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terça-feira, junho 23, 2026

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STF adia decisão sobre posse de Lula, sem nova data prevista

20/04/2016 - 17h05Adiamento foi solicitado pelo ministro Teori Zavascki; ele argumentou que é relator de outras duas ações que também questionam a posse do...

Ministros do STF dizem que impeachment de Dilma na Câmara não foi golpe

Os ministros Celso de Mello e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), refutaram a tese da presidente Dilma Rousseff de que o processo de impeachment aprovado na Câmara dos Deputados é, na verdade, um golpe. Celso e Gilmar observaram que o processo seguiu a Constituição e as regras definidas pelo próprio STF. O ministro Celso, o mais antigo do tribunal, chegou a dizer que é equívoco gravíssimo falar em golpe, e que será estranho se a presidente for ao exterior defender esse argumento. Dilma embarca quinta-feira para Nova York, onde deverá fazer uma defesa do seu governo na Organização das Nações Unidas (ONU).

Aécio negocia recuo de Delcídio

Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira (26) do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano. A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.

Saída de Dilma do governo federal é alívio, afirma banqueiro

20/04/2016 - 11h50A iminência de saída da presidente Dilma Rousseff é um alívio e o vice Michel Temer poderá assumir em um ambiente mais...

Desembargador minhoca

Entre os dezenove nomes deferidos pela Seccional da OAB do Mato Grosso do Sul para a vaga de desembargador pelo Quinto Constitucional destaca-se o advogado Paulo Estevão, que, quando deputado estadual, ficou conhecido pela tese de que douradense deve votar sempre em candidatos da terra. Agora, vai disputar a vaga com outros dois douradenses – Hassan Hajj e João Arnar Ribeiro, este, com a vantagem de ser consogro de Sergio de Paula, chefe da Casa Civil do governo do estado.

Retirar matéria jornalística de site será sempre censura, diz Barroso

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso afirmou nesta terça-feira (19) que determinar a retira de matérias jornalísticas de sites de jornais ou portais na internet configura "censura". Na avaliação do ministro, pessoas que se sentirem ofendidas podem recorrer à Justiça para pedir retificação do texto ou direito de resposta, mas não podem requerer a exclusão das reportagens. Para o ministro, a retirada de texto fere a liberdade de expressão.

Lula diz que caminho para PT é deslegitimar Temer

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que o caminho para o PT é "deslegitimar" o vice-presidente Michel Temer. Lula participou da reunião do diretório nacional do partido, na sede da legenda, em São Paulo. No encontro, os petistas discutiram estratégias a serem adotadas pela legenda após a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara.

O retorno da vingança e do adeus

O senador Delcídio do Amaral retorna amanhã ao Senado. Tão cara-de-pau quanto Dilma Rousseff, sem olhos para a realidade em seu entorno, diz que o retorno é para fazer sua defesa, mas certamente que vai aproveitar os últimos dias que lhe restam na ala azul sob a concha emborcada do Congresso Nacional para se vingar daquela de quem era líder até o dia em que foi preso tentando melar o petrolão. E, claro, para limpar as gavetas de seu gabinete.

Puccinelli se fortalece, mas aliança anti-Dilma garante Azambuja

O afastamento de Dilma Roussef (PT) e a entronização de Michel Temer (PMDB) no cargo mais poderoso da República vai trazer para Mato Grosso do Sul alguns impactos de grandeza específica. Embora assuma a caneta mais importante do Palácio do Planalto, Temer não vai ter autonomia total para saciar todo o apetite fisiologista de seus correligionários, porque seu partido e a oposição (especialmente PSDB, DEM e PPS) estabeleceram reciprocidade quase absoluta para efetivar a defenestração de Dilma e, em consequência, adquirirem juntos o direito partilhar o butim.

