoral de seu nome para disputar o Senado e Murilo Zauith calcula com quantos biticoins poderia se eleger, os sem-votos, mas preferidos do estafe governamental, Eduardo Riedel e Marcelo Miglioli, já cuidam de suas pré-campanhas. E nada de amadorismo ou achismo. Miglioi, tido como o Giroto (Edson) do Azambuja já está se cercando dos melhores profissionais de marketing do mercado.
Deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014, a Operação Lava Jato se tornou célebre por revelar aos brasileiros um dos maiores escândalos de corrupção e lavagem de dinheiro de que já se teve notícia, envolvendo políticos, agentes públicos, grandes empreiteiras e altos executivos da Petrobras. Passados quase quatro anos, as condenações se acumulam em primeira e segunda instância, chegando até a figuras como o ex-presidente Lula, que teve sua pena no caso do triplex do Guarujá (SP) aumentada para 12 anos e 1 mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), na última quarta-feira (24).
Pressionado pela condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar novamente, em breve, se réus condenados em segunda instância podem já começar a cumprir a pena. Em 2016, o Supremo decidiu antecipar a execução das punições, e abandonar o entendimento anterior, quando a regra era deixar a pessoa recorrer em liberdade até a última instância do Judiciário. Desde então, ministros mudaram de ideia e pediam para o tema ser reexaminado pela corte. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, não tinha planos para pautar esse julgamento. Com o novo cenário, ficou inevitável o tribunal voltar ao assunto.
Se, eleitoralmente, já estava bom para o ex-juiz e pré-candidato a governador pelo PDT Odilon de Oliveira, agora, com a condenação de Lula, ficou melhor ainda. Esta a avaliação nas coordenações das campanhas eleitorais em Campo Grande. Tanto que, a partir deste fato ‘novo’, fica descartada, peremptoriamente, qualquer possibilidade de união entre André Puccinelli e Reinaldo Azambuja no primeiro turno. Vão ambos à disputa para ver quem enfrenta a ‘fera’ no segundo turno.
Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira, em São Paulo, para reafirmar a candidatura do ex-presidente Lula ao Planalto, petistas e representantes de movimentos sociais aliados ao partido pregaram 'desobediência' a decisões judiciais como caminho que deve ser seguido pela a partir de agora, diante da decisão do Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4). João Pedro Stédile, da coordenação nacional do Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra (MST), afirmou que os movimentos não deixarão que Lula seja preso.
Num ritmo frenético, de fazer inveja a candidatos majoritários, o pré-candidato a deputado estadual campo-grandense Jamilson Name visitou, em dois dias, um monte de municípios da Grande Dourados, da Fronteira e do Vale do Ivinhema. Deixou claro com isso que como político não vai seguir a sempre prudente regra de sua família, cujos negócios são muito bem delimitados em pelo menos três regiões do Estado, sem que um invada a área do outro, sob pena de encrenca das grandes.
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS), ampliou por unanimidade a pena do ex-presidente Lula para 12 anos e 1 mês de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no processo que apura o uso de um apartamento triplex no Guarujá (SP) como propina, em troca do favorecimento da empreiteira OAS em contratos com a Petrobras. A decisão dos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator do caso, Leandro Paulsen e Victor dos Santos Laus barra, em tese, a candidatura do petista à Presidência da República neste ano, com base na Lei da Ficha Limpa, já que a condenação é realizada pela Justiça de segunda instância.
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) condenou por unanimidade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção e lavagem de dinheiro. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator do processo; Leandro Paulsen, revisor; e Victor Luiz dos Santos Laus mantiveram a condenação em primeira instância, proferida pelo juiz Sergio Moro, mas decidiram aumentar a pena para 12 anos e 1 mês em regime fechado. Também foram condenados o empreiteiro Léo Pinheiro e o ex-executivo da OAS Agenor Franklin.
O desembargador Leandro Paulsen, presidente da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e revisor da apelação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concordou com o entendimento de João Pedro Gebran Neto, manteve a condenação do petista por corrupção e lavagem de dinheiro e aumentou a pena para 12 anos e um mês de prisão.
Primeiro dos três desembargadores a votar no julgamento da apelação criminal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex do Guarujá, o desembargador João Pedro Gebran Neto manteve nesta quarta-feura a sentença do juiz Sergio Moro e aumentou para 12 anos e um mês de prisão a pena do petista por corrupção e lavagem de dinheiro. Gebran ainda estabeleceu o início do cumprimento da pena no regime fechado e estipulou 280 dias-multa. Outros dois desembargadores precisam apresentar seus votos. Na sentença de setembro, Moro tinha condenado Lula a nove anos e seis meses de prisão.