Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Era só o que faltava neste Brasilsão da corrupção! Defender a bandidagem da política pode ser quesito a pesar na balança na hora de ter o nome lembrado para ministro de estado. Parece ser o caso do espalhafatoso puxa-saco-mór da República, o deputado Carlos Marun. Pelos bons serviços prestados na defesa de André Puccinelli, do presidiário Eduardo Cunha e, principalmente, de Michel Temer, está na boca para ser ministro da secretaria de governo. De Temer, claro!
“Se dependesse da vontade do André, a convenção não seria adiada, ele já queria ir no sábado para assumir a presidência do partido”. Palavras do desassossegado deputado Carlos Marun, fiel escudeiro não apenas do ex-governador preso na semana passada, mas também de outro presidiário, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do pra lá de encrencado Michel Temer. “Até que ele estava mais tranquilo, mas a família não, o sofrimento é muito grande”, disse, condoído.
20/11/2017 - 06h51Confirmada oficialmente neste fim de semana como pré-candidata à Presidência, a deputada estadual Manuela D'Ávila (PC do B-RS), 36, elenca como um...
Em semana que pode ser decisiva para a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer se reaproximou do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e conferiu a ele poderes para recompor os postos-chave do Ministério das Cidades. Além de emplacar o deputado Alexandre Baldy, de quem é amigo pessoal, no comando da pasta, Maia vai dividir com os partidos que compõem o chamado centrão (PP, PSD, PR, PRB, PTB e PSC) a secretaria-executiva e as secretarias de Habitação, de Saneamento, Desenvolvimento Urbano e de Mobilidade Urbana. O presidente da Câmara também vai ajudar Temer na reforma ministerial e na tentativa de segurar votos do PSDB.
Pré-candidato à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) começou nos últimos meses a flertar com o mercado financeiro e tenta se apresentar como representante de uma linha liberal no campo econômico. A atuação dele como parlamentar, no entanto, foi exatamente oposta durante o período de estabilização econômica e abertura do mercado brasileiro, na década de 1990. Bolsonaro votou e militou contra o Plano Real, contra a quebra dos monopólios do petróleo e das telecomunicações e contra as reformas administrativa e da Previdência, que buscavam dar racionalidade às contas públicas.
Fundado em 12 de fevereiro de 2011, o Partido Novo oficializou a candidatura do empresário João Amoêdo à Presidência da República nas eleições de 2018. A decisão foi oficializada ontem (sábado, 18), em São Paulo, durante o terceiro encontro nacional da legenda, que Amoêdo ajudou a fundar. Ex-técnico da seleção brasileira de vôlei e filiado ao partido, Bernardinho foi um dos destaques do evento.
Depois de um café da manhã com analistas de mercado e investidores, em Nova York, um e-mail pulou na caixa de entrada de Gerald Brant, cicerone de Jair Bolsonaro em recente viagem aos Estados Unidos. A reputada especialista em América Latina Shannon O'Neil escrevia para convidar o pré-candidato a presidente do Brasil a ter uma reunião reservada na sede do Council of Foreing Relations, prestigiado 'think tank' (centro de estudos) americano.
Dos R$ 7,5 bilhões que o presidente Michel Temer, via equipe econômica, descontingenciou do orçamento de 2017, R$ 593,4 milhões serão destinados ao pagamento de emendas parlamentares, dinheiro assegurado a deputados e senadores para que eles usem livremente em seus redutos eleitorais. O descongelamento orçamentário, anunciado ontem (sexta, 18) pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, é decorrência do aumento de receita estimado depois de concessões, precatórios e aumento de arrecadação, segundo relatório bimestral de receitas e despesas.
Como um elefante numa loja de cristais. Assim estão sendo vistos os primeiros passos do ex-juiz Odilon de Oliveira em sua recém-iniciada caminhada política. Tal qual Lula, proclamando-se a alma mais honesta do mundo, o pretenso candidato pedetista a governador vem dizendo, para desespero de Schimdt e Cia., que não quer prosa com a bandidagem da política. Certamente o meretíssimo não conhece o velho ensinamento mineiro de que a política é a arte de ciscar pra dentro.
