Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
05/04/2016 - 06h24A crise política no Brasil recebeu destaque nas edições impressa e digital do jornal americano "The New York Times" desta segunda-feira. A...
Mais de 20% dos deputados estaduais e distritais de todo o país trocaram de partido no último mês durante a janela eleitoral liberada pelo Congresso. No saldo final, o PSDB é o partido que mais ganhou, e o PT, que registrou mais perdas. O partido da presidente Dilma Rousseff não conseguiu filiar nenhum novo deputado, mesmo nos Estados onde governa (como Minas Gerais, Bahia e Ceará).
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira liminar em dois processos que pediam que fosse suspensa a nomeação do ex-presidente Lula para o cargo de chefe da Casa Civil. As ações haviam sido apresentadas pelo PSB e pelo PSDB e afirmavam que a escolha do petista, investigado na Operação Lava Jato, para compor o ministério da presidente Dilma Rousseff tinha por objetivo burlar a Justiça e garantir foro privilegiado para livrá-lo de ser julgado pelo juiz Sergio Moro.
Délia Razuk (PR), Comandante Renato (PSB), Elízio Brites (PROS), Enio Ribeiro (PSOL), Geraldo Resende (PSDB), Marcelo Mourão (PRP), Renato Câmara (PMDB) e Wanderlei Carneiro (PP). Findo o prazo para filiações partidárias, por ordem alfabética, até que saia uma pesquisa confiável, estes são os postulantes à cadeira de Murilo Zauith. Como perguntar não ofende, e o PT de Tetila, de Biasotto, de João Grandão, de Lula, de Delcídio, de Dilma e Cia.?
Embora o presidente da Fiems Sérgio Logen tenha se filiado ao PR do velho cacique "chinês" Londres Machado, no momento em que o PSDB cogita lançar o ex-presidente da Famasul Eduardo Riedel candidato a prefeito de Campo, que o eleitor da capital morena medite, nesses tempos bicudos para a classe política, no provérbio, este, sim, chinês: "Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida".
Na alegria das vitórias dos anos 2000 e na tristeza dos tempos atuais de reveses, até que a morte da esquerda latino-americana a separe. Ora derrotas parciais, como a maioria oposicionista no Congresso venezuelano e a negativa em referendo para Evo Morales engatar o quarto mandato na Bolívia. Ora ejeções do poder pelo voto — o fim da era Kirchner na Argentina— ou pelo impeachment, possível epílogo para Dilma Rousseff no Brasil.
A equipe de Dilma Rousseff acredita que pode barrar o pedido de impeachment em tramitação na Câmara, mas avalia que a sobrevivência final depende de o ex-presidente Lula assumir um papel de protagonismo no comando do governo. Segundo assessores, Dilma passou a ter chances de vencer a primeira batalha do impeachment com a entrega de cargos a partidos como PP e PR, mas corre o risco de, no dia seguinte, enfrentar um clima de que não tem mais como governar o país.
"Setores favoráveis à saída de Dilma, antes apoiadores do impeachment, agora pedem a sua renúncia. Evitam, assim, o constrangimento de respaldar uma ação 'indevida, ilegal e criminosa'. Ao editorial da Folha de S. Paulo publicado neste domingo (3), fica a resposta da presidente: 'Jamais renunciarei'", informa um texto, acompanhado de um vídeo com trechos de discursos anteriormente proferidos pela presidente, em seu perfil oficial no Facebook.
Se Dilma sobreviver ao impeachment, a expectativa geral no PT é que Lula "refunde" o governo e assuma as rédeas até 2018. (Coluna Painel - Folha de S. Paulo)
A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país. É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.
02/04/2016 - 08h29O kirchnerismo caiu numa disputa eleitoral. Derrotas nas urnas são contingências normais do jogo político. O lulopetismo encara a perspectiva de uma...
Setores do governo e do PT defendem que, caso a Câmara não aceite o pedido de impeachment, a presidente Dilma Rousseff lidere um amplo processo de reconciliação nacional como forma retomar a estabilidade política, a governabilidade e viabilizar saídas para a crise econômica. Segundo fontes do Planalto e do PT, o processo seria liderado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na condição de ministro da Casa Civil, e passaria por um entendimento com setores da oposição. A ideia de Dilma enviar ao Congresso um projeto para abreviar seu mandato e convocar novas eleições para presidente, deputados e senadores voltou a ganhar força entre setores do PT e do governo.
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (1º) mais uma etapa da Operação Lava Jato. São cumpridos dois mandados de prisão temporária –do empresário e dono do "Diário do Grande ABC" Ronan Maria Pinto e do ex-secretário-nacional do Partido dos Trabalhadores Silvio Pereira, conhecido como Silvinho– e dois de condução coercitiva –ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e do jornalista e diretor editorial do site "Opera Mundi" Breno Altman. Ronan e Silvinho foram conduzidos de carro para Curitiba. Altman foi conduzido coercitivamente em Brasília.
Como o deputado Barbosinha mudou o plano de voo da Assembleia Legislativa para prefeitura de Dourados, preferindo pousar na Secretaria de Justiça e Segurança Pública, quem tem pista livre agora é o comandante Renato – ou professor Domingos Venturini. "Sozinho" no PSB, espera apenas que o patrão Murilo Zauith encha o tanque de seu Malibu Matrix para um sobrevoo pelo Cachoeirinha, Grande Água, indo até o Parque das Nações, daí apontando a proa para a Coronel Ponciano.
Depois de deixar o PV acusando seus dirigentes regionais de leiloar o partido, o empreiteiro Elízio Brites assinou ficha no PROS, com a garantia de ser o pré-candidato a prefeito. Escaldado, ele que já havia sido preterido também no PSDB, exigiu como condição para se filiar assumir também a presidência da sigla. É aquela velha história, água mole em pedra dura...
Em meio à discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso afirmou nesta quinta-feira (31) que o país enfrenta falta de alternativa na política e citou o PMDB, partido que desembarcou nesta semana do governo.
A chegada do deputado José Carlos Barbosa, mais conhecido como Barbosinha (PSB), à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), prevista para sexta-feira, 1º de abril, é vista como positiva por lideranças de associações das categorias ligadas à secretaria. No entanto, o deputado assume o cargo com velhas reivindicações de policiais civis e militares, principalmente na questão de valorização dos profissionais.
A presidente Dilma Rousseff voltou a falar de "golpe" e em "má-fé" na condução do processo do impeachment de que é alvo. Dilma lançou a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, com forte presença de movimentos sociais.