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sábado, junho 20, 2026

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Dois mais dois

A assessoria de Geraldo Resende fazendo questão de esclarecer um dado relevante que ‘passou batido’ pelos jornalistas chapas-brancas locais: para cada Real liberado pelo governo federal das emendas parlamentares o governo do estado é obrigado a dar a contrapartida, dobrando o valor. Assim, só nesta fornada do figadal adversário Délia Razuk abocanhou R$ 7,8 milhões para pavimentação asfáltica. O mesmo valendo, claro, para os caraminguás de Henrique Mandetta – R$ 1,6 milhão.

Wilson Barbosa Martins, cem anos

Hoje, dia 21 de junho de 2017, quero celebrar os cem anos de existência de Wilson Barbosa Martins, um homem inteligente, honrado, corajoso e um dos mais importantes protagonistas da história de Mato Grosso do Sul. A trajetória pessoal, profissional e política do dr. Wilson é notável. Formado advogado pela Universidade de São Paulo, voltou à terra natal, Campo Grande, para exercer o seu ofício e participar ativamente da política, sendo inclusive um dos fundadores da União Democrática Nacional (UDN), no antigo Mato Grosso, em 1945.

Te cuida Délia!

Um diagnóstico para Plano de Ação e Governo na cidade de Dourados – enfoque econômico. Não, não é nenhum desses caríssimos trabalhos de Consultoria rotineiramente encomendados pela prefeitura. Nesses tempos bicudos, trata-se, apenas, do sugestivo título do TCC de um dos herdeiros do grupo Campina Verde, Aurélio Rolim Rocha, que acaba de concluir o curso na FGV. Para quem já fala em ser governador, bom mesmo baixar a bola buscando inspiração amassando barro pela periferia.

PF encontra indícios de crime de corrupção contra Temer

BRASÍLIA — O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu relatório parcial das investigações da Polícia Federal no inquérito do qual o presidente Michel Temer faz parte. Para os investigadores, houve crime de corrupção. A conclusão leva em consideração, além dos indícios e de outras provas, duas conversas entre o diretor da JBS Ricardo Saud e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures que já foram periciadas e ajudam a reforçar os indícios de crime.

Cunha contradiz Joesley e diz que empresário discutiu impeachment com Lula

O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) confrontou o empresário Joesley Batista e afirmou que se reuniu com o dono da JBS e com o ex-presidente Lula, em março de 2016, para discutir o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

De revesgueio

A prefeita Délia Razuk mandou seu secretário de Planejamento, José Elias Moreira, representá-la hoje no ato de liberação (agora via governo do Estado) de mais uns caraminguás para pavimentação asfáltica. Coincidência ou não, a maior parte dos recursos (R$ 3,9 milhões) são de emendas apresentadas pelo deputado tucano Geraldo Resende, desde a última eleição seu mais figadal adversário político. O outro tiquinho (R$ 804 mil) foi emenda do deputado Henrique Mandeta.

Antes de embarcar para a Europa Temer articula base para barrar denúncia de Janot

BRASÍLIA E SÃO PAULO - O governo espera que a primeira viagem internacional do presidente Michel Temer após a eclosão da crise política deflagrada pela delação da JBS, em uma semana esvaziada no Congresso devido às festas juninas, permita ao Planalto se preparar para a tempestade que deverá se instalar na próxima semana, com a apresentação da denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Os articuladores políticos foram orientados ao longo do fim de semana, em reuniões no Palácio do Jaburu, a trabalhar para encontrar um relator favorável ao governo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que precisa analisar a admissibilidade da denúncia, antes da votação em plenário. Também atuarão para evitar que a oposição consiga o apoio de 342 deputados para endossar as acusações do procurador-geral e permitir ao Supremo Tribunal Federal (STF) levar o caso adiante.

Camelódromo indígena

Um espaço para os moradores da reserva indígena de Dourados vender seus produtos – artesanal ou da agricultura familiar –, uma obra barata, que requer piso, teto, sanitários e espaço suficiente para os boxes. Simples assim. Com este argumento o professor e ex-prefeito petista Laerte Tetila convenceu Délia Razuk a implantar o Centro de Comercialização por ele idealizado à margem da rodovia Pedro Palhano, entre Dourados e Itaporã, cruzando as aldeias o Jaguapiru e Bororo.

Governo Temer parece ter ficado mais forte à medida que perdeu a vergonha

Bom, se alguém tinha alguma dúvida, Joesley Batista, na 'Época', e Lúcio Funaro, na 'Veja', disseram com todas as letras que Temer era uma peça importante no esquema de corrupção do PMDB da Câmara. Se alguém disser que teve um infarto com o susto da descoberta de que Temer é picareta, sugiro checar se o colesterol já não estava alto.

Aliados planejam esvaziar sessão na Câmara para salvar Temer

Um dos planos traçados por aliados de Michel Temer para mantê-lo no cargo consiste no esvaziamento da sessão da Câmara dos Deputados que irá analisar a denúncia criminal contra o presidente. A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nos próximos dias a acusação formal contra o peemedebista em decorrência da delação dos executivos da JBS.

