Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O deputado estadual George Takimoto (PDT) diz ser preocupante o excesso de atenção que os partidos e forças políticas estão dando a nomes e candidaturas, em detrimento dos debates e propostas para resolver os problemas da população. Para ele, ao menos na mídia as questões programáticas têm recebido menor ênfase que os prováveis protagonistas das disputas que ocorrerão em 79 municípios de Mato Grosso do Sul.
Repercutindo no Face o post aqui da coluna o comandante Renato Domingos Venturini disse que o avião de sua candidatura já está checado, “com plano de voo aprovado pelo controlador”. E, otimista quanto a decolagem, compromete-se a não rachar o time do chefe Zauith, prometendo manter Wanderlei Carneiro em lugar de destaque “pelo conhecimento que tem da cidade de Dourados”. Quanto aos demais diz que “ocuparão seus assentos de acordo com suas competências”.
O arquiteto Igenes Irigaray Neto, 37, contratado para a reforma em 2010 no sítio em Atibaia (SP), frequentado pelo ex-presidente Lula, acompanhou nesta época projetos encomendados pelo empresário José Carlos Bumlay, no município de Dourados. Amigo do petista, Bumlai foi preso em novembro passado na operação Lava Jato, denunciado sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, ele nega as acusações.
A disputa pelo PMDB para formar bloco na Assembleia Legislativo custou caro para o PSDB, de Reinaldo Azambuja. Para conseguir aliados considerados estratégicos, o partido acabou abrindo mão de participar da comissão mais importante da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça, que pode derrubar projetos na Assembleia.
“O Barbosinha já conversou com você?”. Esta é a pergunta que Murilo Zauith vem repetindo ultimamente a quem julga com poder de aglutinação de votos. Com o coração dividido entre seu faz-de-tudo Wanderlei Carneiro e seu contador, conselheiro e comandante, o professor Renato Venturini, que reivindicam o direito de herança de sua cadeira, o prefeito parece que vai mesmo atrás da procissão do andrezista José Carlos Barbosa.
Para o cineasta David Cardoso o senador Delcidio do Amaral, além de devolver tudo o que foi roubado, deveria fazer a delação premiada. “Seria o nosso herói sul-mato-grossense, o nosso Richard Gere”, disse, em sua página no Facebook. “Sem precisar repetir o gesto de Getúlio Vargas”, palavras do ator, o petista voltaria a ser admirado pela família e a classe artística ficaria grata. “Talvez pudéssemos escrever essa trajetória no cinema”, acrescentou o rambo pantaneiro.
Partiu de Dilma Rousseff a determinação para que ministros exortassem aliados a sair em defesa de Lula, ordem prontamente cumprida nesta terça (2) pelo chefe da Casa Civil, Jaques Wagner. Na avaliação de integrantes do Palácio do Planalto, o desgaste do ex-presidente cresce a cada dia sem que o antecessor dê sinais de reação. Dilma recebeu informações de que Lula estaria abatido, relato negado por sua equipe, e pretende encontrá-lo depois do Carnaval.(Painel, FSP)
Na lista dos pré-candidatos à prefeitura de Campo Grande, a deputada Mara Caseiro (PMB), de Eldorado, ficou tiririca da vida com a decisão da justiça estadual de suspender os trabalhos da CPI do Cimi (Conselho Indigenista Missionário). Diz ela que vai recorrer para reverter a decisão do juiz Pedro Pereira dos Santos, que determinou a suspensão dos trabalhos alegando que a Assembleia extrapolou a sua competência para legislar, avançando num assunto da alçada federal.
O vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu anular a aprovação, pelo Conselho de Ética, do parecer do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) pela continuidade do processo que investiga o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O despacho foi assinado por Maranhão no dia 22 de dezembro, último dia antes do recesso, mas só foi divulgado e encaminhado para o Conselho de Ética nesta terça (2), o que foi alvo de questionamento do presidente do colegiado, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA).
