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sábado, agosto 22, 2026

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Crise política brasileira é destaque no ‘New York Times’

05/04/2016 - 06h24A crise política no Brasil recebeu destaque nas edições impressa e digital do jornal americano "The New York Times" desta segunda-feira. A...

Janela partidária ‘engordou’ PSDB nos Estados

Mais de 20% dos deputados estaduais e distritais de todo o país trocaram de partido no último mês durante a janela eleitoral liberada pelo Congresso. No saldo final, o PSDB é o partido que mais ganhou, e o PT, que registrou mais perdas. O partido da presidente Dilma Rousseff não conseguiu filiar nenhum novo deputado, mesmo nos Estados onde governa (como Minas Gerais, Bahia e Ceará).

Teori arquiva processos que pediam suspensão da nomeação de Lula

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira liminar em dois processos que pediam que fosse suspensa a nomeação do ex-presidente Lula para o cargo de chefe da Casa Civil. As ações haviam sido apresentadas pelo PSB e pelo PSDB e afirmavam que a escolha do petista, investigado na Operação Lava Jato, para compor o ministério da presidente Dilma Rousseff tinha por objetivo burlar a Justiça e garantir foro privilegiado para livrá-lo de ser julgado pelo juiz Sergio Moro.

Estrela cadente

Délia Razuk (PR), Comandante Renato (PSB), Elízio Brites (PROS), Enio Ribeiro (PSOL), Geraldo Resende (PSDB), Marcelo Mourão (PRP), Renato Câmara (PMDB) e Wanderlei Carneiro (PP). Findo o prazo para filiações partidárias, por ordem alfabética, até que saia uma pesquisa confiável, estes são os postulantes à cadeira de Murilo Zauith. Como perguntar não ofende, e o PT de Tetila, de Biasotto, de João Grandão, de Lula, de Delcídio, de Dilma e Cia.?

Renovos

Embora o presidente da Fiems Sérgio Logen tenha se filiado ao PR do velho cacique "chinês" Londres Machado, no momento em que o PSDB cogita lançar o ex-presidente da Famasul Eduardo Riedel candidato a prefeito de Campo, que o eleitor da capital morena medite, nesses tempos bicudos para a classe política, no provérbio, este, sim, chinês: "Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida".

Esquerda latina errou ao achar que corrupção é alheia a ela, diz mexicano

Na alegria das vitórias dos anos 2000 e na tristeza dos tempos atuais de reveses, até que a morte da esquerda latino-americana a separe. Ora derrotas parciais, como a maioria oposicionista no Congresso venezuelano e a negativa em referendo para Evo Morales engatar o quarto mandato na Bolívia. Ora ejeções do poder pelo voto — o fim da era Kirchner na Argentina— ou pelo impeachment, possível epílogo para Dilma Rousseff no Brasil.

Na avaliação do Planalto sobrevivência do governo Dilma depende de Lula

A equipe de Dilma Rousseff acredita que pode barrar o pedido de impeachment em tramitação na Câmara, mas avalia que a sobrevivência final depende de o ex-presidente Lula assumir um papel de protagonismo no comando do governo. Segundo assessores, Dilma passou a ter chances de vencer a primeira batalha do impeachment com a entrega de cargos a partidos como PP e PR, mas corre o risco de, no dia seguinte, enfrentar um clima de que não tem mais como governar o país.

Sem renúncia

"Setores favoráveis à saída de Dilma, antes apoiadores do impeachment, agora pedem a sua renúncia. Evitam, assim, o constrangimento de respaldar uma ação 'indevida, ilegal e criminosa'. Ao editorial da Folha de S. Paulo publicado neste domingo (3), fica a resposta da presidente: 'Jamais renunciarei'", informa um texto, acompanhado de um vídeo com trechos de discursos anteriormente proferidos pela presidente, em seu perfil oficial no Facebook.

