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segunda-feira, outubro 5, 2026

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Cai, finalmente, a máscara de Zé Teixeira

No melhor estilo Lula da Silva, tentando transformar o demo Zé Teixeira na alma mais honesta de Mato Grosso do Sul, o advogado João Arnar Ribeiro lança mão de um plágio, com esta citação de Shakespeare extraída de uma sentença em que a cantora Wanessa Camargo moveu contra o humorista Rafinha Bastos, isto num processo em que o deputado move contra este blog, por calúnia e difamação. Como, neste caso, o blog está sub judice, não é o caso de entrar no mérito da denúncia envolvendo o deputado e o grupo criminoso Campina Verde, já que agora surge um fato novo, com o próprio deputado no papel de sonegador e fornecedor de notas frias, segundo a delação premiada do grupo JBS, que está derrubando República.

Olha quem fala!

“Estes charlatões tentaram derrubar o governo com base em áudio com cortes... o acordo de delação tem que ser imediatamente anulado”. Deputado Carlos Marun, defensor intransigente do ex-presidente da Câmara, o agora presidiário Eduardo Cunha, sobre as delações da JBS. Menos mal, para o Brasil, que Marun, andrezista de carteirinha, é um tremendo fanfarrão pé frio. Apoiou Cunha, que foi cassado e preso. Temer, pelo jeito, vai pela mesma trilha.

Planalto vive semana decisiva para definir a permanência de Temer

Disposto a lutar pelo cargo com todas as forças de que dispõe o governo, o presidente Michel Temer tenta matar no nascedouro a investigação aberta contra ele pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com autorização do ministro-relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Temer pleiteia que a gravação clandestina feita pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, durante conversa privada no Palácio do Jaburu, seja desconsiderada, alegando que a mesma foi obtida de forma ilícita e os áudios foram fraudados. Se a prova for anulada, não haverá motivo para a investigação.

Pecuaristas de MS emitiram R$ 33,4 milhões em notas frias para o JBS

21/05/2017 - 14h17Delação aponta para envolvimento de ex-prefeitos, secretário e deputado em pagamento de propinaO documento foi divulgado na sexta-feira pelo STF (Supremo Tribunal...

Temer diz que áudio foi adulterado e pede suspensão da investigação

BRASÍLIA - O presidente Michel Temer afirmou neste sábado em um pronunciamento que o áudio gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, foi adulterado, teve mais de 50 edições, e pediu a suspensão do processo que foi aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo. Temer disse que permanece na Presidência e negou que tenha cometido o crime de corrupção passiva, pois os pleitos do empresário não foram atendidos. Chamou Joesley de 'fanfarrão' e afirmou que não acreditou nas afirmações do empresário de que havia cooptado juízes e promotores.

Citado em delação, Reinaldo diz que depoimento é “mentira deslavada”

20/05/2017 - 14h01Governador esteve hoje em Dourados, para entrega de viaturas da Polícia Militar a municípios da regiãoUm dia depois da divulgação de trechos...

Abate escalonado

Começou com Michel Temer, passando por seu ex-chanceler, o imaculado José Serra, atingindo em cheio o tucano-mor Aécio Neves, depois governadores, senadores e deputados federais. Agora, a devastadora delação dos donos e executivos da JBS começa a chegar aos bagrinhos, ou seja, aos deputados estaduais e empresários, fornecedores de notas frias, como o famoso fazendeiro Ivanildo Miranda e, finalmente, o também fazendeiro e deputado Zé Teixeira. É só o começo do fim.

JBS pagou R$ 150 milhões em propina para políticos de MS, diz delação

Os documentos entregues pela JBS à PGR (Procuradoria Geral da República) e depoimentos dos sete delatores apontam que a empresa desembolsou 'não menos que R$ 150 milhões', conforme destacam os procuradores no documento de registro da delação premiada, em propinas dadas a políticos de Mato Grosso do Sul. O valor é a soma de tudo que foi pago entre 2003 e 2016.

Que fase!

“Diante dos últimos episódios, envolvendo a mim e minha família, quero compartilhar com vocês dois sentimentos: gratidão e fé. Gratidão pelo apoio de incontáveis amigas e amigos que nos prestaram solidariedade, muitos deles se prontificando a emprestar recursos para o pagamento de fiança, inclusive duas senhoras que me procuraram oferecendo 300 e 500 reais, fazendo questão que eu aceitasse”. Ex-governador André Puccinelli, em sua página no Facebook.

