Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
BRASÍLIA – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, marcou nesta terça-feira o julgamento da cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer para os dias 6, 7 e 8 de junho. Ontem, o relator do processo, ministro Herman Benjamin, liberou o caso ontem para a pauta de julgamentos. Inicialmente, a expectativa do início do julgamento era em maio. O atraso será importante para os ministros Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira, que tomaram posse no TSE recentemente, terem mais tempo para estudar melhor o processo – que já soma 29 volumes, com várias provas anexadas e depoimentos de mais de 50 testemunhas.
André Puccinelli (PMDB) está fora da disputa eleitoral de 2018 e a sua convicção de não concorrer mais à sucessão estadual se consolidou com a Operação Máquinas de Lama, da Polícia Federal, quando foi levado coercitivamente para depor. É o que informa, assim, peremptoriamente, o jornalista Adilson Trindade, sempre presente nos rega-bofes oferecidos ao ex-governador no ‘cafofo’ de Antônio João Hugo Rodrigues, no jornal Correio do Estado.
Em um novo parecer encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, voltou a pedir a cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) nas eleições de 2014, informaram fontes que acompanham o caso. A manifestação de Dino, feita no âmbito da ação que apura se a chapa Dilma-Temer cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger, pede que apenas a petista seja declarada inelegível por oito anos.
O ex-governador André Puccinelli (PMDB) teve o pedido de prorrogação do prazo para o pagamento da fiança de R$ 1 milhão estendido por mais cinco dias úteis. Até a segunda-feira (22) que vem, André terá que pagar o valor para não ser obrigado a cumprir prisão em regime fechado. A decisão foi do juiz substituto Fábio Luparelli.
Em entrevista a rádios regionais na manhã desta segunda-feira (15/5), o presidente Michel Temer voltou a refutar a informação de que ele teria comandado reunião para tratar de pagamento de propinas ao PMDB, que somariam US$ 40 milhões, conforme disse em delação premiada o ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial Márcio Faria. Para Temer, essas acusações são 'fantasiosas'. O executivo disse que, nesse encontro, Temer sentava-se à cabeceira da mesa para combinar o valor.
Foi dar ganja pro homem, olha o que aconteceu! De suplente do petista cassado Delcídio do Amaral, o empresário (até que prove em contrário) sem-votos que virou senador agora já sonha ser governador do Estado. O que os sites e blogs de Campo Grande que estão enchendo a bola de Pedro Chaves não estão querendo contar é que, na verdade, ele faz parte do projeto de outro outsider da política, o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, para, quem sabe assim, tentar continuar senador.
Em processo de recuperação de uma cirurgia na próstata, o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, está mergulhado nas negociações para a aprovação da reforma da Previdência. Celebrando um ano de governo Temer, afirma, em en trevista ao ***Correio Braziliense*** que o sucesso da equipe econômica veio antes do esperado, embora admita o peso do desemprego na baixa avaliação da administração do peemedebista.
A informação de que a Justiça Federal irá investigar Delcídio do Amaral pelo inusitado encontro com o marqueteiro João Santana para tratar de propina na sauna de sua casa em Campo Grande faz lembrar um antigo sucesso da banda Ultraje a Rigor: ‘Que legal nós dois aqui pelados... que nem no banho por baixo da etiqueta, é sempre tudo igual, o curioso e a xereta, que gostoso, sem frescura... proibido pela censura, o decoro e a moral... pelado, pelado, nu com a mão no bolso!’.
A defesa do ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, José Riva, requereu à juíza Selma Arruda, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que oficie o Poder Legislativo a disponibilizar os relatórios de almoxarifado da Casa referentes aos anos de 2008 a 2014.
14/05/2017 - 10h01Prefeita aproveitou encontro de políticos no evento para conclamar à união de todos para fazer a sociedade crescerA prefeita Délia Razuk anunciou,...
LONDRES - Dias após ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu na Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro disse neste sábado, em Londres, que 'julgamentos não são políticos' e defendeu uma aplicação 'ortodoxa da lei' por juízes. O juiz fez a declaração em palestra no Brazil Forum, em mesa da qual participava ainda o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que, segundo a publicitária Mônica Moura, foi responsável pela antecipação de ações da Lava-Jato à ex-presidente Dilma Rousseff. Cardozo nega. Moro foi recebido com aplausos e vaias por um auditório lotado.
13/05/2017 - 14h33Sob condução coercitiva, Mauro Cavalli e Rudel Sanches prestaram depoimento na sexta-feiraDois dos foragidos da Operação Lama Asfáltica apresentaram-se ontem na sede...
O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, foi próximo do ex-presidente Lula até 2006. Onze anos e um mensalão depois, ele aposta que o petista não voltará à Presidência e que, 'se voltar, voltará para o ódio'. Em 2005, Jefferson teve seu mandato cassado na Câmara por quebra de decoro parlamentar, ao mentir a seus pares em CPI. Depois, foi condenado a sete anos de prisão pela Justiça por crimes no mensalão, o esquema de corrupção do governo Lula que o petebista denunciou.
Chefão do PMDB em Mato Grosso do Sul, agora usando uma delicada tornozeleira eletrônica para não fugir da polícia enquanto durarem as investigações da Lama Asfáltica, o sempre falante André Puccinelli perdeu a boquinha nas inserções do programa partidário que está sendo veiculado em rede estadual. Um erro estratégico de Júnior Mochi, presidente da legenda, já que, nas atuais circunstâncias, a aparição do ex-governador só ajudaria seu novo aliado, Reinaldo Azambuja.
12/05/2017 - 20h22José Roberto Batochio deixa defesa do ex-ministro. Adriano Bretas reassume o casoSÃO PAULO — O ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda,...
O aumento exagerado do patrimônio e também a redução na lista de bens, além do enriquecimento rápido de suposto 'laranja', colocaram alguns dos principais alvos da quarta fase da Operação Lama Asfáltica na mira dos investigadores. As movimentações bancárias de altos valores e compras com dinheiro em espécie também levantaram suspeita.
RIO - O ataque de hackers que está afetando sistemas em todo o mundo nesta sexta-feira chegou ao Brasil e deixou o país em alerta. A Previdência Social foi um dos alvos. No Rio de Janeiro, conforme informou uma fonte ligada ao órgão, todos os computadores da Previdência e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram afetados pelo vírus e foram desligados. Os postos de atendimento foram 100% afetados pelo ciberataque e não estão funcionando. Petrobras e Telefônica também foram atingidos.
Desafio interessante o de Eduardo Bottura a André Puccinelli, depois de condução coercitiva do ex-governador à PF ontem e da colocação da tornozeleira eletrônica, em mais uma fase da operação Lama Asfáltica. O sempre polêmico engenheiro diz que paga a fiança arbitrada desde que ele delate os desembargadores Rêmulo Letteriello, Jose Rizkallah, Claudionor Abes Duarte e o ex-procurador Miguel Vieira, todos acusados de envolvimento no propinoduto de Puccinelli.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta (12/5), a Operação Bullish, que investiga fraudes e irregularidades em aportes concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através da subsidiária BNDESPar, à J&F Investimentos, dona do frigorífico JBS. Os aportes, realizados a partir de junho de 2007, tinham como objetivo a aquisição de empresas também do ramo de frigoríficos no valor total de R$ 8,1 bilhões. O ex-presidente do banco, Luciano Coutinho, é um dos alvos
Um dia depois do depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz responsável pela Operação Lava Jato, Sergio Moro, uma nova movimentação no xadrez das investigações complica o ex-presidente, a ex-presidenta Dilma Rousseff e outros nomes do Partido dos Trabalhadores.