Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Médico por formação, o senador Waldemir Moka nem se deu ao trabalho do procedimento elementar numa consulta, o de auscultar – um que fosse, dos cerca de cinquenta correligionários com os quais se reuniu no último final de semana em Dourados – a respeito do maior sonho de consumo regional. Chegou e já foi colocando como irreversível sua candidatura à reeleição, só não pedindo pelo amor de Deus, mas dando a entender que seu retorno ao Senado é uma questão de sobrevivência.
O presidente Michel Temer (PMDB) e seus articuladores entram, a partir desta semana, em um momento decisivo para destravar a reforma da Previdência. O desejo do Planalto de ver a pauta aprovada ainda este ano depende cada dia mais de uma base desarticulada e insatisfeita, que cobra as faturas do apoio ao peemedebista. O governo quer colocar a medida em votação – com o apoio da base – o quanto antes. Temer e aliados reconhecem que, quanto mais perto do momento eleitoral, menores as chances de pautar e aprovar a matéria. Atualmente, especula-se que a reforma da Previdência tenha entre 250 e 270 votos favoráveis, bem menos que os 308 que uma PEC exige para ser aprovada.
Enrolado, juntamente com o filho, nas denúncias de fornecimento de notas frias pelo dono da JBS, o deputado Zé Teixeira é, por enquanto, só mimos com Delia Razuk na interlocução com Reinaldo Azambuja. A esperança dele é que não vingue o projeto de Neno Razuk de ocupar a cadeira que um dia foi do pai, Roberto, na Assembleia Legislativa. Vingando, há dúvidas, inclusive, quanto a continuidade da parceria da prefeitura com o governo do qual ele é avalista em Dourados.
Investimentos em programas sociais, privatizações e uma política dura de segurança deverão estar juntos no palanque de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2018. Para furar a polarização entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PSC) na campanha presidencial, o tucano começou a montar um discurso híbrido em sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
Não que não esteja gostando dos dias que está vivendo no paraíso – o Senado da República –, mas como professor, homem de letras e de números, mesmo picado pela mosca azul, o sem votos Pedro Chaves estaria jogando a toalha. Por mais que tenha muita bala na agulha, sabe que é quase impossível um retorno, ops!, agora pelo voto, competindo com um candidato ungido pelo governo do estado, outro pelo governo federal. A decisão, aliás, teria sido uma imposição familiar.
SÃO PAULO E BRASÍLIA - O presidente Michel Temer apresentava obstruções superiores a 90% em uma das artérias principais e duas secundárias do coração, disse neste sábado o cardiologista Roberto Kalil Filho, ao explicar o quadro que levou o peemedebista a ser submetido a um cateterismo. A intervenção ocorreu na noite de sexta-feira e se estendeu até o início da madrugada deste sábado, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Mais um legado de Murilo Zauith que sua sucessora Délia Razuk estava disposta a manter intocável, o “Dourados Brilha” teve sua realização proibida pelo Ministério Público. Por razões óbvias. Os promotores alegaram que um município que não consegue bancar a folha de pagamentos e os serviços básicos, como os de saúde e os tapa-buracos não pode ficar queimando fogos ou gastando energia, mesmo que por pouco tempo para manter algumas lampadinhas penduradas nas árvores centrais.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) anunciou na manhã dessa sexta-feira (24) investimentos em obras para Dourados, entregou viaturas policiais, equipamentos de proteção e celebrou oficialmente serviços já concluídos. A prefeita Délia Razuk (PR) enalteceu as ações que impactarão em qualidade de vida para os douradenses e aproveitou a oportunidade para solicitar outros investimentos para recuperação do asfalto das ruas no centro da cidade.
BRASÍLIA — O ministro dias Tóffoli pediu nesta quinta-feira vista do processo sobre foro privilegiado. Com isso, a decisão final foi adiada. Não há data para o julgamento ser retomado. Sete dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram pela restrição da regra do foro privilegiado para deputados e senadores.
O PMDB, partido do presidente Michel Temer, decidiu expulsar a senadora Kátia Abreu (TO) da legenda. A decisão foi anunciada após reunião do conselho de ética do partido, no qual os integrantes do colegiado aprovaram, por unanimidade, parecer pela expulsão da senadora tocantinense e o cancelamento de sua filiação partidária. Antes do PMDB, Kátia esteve nos quadros do PSD e do DEM.