“No governo atual, de Reinaldo Azambuja, as tratativas de propina se deram inicialmente por Joesley Batista através de Ivanildo, durante o período da campanha eleitoral. Após eleito, as tratativas passaram a ser diretamente com Wesley Batista, e operacionalizadas por Valdir Boni. As propinas então foram pagas diretamente ao Sr. Governador Estado”. Termo da delação premiada dos donos da JBS sobre o propinoduto iniciado no governo Zeca do PT. Mas preso, só André Puccinelli!
De anônimo gerente de banco a próspero empresário urbano e rural, Ivanildo da Cunha Miranda vem a ser um dos mais atuantes operadores financeiros do universo político e empresarial em Mato Grosso do Sul. Entretanto, a partir do momento em que passou a operar também no submundo, enveredou-se por labirintos tão tortuosos e escuros que o fizeram se perder. Sem saída, apanhado por operações de combate à corrupção, só encontrou um jeito, o único, para escapar da desgraça total de uma rigorosa e exemplar condenação: colaborar com a Justiça na condição de delator.
Mesmo depois da prisão preventiva do ex-governador André Puccinelli, durante a quinta fase da Operação Lama Asfáltica, ele permanece como principal aposta do PMDB para as eleições de 2018. A informação é do deputado e presidente estadual da sigla, Junior Mochi.
Com um amigo-aliado como Carlos Marun, André Puccinelli não precisa de inimigos ou de adversários. Depois do sucesso que fez cantando Benito de Paula, logo após seu chefe número três, Michel Temer, se livrar da cassação, Marun resolveu atacar hoje de Roberto Carlos, depois da libertação de André Puccinelli, chefe número um (lembrando que o chefe número dois é Eduardo Cunha). “Ele voltou, voltou para ficar...”, cantou o guasca fiasquento, para arrematar: André, governador!
15/11/2017 - 14h36Todos os partidos terão de enfrentar dilema moral em 2018NOVA YORK - Sem debater a "guerra interna" no PSDB, o ex-presidente Fernando...
O ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), e seu filho André Puccinelli Júnior, conseguiram habeas corpus e serão soltos, conforme determinação do TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região. Considerando que a Polícia Federal chegou à casa de Puccinelli às 6h da manhã desta quinta-feira, a liberdade foi concedida 30 horas depois.
15/11/2017 - 08h17Na delação premiada acordada com a Polícia Federal, o ex-operador de André Puccinelli, Ivanildo da Cunha Miranda, detalhou o suposto esquema de...
O juiz federal Ney Gustavo Paes de Andrade, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, manteve a prisão do ex-governador André Puccinelli (PMDB), do filho André Puccinelli Júnior e outros dois presos nesta terça-feira (14) pela 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, denominada Papiros de Lama. O magistrado perguntou ao ex-governador se foi bem tratado hoje (14), se toma algum remédio e se teria alguém que poderia levar os medicamentos na prisão. Puccinelli fez exame de corpo de delito antes de seguir para a audiência de custódia.
A prisão de André Puccinelli pode levar de roldão não apenas aliados como também notórios adversários políticos. A começar pelo patrocinador dos honorários advocatícios à conceituada banca onde foi acertada a delação de Ivanildo Miranda. A triangulação passa por atuais e ex-integrantes dos principais gabinetes do Parque dos Poderes. Ou seja, antecessores e sucessores de Puccinelli. Um importante ex-assessor petista teria sido o responsável pela entrega da mala-preta.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Esta a situação do PMDB do Mato Grosso do Sul depois da prisão de André Puccinelli, potencial candidato ao retorno, ops!, diante do arco de alianças que se vislumbra para 2018. Ou seja, independentemente de sua situação jurídica o ex-governador continua candidato. Esta a opinião de um dirigente partidário que esteve com ele algumas horas antes da prisão, ao informar que ele já esperava pelo pior.
14/11/2017 - 11h31Havia quatro mandados de prisão, seis de condução coercitiva e 24 de busca e apreensãoA Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta...