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sexta-feira, junho 19, 2026

Últimas Notícias

Vox populi

“Nunca fui galinha botadeira, que canta muito quando bota ovo. O meu trabalho é visto pelas pessoas e isso é que vale”. Assim o senador Waldemir Moka avalia sua momentânea desvantagem nas pesquisas de intenção de voto, lembrando um prefeito amigo, para quem ‘ele é ruim de pesquisa, mas bom de voto’. Em 2010 Moka sempre aparecia em quarto ou terceiro lugar. Conseguiu a segunda vaga de senador com uma diferença de mais de 40 mil votos sobre o terceiro colocado.

A farsa do discurso petista do golpe

Até hoje os petistas insistem na narrativa do golpe, pois é bem mais fácil para eles se dizerem vítimas de uma ilegalidade do que admitirem que Dilma Rousseff cavou sozinha a sepultura do seu mandato, sob os olhares complacentes do partido, que viu o desastre se aproximando e não agiu incisivamente para evitar a pior derrota da esquerda brasileira desde 1964.

Lula, o julgamento e a bravata política

Em setembro do ano passado, Lula disse que preferia morrer a entrar para a história como mentiroso. Bradou a correligionários que estava disposto a travar a batalha jurídica que considerasse necessária para evitar que as denúncias de corrupção o colocassem atrás das grades. Quatro meses depois, com o julgamento batendo à sua porta, o PT partiu para o ataque, reforçando justamente a tal guerra de tribunais proposta por seu principal líder.

Odilon do PT

Foi preciso algumas doses de uísque para convencer Odilon de Oliveira, mas, ao final de um convescote com petistas bons de gole, o próprio ex-juiz sacou o celular e ligou para a o ex-governador Zeca do PT, o parceiro preferido de biritas de Lula da Silva. Estava formalizado o convite para que o deputado petista seja o candidato ao senado na chapa encabeçada pelo PDT. Mas... e os processos de Zeca? Pelo jeito Odilon vai adotar a máxima tucana do 'esqueçam o que escrevi'.

A porta da violência está escancarada nas fronteiras

16/01/2018 - 09h24Estamos, mais uma vez, batendo na mesma tecla em busca de solução para a superpopulação carcerária, causada pelo recrudescimento da violência, que...

Campanha de Lula sofre novo revés com indiciamento de Haddad

Não bastasse a sucessão de denúncias contra o ex-presidente Lula, condenado em primeira instância a nove anos de seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex do Guarujá, dois de seus principais aliados, cotados para postos-chave na campanha presidencial, estão na mira da Justiça. Na segunda-feira, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi indiciado pela Polícia Federal (PF) por falsidade ideológica eleitoral, o chamado caixa dois. Haddad, que nega a acusação, é cotado para ser um dos coordenadores do programa de governo de Lula. Já a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, ré por corrupção e lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal (STF), pode vir a ser a coordenadora da campanha petista.

Tucano manda brasa

Muito mais por força da conjuntura nacional do que por medo do um dia temido juiz Odilon de Oliveira, André Puccinelli e seu sucessor Reinaldo Azambuja devem estar no mesmo palanque em 2018. Isto, claro, a depender dos desdobramentos das denúncias das operações policiais em que ambos estão envolvidos. O governador tucano disputaria a reeleição com o emedebista candidato ao senado. O ministro Carlos Marun já está cuidando dos detalhes 'técnicos'. Simples assim.

Congresso brasileiro é um dos mais caros do mundo

15/01/2018 - 18h39Salários, verbas extras para moradia, funcionários, aluguel de escritório, telefone, veículos, combustível, divulgação do mandato, passagens aéreas, entre outras coisas. Plano de...

PF indicia ‘reserva’ de Lula por caixa 2 na eleição de São Paulo

A Polícia Federal indiciou o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) pelo crime de falsidade ideológica, também conhecido como caixa 2. No inquérito, aberto em 25 de novembro de 2015, o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, relatou que recebeu um pedido de João Vaccari Neto para pagamento de uma dívida de campanha do então candidato a prefeito, relativa ao pleito de 2012. As declarações de Pessoa foram realizadas no âmbito do seu acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

Trava

Aliados de Murilo Zauith reclamam da demora do ex-prefeito em definir seu futuro político, para que possam saber o que vão fazer da vida. Os candidatos majoritários, principalmente. A todos Zauith tem uma resposta na ponta da língua: esperar o que vai acontecer na política nacional. No plano estadual, a desconfiança é de que estaria no projeto para ser o senador, não um dos candidatos, bem entendido, de Reinaldo Azambuja. Só que, por razões óbvia$, não abre o jogo.

A esquerda e o futuro do país

Não bastam as oscilações positivas na economia para abdicarmos das lutas pela transformação da nação brasileira. Podemos produzir mais, gerar mais empregos, mas ainda haverá milhões de brasileiros nas favelas, chacoalhando horas e horas num transporte público péssimo. Ainda haverá milhões de mulheres mal atendidas nas maternidades, idosos ameaçados pela atual reforma da Previdência, o extermínio de nossa juventude pobre e negra, e a renda do trabalho, formal ou não, se arrastando em percentuais irrisórios da riqueza nacional.

