Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Recursos relativos ao chamado 'quadrilhão do PMDB' na Câmara dominarão as atenções na última semana de julgamento do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017. Relator da Operação Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin já havia decidido submeter ao pleno da corte os pedidos de políticos peemedebistas para suspender as investigações em que figuram como acusados junto com o presidente Michel Temer (PMDB) – que, denunciado por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça, só pode ser investigado com autorização da Câmara, no exercício do mandato, ou depois que deixar a Presidência. Dada a importância do caso, o julgamento poder ter início na terça ou na quarta-feira (20) e terminar no dia seguinte.
“É realmente grande a chance de caminharmos juntos. Como ficha limpa e alguém que não tem ligação com nenhum grupo político eu tenho a liberdade de escolher o melhor caminho e esse caminho, com certeza, é ao lado do povo, pensando no melhor para os municípios e os sul-mato-grossenses”. Senador sem-votos Pedro Chaves, anunciando aliança com o também sem-votos juiz aposentado Odilon de Oliveira. Sem votos, mas com muita bala na agulha. O bicho vai pegar!
O presidente Michel Temer deu posse na tarde desta sexta-feira (15) ao deputado Carlos Marun (PMDB-MS) como novo ministro da Secretaria de Governo. À frente da pasta, o peemedebista do responderá pela articulação do Planalto junto ao Congresso Nacional. O deputado do Mato Grosso do Sul substitui na Secretaria de Governo o tucano Antonio Imbassahy (PSDB-BA), que retomou o mandado de deputado federal.
Preocupado com o impacto que uma condenação em segunda instância possa ter sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o desempenho do partido nas eleições para o Congresso e governos estaduais em 2018, o PT começa a decidir nesta sexta-feira a sua nova estratégia. Os planos são decorrentes da decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de marcar o julgamento do líder petista para o dia 24 de janeiro.
Muito mais que o estradão livre para a Assembleia deixado por Renato Câmara, caso ele aceite a proposta de André Puccinelli para, no maltratado coraçãozinho italiano, ocupar o lugar deixado por Carlos Marun, disputando a vaga federal, o estrago que isso faria no projeto de reeleição de Geraldo Resende, figadal adversário da família Razuk. Esta a razão da discreta aproximação entre Renato e Délia, cujo sonho de mãe é fazer o primogênito Neno Razuk deputado estadual.
Em seu primeiro giro no reduto da concorrência familiar, em visita a Dourados, esta semana, o ‘empresário’ Jamilson Namme, pré-candidato a deputado estadual, apresentou-se como sobrinho do ex-presidente da Assembleia, Jerson Domingos, e filho da ‘benemérita’ ex-vereadora Tereza Namme. Por razões óbvias omitiu o nome do pai, Jamil Name, o famoso Canguru, chefão do jogo do bicho em Campo Grande e principal cabo eleitoral do sempre ético juiz aposentado Odilon de Oliveira.
SÃO PAULO — Após tentar conter a divisão do comando tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que não é fundamental aliança nacional do PSDB com o PMDB, admite que o efeito Aécio prejudica o partido e não afirma se haverá julgamento moral de Temer. Em entrevista ao jornal O Globo FHC fala também do erro de estratégia do prefeito de São Paulo João Doria ao se precipitar com o lançamento de uma candidatura presidencial.
WASHINGTON — Nos Estados Unidos para firmar um acordo de observação eleitoral internacional com a OEA para as eleições gerais do Brasil em 2018, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, disse nesta quarta-feira que o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai dar 'segurança jurídica' e que não há margem para dizer que o caso está sendo motivado por perseguição política. Por outro lado, ele ressalta, em entrevista ao jornal O Globo na capital americana, que nas eleições há o vale-tudo dos argumentos políticos.
O deputado Carlos Marun, preposto de Eduardo Cunha, é o segundo representante do Mato Groso do Sul a assumir um Ministério. Dando tudo certo, fica um ano no cargo. O primeiro foi o senador Ramez Tebet, que em junho de 2001 foi nomeado pelo presidente FHC para o Ministério da Integração Nacional. Mas ele ficou apenas três meses no cargo, retornando ao Congresso para, num acordo político emergencial, assumir a presidência do Senado, após a renúncia de Jader Barbalho.