Impeachment de Dilma é maior derrota de Lula

Ninguém declarou ainda, talvez por pena, mas o principal derrotado com o avanço do impeachment é Lula. Se o Senado ratificar a decisão da Câmara, mandando a presidente para casa mais cedo, Dilma fará as malas, avisará aos netos que está voltando para Porto Alegre e emitirá um aviso aos repórteres: "Vocês não terão mais Dilma Rousseff para chutar." Lula não pode se dar ao luxo de sair de cena. Terá de se reinventar sem descer do palco. E com a Lava Jato a lhe roçar os calcanhares de vidro.

Patético

De todos os "papagaios de pirata" que tentaram faturar ontem se aproveitando do pico de audiência do processo de impeachment ninguém foi mais ridículo que André Puccinelli. Para quem foi governador de Estado, ficar ali, o tempo todo, com cara de abestado, foi o fim da picada. A menos que, por insegurança, tivesse necessidade provar ao arquirrival na política paroquial, Zeca do PT, como que a dizer: "acabou pra você". Pior, mostrando força como aliado de Eduardo Cunha!

Se não renunciar, Dilma pode ser esmagada no Senado

Dilma Rousseff começou no domingo a se despedir da cadeira de presidente do Brasil. Pouco mais de um ano depois de reeleita e de 13 anos de PT no poder, a Câmara autorizou o processo de impeachment da petista por crime de responsabilidade. Isolada, sem apoio da grande maioria dos partidos de sua ampla coalizão eleitoral, Dilma dificilmente terá forças para impedir que o Senado abra o processo e a afaste do cargo, numa votação por maioria simples, nas próximas semanas.

MS é 5 a 3 pró-impeachment

A menos que Dagoberto Nogueira resolva chutar o balde na última hora, já que seu PDT fechou questão a favor de Dilma Rousseff, no que depender dos votos da bancada do Mato Grosso do Sul a presidenta já foi para o beleléu. Além do pedetista votam com ela, ou melhor, com Lula, Zeca do PT e o sobrinho também petista Vander Loubet. Os tucanos Geraldo Resende e Elizeu Dionisio, o peemedebista-cunhista Marun, a "socialista" Tereza Cristina e o demo Mandeta ainda têm juízo.

É hoje!

Vinte e quatro anos após o impeachment de Fernando Collor de Mello, o primeiro presidente eleito após duas décadas de ditadura militar, a Câmara dos Deputados decide neste domingo se autoriza a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. A aprovação, que precisa do apoio de 342 dos 513 deputados, poderá deflagrar o fim da era de 13 anos do PT no poder.

Cinco minutos de fama

Além das situações pra lá de inusitadas e esdrúxulas produzidas pelo processo de impeachment, como, por exemplo, a aula de latitude no STF para definir a ordem de chamada dos parlamentares por região, durante a votação, na Câmara, um trololó sem fim de ilustres desconhecidos, na Tribuna. É o caso do jovem deputado de língua "plesa" e de rabo de cavalo (não confundir com Dagoberto Nogueira) Welinton Prado, do não menos inusitado PMB (Partido da Mulher Brasileira).

‘Parece a Bolsa de Valores’, diz Lula sobre negociação por votos

Com o sobe e desce no placar do impeachment, que ora mostra votos suficientes na Câmara para afastar a presidente Dilma e ora não, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou à barganha de votos com a Bolsa de Valores. Em discurso no acampamento de movimentos de esquerda, Lula afirmou que está 24 horas empenhado a conseguir o número suficientes de deputados para barrar o processo.

Oposição vai à PF contra distribuição de cargos em troca de votos

Partidos de oposição vão à Polícia Federal neste sábado, 16, para apresentar uma denúncia crime contra a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e governadores que estão atuando para angariar votos favoráveis ao governo. PPS, DEM, PTB, PSDB e PSC acusam o governo de praticar corrupção ativa, corrupção passiva e desvio de finalidade. A denúncia será apresentada à PF porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) não tem plantão no fim de semana.