Em um jantar no Palácio da Alvorada preparado para cerca de 300 deputados da base aliada, mas com a presença de pouco mais de 170, o presidente Michel Temer (PMDB) apresentou o novo texto da reforma da Previdência. Sob o discurso de cortar privilégios de servidores, a versão apresentada durante o jantar tem regras mais rígidas de aposentadoria para o servidor público na comparação com outros trabalhadores da iniciativa privada.
A polícia batendo à porta de políticos todo dia, com ilustres lideranças contribuindo para aumentar ainda mais a superpopulação carcerária, e alguns ‘desavisados’ insistem em afrontar a legislação. É o caso do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad. Ele faz seus ‘corres’ pelo interior em carro oficial, como médico da secretaria de saúde do Estado, com a desculpa de fazer palestras, mas aproveitando a gasolina e as diárias para tentar emplacar como candidato ao Senado.
BRASÍLIA - A conta no Twitter do Palácio do Planalto divulgou, por engano, que o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MT) tomaria posse na Secretaria de Governo nesta quarta-feira, na mesma cerimônia em que Alexandre Baldy (Sem partido-TO) viria a assumir o Ministério das Cidades. Auxiliares do Presidente Michel Temer chegaram a confirmar que Marun seria o substituto de Antonio Imabasshy (PSDB-BA), mas depois o Planalto negou a informação.
22/11/2017 - 17h05Adversário declarado do presidente Michel Temer, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) voltou a desferir em plenário acusações agudas contra a gestão do...
A comunicação do Palácio do Planalto informou há pouco que está mantida a possa, nesta quarta-feira (22), do novo ministro das Cidades, deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO), em substituição ao colega Bruno Araújo (PSDB-PE), que encaminhou carta de exoneração ao presidente Michel Temer na semana passada. Mas, ao contrário do que foi amplamente noticiado na imprensa nacional, ainda não está decidida a nomeação do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos mais fieis escudeiros do presidente e integrante de sua “tropa de choque” na Câmara, para substituir o tucano Antonio Imbassahy (BA) na articulação política (Secretaria de Governo).
O presidente Michel Temer (PMDB) decidiu nomear um novo articulador político para o Palácio do Planalto. O escolhido foi o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), conhecido por ser um dos mais fieis escudeiros do presidente e integrante de sua “tropa de choque” na Câmara. O amigo peemedebista entrará no lugar do tucano Antonio Imbassahy (BA).
Primeiro a prisão do ex-governador André Puccinelli e o filho, conceituado jurista, num dos desdobramentos da lama asfáltica. Agora, a prisão, por compra de votos, do casal de ex-governadores do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e Rosinha Mateus. Daí a angústia vivida por alguns até então intocáveis, principalmente – pais e filhos, também – os boiadeiros infiltrados na política e flagrados nos escândalos da JBS, que passa, necessariamente, pelo Mato Grosso do Sul.
A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira mandados de prisão preventiva contra os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, ambos do PR. Eles são acusados, ao lado de outras seis pessoas, de integrarem uma organização criminosa que arrecadava recursos de forma ilícita com empresários com o objetivo de financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Rosinha foi presa em Campos e Garotinho, no Flamengo, na zona sul do Rio. O ex-governador já deixou a PF, no Rio. Ele foi para o IML e em seguida para a Cadeia de Benfica, onde estão Sérgio Cabral e os deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB.
A turma que andou escorregando na lama asfáltica não deve ter gostado do que ouviu ontem do novo diretor geral da PF, Fernando Segóvia, em pleno Jornal Nacional, da Rede Globo. Por mais que pareça protegido e, como tal, simpático a Michel Temer, aliado de André Puccinelli e Cia., o novo xerife citou a mais vultosa operação da PF em Mato Grosso do Sul como uma das prioridades de sua gestão. Ao lado, claro, do escândalo da JBS, que também pega muita gente boa no estado.
Pré-candidato à Presidência da República, o senador Alvaro Dias (Podemos) promete ser o candidato da mudança. Em sua sétima legenda, Alvaro afirma que sempre foi coerente e que sua candidatura pretende combater as grandes forças partidárias. Para ele, que formalizou sua pré-candidatura neste domingo (19), não existe partido político no Brasil, apenas siglas.