Dono da JBS relata tentativa de barrar investigações a Temer, que responde ‘ótimo, ótimo’

RIO - Os áudios gravados por Joesley Batista, da JBS, revelam que o presidente Michel Temer (PMDB) ouviu, sem fazer objeção e nem depois reportar aos órgãos competentes, um relato de um empresário — dono de um grupo que foi alvo de cinco operações da Polícia Federal em menos de um ano — com detalhes sobre mecanismos usados por ele para obstruir a Justiça, como a cooptação de juízes e procuradores. Temer também escutou, sem repreender o interlocutor, declaração sobre pagamentos ilegais ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB).

Fôlego

Tão ou mais importante do que se ver livre da tornozeleira eletrônica e da fiança para evitar a prisão, para o ex-governador André Puccinelli, foi a hecatombe no Planalto Central. E não importa se o abate coletivo promovido pela JBS esteja sacrificando seus próprios correligionários de PMDB e PSDB, o companheiro presidente Michel Temer à frente. Para ele, neste momento, o que importa é sair do foco da derrapada fatal na lama asfáltica.

‘Não renunciarei’

O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira, em pronunciamento em cadeia de rádio e TV, que não vai renunciar. Ele voltou a negar as denúncias feitas pelo dono da JBS Joesley Batista, em delação premiada. “Não renunciarei. Repito: Não renunciarei. Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Meu único compromisso é com o Brasil, e só este compromisso me guiará”.

As cenas que provam a entrega de propina aos indicados de Temer e Aécio

RIO - A delação da JBS, a mais dura em três anos de Lava-Jato, merece este título em grande parte devido às cenas a seguir. Nelas, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), destacado pelo presidente Michel Temer para tratar com Joesley Batista dos interesses de seu grupo empresarial, é flagrado pegando R$ 500 mil em propina — a primeira parcela de um montante prometido de R$ 480 milhões. As cenas abaixo mostram esta entrega, ocorrida em 28 de abril deste ano.

Parlamentares da oposição e da base pedem renúncia de Temer e eleições diretas

BRASÍLIA — Parlamentares da oposição e da base aliada pediram na noite desta quarta-feira renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de novas eleições. Aliado do governo, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu a renúncia do presidente e a antecipação das eleições presidenciais. O posicionamento foi divulgado por meio de nota enviada por sua assessoria.

PGR pede a prisão de Aécio Neves, já afastado do Senado pelo STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Lava-Jato, Edson Fachin, determinou nesta quinta-feira (18/5) o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB) do mandato parlamentar. Fachin atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República, que já pediu a prisão preventiva do senador mineiro. O ex-governador Minas Gerais e presidente nacional do PSDB é alvo também, na manhã de hoje, de mandados de busca e apreensão em seus endereços residenciais no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

Dono da JBS diz que Mantega distribuía propinas a políticos do PT

17/05/2017 - 20h18O empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, afirmou em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o ex-ministro Guido Mantega era...

Grampo revela que Aécio pediu R$ 2 milhões a dono da JBS

17/05/2017 - 19h51Gravação foi entregue por Joesley Batista à PGR. Entrega de dinheiro a primo do senador foi filmadaRIO - Joesley Batista entregou à...

Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha

RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

TRF livra André Puccinelli de fiança e tornozeleira

O ex-governador André Puccinelli (PMDB) está liberado de pagar a fiança de R$ 1 milhão para garantir que ele não seja preso e irá tirar a tornozeleira eletrônica. O desembargador Paulo Fontes, do TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, que fica em São Paulo, acatou o pedido de habeas corpus ingressado no início da tarde desta quarta-feira (17).

Denorex

Primeiro, no WhatsApp, o ex-governador André Puccinelli, sentado, coçando a cabeça, com a perna esquerda da calça arregaçada, deixando à mostra o mimo que ganhou da Agepen – uma tornozeleira eletrônica. Agora, no Facebook, seu pupilo Carlos Marun, também arrolado na Lama Asfáltica, escoltado por dois ninjas da PF, em companhia de Eduardo Cunha. O Photoshop só não fiou perfeito porque no dia fatídico Puccinelli usava calça social, não jeans, e pelo recorte da papada de Marun.
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