Sinal amarelo

'Está sacramentado minha disputa para o governo. A não ser que (o grifo é do blog) o partido mude de opinião por conta de análise de alguma pesquisa'. A declaração do ex-juiz Odilon de Oliveira está numa matéria do Correio do Estado de hoje, cujo título é: 'Odilon pode desistir do governo se não estiver bem nas pesquisas'. Como pesquisa reflete o momento, e a corrida nem começou ainda!, o ex-juiz deve estar desconfiando, já, que o buraco é bem mais embaixo.

Contragolpe

Que Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, diga que se Lula for preso ela vai com ele para a cadeia, dá até para admitir. Tirante as questões freudianas, pode ser uma premonição, já que a senadora paranaense do narizinho empinado está pra lá de enrolada, também, na Lava Jato. Agora, o deputado João Grandão, discursando desde ontem no Facebook ameaçando que “eleição sem Lula é golpe”, e que “não vamos admitir isso” é acreditar que todo internauta é idiota.

Candidatura de Centro ainda é ‘avenida aberta’

A incerteza em relação às eleições presidenciais levou a uma série de lançamentos de candidatos nos últimos meses em busca de um espaço pelo centro, fugindo da polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC). Mas a indefinição persiste, já que, na maioria dos cenários, todos patinam na casa de um dígito nas pesquisas de opinião. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), rodou diversos estados, e o apresentador Luciano Huck entabulou conversas com movimentos e partidos, mas acabaram se colocando fora da disputa.

Candidata a presidente, jornalista e inicia ‘desconstrução’ de adversários

Desde sábado passado, quando postou um vídeo no Facebook no qual compara o discurso de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ao de Adolf Hitler, a jornalista e ex-apresentadora do 'Jornal Nacional' e outros programas da TV Globo Valéria Monteiro, 52, se tornou alvo de ataques na internet. Pré-candidata à Presidência, ela se filiou na manhã desta sexta-feira (12) ao PMN.

Temer quer Alckmin como candidato ao Planalto

O presidente Michel Temer retomou ontem, na entrevista que deu ao Estadão, um projeto político que estava adormecido desde que o PSDB resolveu sair do governo. Deixou claro na entrevista ao Estadão que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é o candidato preferido para a sua sucessão. Essa avaliação deve necessariamente entrar nas análises tanto do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles quanto do presidente da Câmara Rodrigo Maia. Os dois acham que podem ser o candidato da base aliada, e entendem que Alckmin não pode, porque o PSDB saiu do governo.

Começou…

A depender do jogo de interesses do PDT, fora os nanicos o mais fisiológico dos partidos políticos, o ex-juiz federal Odilon de Oliveira talvez precise buscar uma nova legenda para ter a certeza de que será mesmo candidato, como anda dizendo. Isto por causa da volúpia com que os asseclas do velho cacique João Leite Schimdt estão tratando a coisa, atravessando, inclusive, aqueles que Odilon pretende ter no comando da campanha. Imagina essa gente voltando ao poder...

Com 20 processos, Cabral poderá ter de cumprir 30 anos em regime fechado

O acúmulo de processos contra o ex-governador Sérgio Cabral pode fazer com que ele cumpra 30 anos de prisão — teto estabelecido pelo Código Penal brasileiro — em regime fechado. Isso porque todos os cálculos para direitos na execução penal, como progressão de regime, são baseados no total da pena. Cabral já foi condenado quatro vezes na primeira instância do Judiciário, e suas setenças somam 87 anos e quatro meses de prisão. Na quarta-feira, o ex-governador se tornou réu pela vigésima vez na Lava-Jato — ele aguarda decisão da Justiça em 16 processos, e eventuais condenações podem aumentar o somatório das penas e obrigá-lo a cumprir os 30 anos de prisão em regime fechado.

Deputado petista garante que Lula será candidato, mesmo condenado

Apesar de estar com o julgamento em segunda instância com data e hora marcada, sob o risco de ter a condenação confirmada, os petistas já decretaram que ainda que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, condene o ex-presidente Lula, a decisão não mudará os planos de lançar sua candidatura à Presidência da República. A previsão é que sua pré-candidatura seja anunciada logo após a decisão da Corte, ignorando qualquer que seja o resultado.

Razuk senador

O ex-deputado Roberto Razuk pode ser a alternativa de Dourados para o Senado. “Limpo”, como faz questão de lembrar, depois da pendenga com o Banco do Brasil, o ‘primeiro-damo’ douradense pode disputar com o apoio de um de seus maiores algozes naquele processo, o ex-juiz Odilon de Oliveira, provável candidato a governador que virou sua vida do avesso e não encontrou o que buscava. A estratégia é um contraponto à provável candidatura do arquirrival Geraldo Resende.
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