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sexta-feira, junho 19, 2026

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Sem retorno

Integrante do já não mais tão seleto grupo de políticos que não conseguem sair às ruas ou frequentar ambientes públicos, que são vaiados até mesmo dentro de aviões, o deputado Carlos Marun não pensou duas vezes para aceitar o convite do presidente Michel Temer para ser ministro. Na verdade, um prêmio de consolação por tudo o que ele fez pelo ex-presidente da Câmara e hoje ilustre presidiário Eduardo Cunha, já que dificilmente conseguiria se reeleger deputado.

Líder da tropa de choque de Temer, Marun assume Secretaria de Governo na quinta-feira

O Palácio do Planalto confirmou o convite feito pelo presidente Michel Temer ao deputado Carlos Marun (PMDB-MS) para assumir a Secretaria de Governo, em substituição ao tucano Antonio Imbassahy , que deixou a pasta essa semana, após entregar uma carta pedindo exoneração do cargo. Carlos Marun, que tem 57 anos, é deputado federal do PMDB de Mato Grosso do Sul e tomará posse na próxima quinta-feira (14).

Vai encarar?

A ida de seu preposto Carlos Marun para o Ministério de Temer fortalece ainda mais o projeto de retorno de André Puccinelli ao governo do Estado. Isto, para quem já tem Waldemir Moka e Simone Tebet no cabresto, no Senado, e outro pupilo – Edson Giroto – dando as cartas, ainda, no Ministério dos Transportes. Desde que cessem as visitas da ‘dona justa’ nas boas alvoradas em seu apartamento, bem provável que o juiz aposentado Odilon de Oliveira vá cantar em outra freguesia.

Alckmin ataca ‘ilha da fantasia’ do PT e acena para PMDB

BRASÍLIA - Empossado presidente nacional do PSDB, governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin fez um discurso neste sábado voltado às eleições de 2018. Nele, o tucano indicou ao partido que o adversário nas urnas precisa ser o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que a relação com o governo Michel Temer não deve ser pautada pelo confronto.

Imbassahy pede demissão e abre vaga para Marun no Ministério

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy (PSDB), pediu demissão nesta sexta-feira. A carta de demissão foi entregue por Imbassahy ao presidente Michel Temer por volta das 16h20 em São Paulo, onde os dois cumprem agenda oficial . Temer aceitou o pedido. A cadeira do tucano baiano está reservada ao deputado Carlos Marun (PMDB-MS).

Sem Tiririca, melhor não fica

07/12/2017 - 08h10No mesmo dia em que uma pesquisa de opinião revelou que 60% dos brasileiros consideram ruim ou péssimo o desempenho dos atuais...

Temer esboça com Gilmar, Maia e Eunício proposta de semipresidencialismo

Começou a tomar forma, em encontros nas últimas semanas entre o presidente Michel Temer, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), o esboço de um projeto que muda o sistema brasileiro de governo para o semipresidencialismo.

Baixa

Refém de siglas de aluguel que lotearam a prefeitura com quadros não tão competentes como exige a complexidade da administração de uma cidade do porte de Dourados, Délia Razuk perdeu ontem o mais emblemático de seus secretários – José Elias Moreira, do Planejamento. Com a autoridade de maior administrador que a cidade já teve, Zé Elias saiu apontando divergências com o secretário de Obras, Tahan Mustafá, um dos imexíveis da prefeita.

Força-tarefa pede mais R$ 22 milhões de ressarcimento a Nelsinho Trad

A força-tarefa da Operação Lama Asfáltica ingressou com mais uma ação pedindo ressarcimento de R$ 22,1 milhões aos cofres do Município. Desta vez o foco é a empresa Santa Cruz Construções e Terraplanagem Ltda. que conseguiu R$ 1,7 milhão em contratos com a Prefeitura na época em que Nelsinho Trad (PTB) administrava a cidade. O pedido faz parte da série de ações ajuizadas pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual) para investigar possível esquema de desvio de verba por meio do serviço de tapa-buraco entre 2010 e 2012. Para que a apuração não ficasse muito abrangente, foram instaurados procedimentos investigativos próprios para cada uma das empresas contratadas pelo Executivo à época.

Trauma

“Não acho bom que fundo seja bancado pelo governo. Os valores a ele destinados devem vir de multas, autarquias, doações entre outros”. Justificativa de voto do deputado petista João Grandão, ainda escaldado pelas pendências judiciais do escândalo das ambulâncias, quando era deputado federal, ao se posicionar contra a alocação de recursos oficiais para sustentar o tal Fundo Estadual de Combate a Corrupção, aprovado ontem pela Assembleia Legislativa.

Rejeição ao trabalho do Congresso bate recorde

A rejeição ao trabalho do Congresso Nacional atingiu o seu maior número na história recente. Pesquisa Datafolha realizada nos dias 29 e 30 de novembro mostra que 60% dos brasileiros consideram ruim ou péssimo o desempenho dos atuais 513 deputados federais e 81 senadores. Já a aprovação desceu a apenas 5%, também o pior número já registrado.