A formação dos blocos parlamentares ontem na Assembleia Legislativa pode ser um indicativo do que pode acontecer nas eleições municipais. É que o governo tem o apoio de 20 deputados, divididos em dois blocos, encabeçados por PSDB e PMDB, com o PT isolado na “oposição”. Entre os situacionistas, o PR de Grazielle Machado, filha de Londres, principal cabo eleitoral de Délia Razuk, que deve disputar a prefeitura de Dourados com um dos aliados de Azambuja, Geraldo Resende ou Barbosinha.
02/02/2016 - 18h19O governador discursou na abertura dos trabalhos da Assembleia de 2016, ocorrida no início da manhãO governador de Mato Grosso do Sul,...
A presidente Dilma Rousseff fez um apelo direto a deputados e senadores nesta terça-feira (2) para que o Congresso auxilie o seu governo a retomar o crescimento da economia do país. O discurso da petista também incluiu pedido de apoio à aprovação de uma reforma na Previdência Social.
Poucas vezes tivemos crise como a que atravessamos. Não é dramática como a de 1954, que provocou o suicídio de um presidente. Nem sanguinária (até agora), como os golpes de 1964 e 1968. A atual é uma crise que seria apenas ridícula se não trouxesse os males que a nação está sofrendo desde que se inaugurou o governo do PT, em especial, o governo de dona Dilma, que ainda obriga seus auxiliares a chamá-la de "presidenta" e, se conseguiu emagrecer fisicamente, está fazendo o país emagrecer.
A mesma Polícia Federal que prende e expõe os quadrilheiros da Lava Jato alegou regras internas e respeito aos direitos individuais para não divulgar os nomes dos traficantes presos na Operação Matterello (rolo de macarrão na Itália, um dos destinos das drogas). Dos 31 mandados de prisão preventiva 20 foram cumpridos (11 estão foragidos). Dez dos presos nesta terça são do Estado – um vereador em Aral Moreira e um conhecido e “forte economicamente” empresário douradense.
A convicção do prefeitável secretário municipal de saúde Sebastião Nogueira de que é arbitrária a pré-convenção peemedebista marcada para o início de março por Geraldo Resende só reforça os rumores de que o deputado e também pré-candidato à sucessão de Murilo Zauith está mesmo pensando no retorno ao ninho dos tucanos. Até porque esta é uma das condições para que Resende seja apoiado pelo governador-censor, o Azambuja. A outra é ser abençoado pelo demo Zé Teixeira.
“Causa surpresa a notícia veiculada pela mídia de que o Ministério Público Estadual (MPE) resolveu arquivar sem investigação mais profundada o caso das supostas fazendas do ex-governador André Puccinelli (PMDB) em nome de possíveis laranjas”. Zeca, do PT, esperneando no Facebook. Seria o caso de repetir, mais uma vez, o rei Juan Carlos: “Por que não te calas?”.
O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP) começa a partir desta terça-feira (2) nova fase de seu relacionamento com Câmara Municipal no último ano de sua conturbada administração. Bernal, que viveu um hiato no mandato de prefeito entre março de 2014 e agosto de 2015 voltou ao comando da administração municipal, mas até agora não conseguiu resolver seu principal problema, a relação com vereadores.
Dilma Rousseff vai pessoalmente nesta terça-feira fazer a leitura da mensagem do Poder Executivo na reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional. O texto foi fechado ontem à noite, quando a presidente avisou aos auxiliares mais próximos que faria a leitura diante de deputados e senadores que a ameaçam com o processo de impeachment. E só por isso resolveu interromper a tradição dos últimos anos, já que era o ministro Chefe da Casa Civil quem cumpria a missão.
O Ministério Público Estadual arquivou nesta segunda-feira investigação contra o ex-governador André Puccinelli (PMDB) e o pecuarista e administrador Mauro Cavalli. Na época em que foi aberto, o inquérito tinha objetivo de investigar “aquisições de imóveis rurais, em tese, pelo ex-governador do Estado de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, por intermédio de Mauro Cavalli”. É a famosa história das 15 fazendas.
O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, réu na Operação Lava Jato, afirmou em depoimento na última sexta-feira (29) que não vê razões para estar preso em regime fechado. "Eu não consigo aceitar a minha prisão, doutor Moro", disse o petista ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância no Paraná.