A devolução antecipada de R$ 4 milhões das sobras do duodécimo que o executivo repassa mensalmente ao legislativo vai permitir à Prefeitura de Dourados quitar o restante da folha salarial de novembro do funcionalismo municipal. A garantia foi dada pela prefeita Délia Razuk, durante ato simbólico, no plenarinho da Câmara de Vereadores, na manhã desta quarta-feira (13).
Quando tudo parecia conspirar para que os três irmãos Trad pudessem, enfim, habitar o melhor dos mundos da política, com Marquinhos bombando na prefeitura da capital, Fábio retornando à Câmara Federal e Nelsinho com a campanha de vento em popa ao Senado, eis que uma canetada do Ministério Público pode comprometer justamente o mais rodado deles: o ex-prefeito Nelsinho, denunciado por improbidade administrativa no imbróglio Omep/Seleta. Pior, juntamente com Bernal e Olarte.
Ao marcar para o próximo dia 24 de janeiro o julgamento do ex-presidente Lula antes do registro de sua candidatura presidencial, o Tribunal Regional Federal (TRF-4) alimenta ainda mais o destino do petista em relação à campanha eleitoral do ano que vem. Caso os desembargadores mantenham a sentença de nove anos e meio de prisão na ação que envolve o tríplex do Guarujá, Lula passa a ser considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa.
Aproveitando o clima natalino a presidente da Câmara Municipal de Dourados, Daniela Hall, deixou as picuinhas partidárias de lado e foi tomar um cafezinho hoje de manhã com a prefeita Délia Razuk. Na carteira, um checão de R$ 4 milhões, de um total de R$ 7 milhões, como sobra do duodécimo, que ela conseguiu economizar em seu primeiro ano de gestão. Com a sugestão de que a prefeita amenize os problemas financeiros de sua combalida secretaria de saúde.
BRASÍLIA - O relator da CPI da JBS, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), pediu nesta terça-feira o indiciamento ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e do ex-chefe de gabinete dele Eduardo Pelella por prevaricação, abuso de autoridade e pela lei de segurança nacional por incitação a subversão da ordem política. O deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) chegou a apresentar um pedido de vista isolado. Entretanto, após a manifestação de outros parlamentares, a vista foi dada em conjunto. Recém-indicado para a Secretaria de Governo pelo presidente Michel Temer, Marun assume a pasta na quinta-feira.
Procuradores da República vão ler com muita atenção o texto que será apresentado pelo relator da CPI da JBS, o ainda deputado Carlos Marun (PMDB-MS), nesta terça (12). Dizem que a CPI não tem poder para indiciar autoridades com foro –caso do ex-Procurador Geral, Rodrigo Janot–, como o peemedebista indica que deve fazer. É o que informa a coluna Painel da Folha de S. Paulo de hoje.
BRASÍLIA — Em carta enviada nesta segunda-feira ao o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin — novo presidente do PSDB —, o prefeito de Manaus e pré-candidato a presidente Arthur Virgílio radicalizou a cobrança pela definição de regras para a realização de prévias para escolha do candidato do partido ao Planalto e desafiou Alckmin a enfrentá-lo 'em campo aberto'.
Dois dias antes de assumir o cargo de ministro da Secretaria de Governo, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) apresentará nesta terça-feira (12) à CPI da JBS seu parecer em que pretende pedir o indiciamento da antiga cúpula da PGR (Procuradoria-Geral da República). Marun disse à Folha de S. Paulo que deverá pedir o indiciamento do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e de Eduardo Pelella, chefe de gabinete braço direito de Janot, e o ex-procurador Marcello Miller.
BRASÍLIA - O futuro ministro da articulação política do governo, Carlos Marun (PMDB-MS), disse nesta segunda-feira que a reforma da Previdência será pautada na Câmara na próxima quinta-feira (14/12) e não sairá mais da pauta até ser votada. Ele assume a Secretaria de Governo nesse mesmo dia, e admite que o governo ainda precisa de 40 a 50 votos para aprovar a matéria. Segundo ele, falta chegar uma 'onda positiva' que possibilite a adesão dos 308 deputados - mínimo necessário para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
11/12/2017 - 12h10Empolgado com a gestão de Geraldo Alckmin no comando do PSDB, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco (PMDB), defendeu...