FH diz que maior erro político de Dilma ‘não foi dela, foi do governo anterior’

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na noite desta sexta-feira que vê "grande probabilidade" da aprovação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo na Câmara dos Deputados. Perguntado sobre qual foi o maior erro político de Dilma na relação com o Congresso para a situação chegar a este ponto, o ex-presidente avaliou que a crise política foi semeada no governo Lula:

Governo faz última ofensiva para tentar barrar impeachment

Diante do risco cada vez maior de uma derrota no domingo (17), o governo Dilma Rousseff deflagrou uma última ofensiva para tentar barrar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados e conseguiu reverter alguns votos a seu favor. Mas sem garantia segura de vitória, a equipe de Dilma decidiu antecipar articulação para a etapa mais importante do processo, o julgamento final no Senado Federal, e já busca votos de senadores. A gestão petista reconhece que a situação é crítica, mas diz que a oposição, que afirma ter mais de 375 votos contra a presidente, pode ter uma surpresa. Um assessor presidencial diz que "o jogo ainda não está jogado" e a presidente Dilma "não jogou a toalha". Segundo ele, o governo está sem "folga" e pode perder ou ganhar por uma margem que, em sua avaliação, seria pequena, cerca de quatro a cinco votos apenas. Sob orientação do ex-presidente Lula, a petista passou a sexta (15) em estratégia para tentar recuperar apoios perdidos ou aumentar ausências e abstenções na votação em plenário. No gabinete presidencial, recebeu parlamentares da Bahia, Maranhão, Amapá, Ceará e Paraíba, levados ao Palácio do Planalto a partir de articulação comandada pelos governadores destes Estados. Entre eles, esteve com a petista o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), que anunciou que votará contra o impeachment. Aliado do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o parlamentar maranhense havia declarado anteriormente posição favorável ao afastamento da petista e mudou de lado depois que seu adversário local, o ex-presidente José Sarney, passou a atuar contra Dilma. À Folha o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), disse que o deputado Waldir Maranhão atendeu a um apelo político pessoal seu. "Ele deve levar uns dez votos do PP para a posição contrária ao impeachment", afirmou Dino, que se encontrou com a presidente. TEMER/CUNHA Em reação à ofensiva do governo, a direção do PP decidiu aprovar o fechamento de questão para tentar evitar que deputados pepistas votem com o governo. O comando do PMDB também decidiu agir para compensar os votos perdidos e passou a buscar votos de deputados ainda considerados indecisos. Em outros partidos, como PSB e PSD, há movimento para aumentar o número de abstenções e impedir a aprovação da saída de Dilma. A justificativa para não votar a favor do impeachment seria a de que a alternativa à presidente –o chamado "governo Temer/Cunha", já que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, será o primeiro na linha de sucessão caso Michel Temer assuma a Presidência– seria pior do que a de deixar a petista no comando do país. Apesar da onda a favor do impeachment, até agora o placar oficial não indicou larga margem de votos contra a presidente, o que deu alento a parlamentares para lançarem esse movimento dentro de suas legendas para tentar reverter algum voto já declarado e mesmo facilitar que "indecisos" como os do PR, por exemplo, pulem para o barco de Temer. O slogan "nem Dilma nem Cunha" daria a esse grupo justificativa nobre para não optar por nenhum dos dois lados. Diante da decisão da maioria dos deputados do PSD de votar a favor do impeachment, o principal líder do partido, Gilberto Kassab, pediu demissão do cargo de ministro das Cidades.

O petismo nos estertores

Apenas para ficarmos na frase famosa de Lula, “nunca antes na história” os deputados federais fizeram tanto jus aos seus polpudos salários. Lá se vão mais de 24 horas ininterruptas de discursos no plenário da Câmara Federal, a grande maioria em favor da admissibilidade do processo impeachment da presidente Dilma Rousseff. E pelo tom dos discursos, é o fim do lulo-petismo.
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