Então tá…

A Assembleia Legislativa aprovou ontem a criação do Fundo Estadual de Combate a Corrupção. Com orçamento inicial de R$ 1 milhão, a ideia é dar aos órgãos de controle interno condições de fiscalizar e reprimir a prática de atos ilícitos relacionados à corrupção para evitar a concorrência desleal que afeta a qualidade dos serviços públicos e agrava a desigualdade social, que cria instabilidade política e jurídica, gerando perda da confiança nas instituições públicas.

Pés no chão

O deputado Renato Câmara desistiu de sonhar mais alto com a política. Na eleição para prefeito de Dourados chegou a se lançar candidato a governador, mas com a fubecada nas urnas voltou a focar seu trabalho em sua base eleitoral, no vale do Ivinhema. Tanto assim que na convenção em que o PMDB desagravou André Puccinelli nem se preocupou em se colocar como opção, preferindo, garbosamente, posar para selfies com os primos, da família Matos, seus assessores de gabinete.

Ofensiva por reforma da Previdência inclui promessas eleitorais

Com o prazo cada vez mais apertado para votar a reforma da Previdência, o governo iniciou uma ofensiva junto aos parlamentares da base contrários à proposta, incluiu os presidentes dos partidos na negociação, além dos líderes, e cobrou mais atitude dos ministros do bloco de apoio. No jantar de domingo, na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o governo mudou sua estratégia e acenou até mesmo com promessas de apoio nas eleições de 2018 para convencer os deputados a votarem a favor das mudanças na aposentadoria. Lembrou que quem votar pela aprovação poderá ser beneficiado em coligações e na distribuição de tempo de TV e de recursos para suas bases, além do fundo eleitoral.

Voto do relator levou quase 5 meses para ficar pronto

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), responsável pela análise das sentenças de primeira instância da Justiça Federal do Paraná, pode decidir de forma mais rápida sobre a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do tríplex do Guarujá, em relação à média dos demais processos da Lava-Jato. O desembargador João Pedro Gebran Neto levou apenas 142 dias para preparar seu voto, contados desde a sentença do juiz Sergio Moro, e encaminhá-lo ao revisor, Leandro Paulsen, o que foi feito na última sexta-feira. O texto de Gebran ficou pronto em menos da metade do tempo na comparação com a média de outros processos, embora este não tenha sido o voto mais célere.

PGR denuncia Geddel por lavagem de dinheiro e organização criminosa

BRASÍLIA — A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma denúncia contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima por lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia se refere ao caso dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador que seria ligado ao ex-ministro. Segundo o 'G1', também foram denunciados o irmão de Geddel, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA); sua mãe, Marluce Vieira Lima; o ex-assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão; ex-diretor da Defesa Civil de Salvador Gustavo Ferraz; o sócio da empresa Cosbat Luiz Fernando Costa Filho.

Vovorista

Embora emocionado e agradecido pelo cordão de ilustres puxa-sacos de sábado passado, a decisão de André Puccinelli de não se arriscar como candidato está tomada. E é uma decisão familiar, depois da terrível experiência de ter o filho como companheiro de cárcere. Só o desejo de vingança contra Reinaldo Azambuja, pelo apoio logístico que motivou a delação premiada de Ivanildo Miranda para reverter este quadro. Mesmo assim, uma possibilidade muito remota.

Governo terá candidato e não será Alckmin, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirma que o governo de Michel Temer terá um candidato à Presidência em 2018 e que ele não será Geraldo Alckmin (PSDB). Na avaliação do ministro, o Planalto deve apoiar quem defenda por completo a atual política econômica, o que, segundo ele, não é compatível com o discurso do governador de São Paulo.

Movimento ‘Agora!’ une progressistas e liberais

Com fundadores de polos opostos, como um ex-integrante dos governos Lula e Dilma e outro que faz parte do governo Temer, e de perfis heterogêneos, como o idealizador da Parada Zen e o presidente do Grupo Iguatemi de shoppings, o movimento 'Agora!', que defende a renovação da política, pretende propor uma agenda para o país, lançar candidatos que defendam essa plataforma nas eleições e oferecer quadros técnicos para compor governos a partir de 2019.

Alckmin já articula por apoio do PMDB

A indicação de Geraldo Alckmin para a presidência do PSDB impôs novo ritmo à aproximação do tucano com os peemedebistas, grupo com o qual ele não pretendia avançar tão cedo nas negociações que miram as eleições de 2018. De imediato, o governador de São Paulo terá duas missões que servem como teste de fogo para uma aliança, que pode dar ao partido um acréscimo significativo no tempo de TV durante a campanha: a garantia de votos do PSDB na reforma da Previdência e a condução do desembarque dos tucanos que ocupam cargos no governo.
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