Primazia

Em entrevista à revista Época o dono do JBS, Joesley Batista, garante que quem inaugurou o sistema de corrupção por ele agora denunciado foi o governo de Zeca do PT. ‘Vi uma estrutura organizada no andar de cima, com o governador. As coisas no estado só funcionariam se estivéssemos alinhados com eles. Esse esquema perdurou até hoje. foi do PT ao PMDB e, agora, está no PSDB. Tudo com o mesmo modelo, o mesmo modus operandi'.

Temer lidera maior e mais perigosa organização criminosa do país

RIO - O empresário Joesley Batista, dono da JBS e delator na Operação Lava-Jato, afirmou que o presidente Michel Temer lidera “a maior e mais perigosa organização criminosa” do Brasil. A declaração foi dada em entrevista à revista Época, na qual descreve a relação que mantinha com Temer, os pedidos de propina que teriam sido feitos pelo presidente e seu grupo político e as negociações para os pagamentos ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha depois de preso.

Correndo por fora

O deputado peemedebista Renato Câmara não está nem um pouquinho preocupado com o ‘consenso’ em torno do nome de Júnior Mochi, também do PMDB, de Coxim, como candidato a governador em caso de uma hecatombe política decorrente das delações da JBS. Assim como seu colega presidente da Assembleia entre os órfãos de André Puccinelli, o representante da Grande Dourados se coloca como alternativa, principalmente se este ‘consenso’ abranger também o legado de Reinaldo Azambuja.

Rodrigo Maia trava pedidos de impeachment, e oposição promete ir ao STF

BRASÍLIA — Um mês após a apresentação de vários pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer a partir da divulgação da delação da JBS, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não se posicionou sobre nenhum deles. A oposição cobra uma resposta de Maia, que é o responsável por dar continuidade ou arquivar os pedidos, e já promete inclusive ir ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Novo depoimento de Funaro à PF pode complicar a situação de Temer

BRASÍLIA E SÃO PAULO — Em um segundo depoimento à Polícia Federal, nesta quarta-feira, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro fez revelações que podem complicar ainda mais a situação do presidente Michel Temer e do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, investigados por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça. Chamado para esclarecer pontos incompletos do interrogatório anterior, ocorrido no dia 2 deste mês, Funaro respondeu a todas as perguntas do delegado que está à frente do inquérito. O depoimento se prolongou por mais de quatro horas, o que indicaria o forte interesse dos investigadores nas informações fornecidas pelo operador.

Bola da vez

Inicialmente pensando no Senado ou em fazer companhia na recandidatura de Reinaldo Azambuja, o presidente da Assembleia, Júnior Mochi, começa a ser visto como alternativa no esquema do próprio Azambuja, diante do turbilhão da Lava Jato que abalou também as estruturas do Parque dos Poderes. Ele seria, assim, o maior beneficiado com o plano engendrado em nível nacional para salvar não apenas a pele de Michel Temer e Aécio Neves, mas também a pátria tucano-peemedebista.

Temer apressa renegociação de R$ 50 bi em dívidas com BNDES

BRASÍLIA e RIO - Em busca de apoio em meio à crise política, o presidente Michel Temer reuniu ontem 20 governadores e vice-governadores em um jantar no Palácio da Alvorada. O encontro foi intermediado pelo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, que enviou ofício aos estados com a promessa de tratar da repactuação das dívidas dos governos regionais com a instituição. Essa renegociação havia sido aprovada pelo Congresso há seis meses, mas ainda não saiu do papel por falta de regulamentação. No total, os valores envolvidos somam R$ 50 bilhões.

Pizza de picanha

Ponta-de-lança das campanhas de Reinaldo Azambuja, o deputado Zé Teixeira não quer que a CPI da JBS na Assembleia Legislativa investigue os ex-governadores Zeca do PT e André Puccinelli. Por mais estranho que possa parecer ele defende a apuração apenas das acusações contra o atual governador. “Não tem nada a ver pegar ex-governadores, isso foge do lapso temporal”, ensina o demo, também um dos encalacrados com as denúncias do dono frigorífico onde entrega suas boiadas.

Moro condena Cabral a 14 anos e dois meses de prisão por corrupção e lavagem

SÃO PAULO — O juiz Sergio Moro condenou nesta terça-feira o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral a 14 anos e dois meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, mas inocentou a mulher dele, a advogada Adriana Ancelmo. O peemedebista é ainda réu em outros noves processos. O ex-governador do Rio foi condenado por recebimento de R$ 2,7 milhões em propinas das obras de terraplanagem do Comperj, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, com base em provas e depoimentos de delação de executivos da construtora Andrade Gutierrez.

‘É uma incoerência que a História nos colocou’, diz Tasso, sobre apoio a Temer

BRASÍLIA — Visivelmente desconfortável com a manutenção do apoio ao governo do presidente Michel Temer, o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissatti (CE) disse que sua posição foi vencida pela posição majoritária da Executiva, dos governadores e prefeitos presentes, mas não poupou o governo de críticas. Sobre a disposição do partido de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de inocentar a ex-presidente Dilma Rousseff e Temer, Tasso reconheceu que é difícil entender o fato do partido continuar no governo e continuar pedindo a cassação do presidente.
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