Filho pródigo

Se Dilma sobreviver ao impeachment, a expectativa geral no PT é que Lula "refunde" o governo e assuma as rédeas até 2018. (Coluna Painel - Folha de S. Paulo)

Jornalistas contam como suas rotinas são afetadas pelas notícias

Para Camarotti, a melhor forma de desanuviar é em casa. Ele conta que vem evitando sair não apenas para se poupar do cansaço, mas para evitar a exposição das opiniões. — Onde você chega, isso vira assunto. Por isso, opto pela calmaria — avalia ele, que já teve que faltar um casamento, um seminário internacional e um evento da GloboNews por conta do noticiário pesado: — Minha cobertura é presencial, exaustiva. Os fatos acontecem o tempo todo. Eu acompanho os horários das fontes, tem gente que só pode falar antes das 7h. Eu fico 24 horas ligado, e tenho insônia. Num dia tenso, durmo só quatro horas. Ir ao banheiro, muitas vezes, só quando termina um programa Os jornalistas Lidiane Shayuri e Clébio Cavagnolle, da Record News, sabem bem disso. Eles apresentam as duas edições diárias do Link Record News — às 11h e às 15h — e já estão acostumados com as horas a fio ao vivo. — Parece que está passando um furacão. Como muita coisa acontece à tarde, o jornal vai ficando interminável. O cansaço mental é gradativo. Eu saio à noite para dar uma caminhada ou pedalada — conta Clébio. Lidiane fala que precisou se inteirar das expressões jurídicas para acompanhar os julgamentos e poder repassá-los, de forma didática, ao espectador. — Para os políticos, é parte do cotidiano. Eu acho importante entender e mastigar isso — explica. — Todo mundo precisa descansar mente e corpo, mas a gente fica dividido: é um momento histórico que nos intriga enquanto profissionais. Se aqui as manchetes políticas são o assunto mais comentado, os recentes ataques terroristas em Paris, em novembro de 2015, e em Bruxelas, no último dia 22, deixaram os correspondentes Pedro Vedova, da Globo, e Bianca Rothier, da GloboNews, em estado de alerta. CHORO COMPULSIVO Para Pedro, que tem Londres como base, uma grande questão é manter o foco nas transmissões ao vivo, entre tantos personagens interligados, nomes estrangeiros e pessoas nervosas: PUBLICIDADE — Tudo joga contra. Mas, em coberturas como essas, parece que baixa uma espécie de anestesia que mantém nosso foco, mas que sufoca nossa sensibilidade. O clima é pesado. Lembro de chorar compulsivamente numa madrugada em Paris — relata ele. — Aprendi com um cinegrafista que se tiver água é para beber, banheiro é para usar, comida é para comer. Você nunca sabe quando será a próxima oportunidade. No estresse, Bianca Rothier, que fica na Suíça, entrega que “já perdeu as contas” de quantas vezes trocou o refeição por um barra de chocolate, “seu combustível”. Mas distrair a cabeça, para ela, é a parte mais complicada: — Retomar a rotina não é simples. Esta semana amigas me convidaram para um festival de música. Tentei me imaginar lá, mas não consegui. Celebrar o que depois de tanta dor? Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/jornalistas-contam-como-suas-rotinas-sao-afetadas-pelas-noticias-19008286#ixzz44lJmh2fz © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Em editorial, Folha de S. Paulo “decreta” o fim do governo Dilma-Temer

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país. É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

O golpe do ‘golpe’

02/04/2016 - 08h29O kirchnerismo caiu numa disputa eleitoral. Derrotas nas urnas são contingências normais do jogo político. O lulopetismo encara a perspectiva de uma...

PT já fala em ‘reconciliação nacional’

Setores do governo e do PT defendem que, caso a Câmara não aceite o pedido de impeachment, a presidente Dilma Rousseff lidere um amplo processo de reconciliação nacional como forma retomar a estabilidade política, a governabilidade e viabilizar saídas para a crise econômica. Segundo fontes do Planalto e do PT, o processo seria liderado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na condição de ministro da Casa Civil, e passaria por um entendimento com setores da oposição. A ideia de Dilma enviar ao Congresso um projeto para abreviar seu mandato e convocar novas eleições para presidente, deputados e senadores voltou a ganhar força entre setores do PT e do governo.

No mato sem cachorro

01/04/2016 - 10h27Se Dilma já deu o Ministério da Saúde para o deputado Marcelo Castro enfrentar zika, chikungunya, dengue e H1N1 quando o PMDB...

Lava Jato prende ex-secretário do PT e encosta ainda mais em Lula

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (1º) mais uma etapa da Operação Lava Jato. São cumpridos dois mandados de prisão temporária –do empresário e dono do "Diário do Grande ABC" Ronan Maria Pinto e do ex-secretário-nacional do Partido dos Trabalhadores Silvio Pereira, conhecido como Silvinho– e dois de condução coercitiva –ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e do jornalista e diretor editorial do site "Opera Mundi" Breno Altman. Ronan e Silvinho foram conduzidos de carro para Curitiba. Altman foi conduzido coercitivamente em Brasília.

Decolagem autorizada

Como o deputado Barbosinha mudou o plano de voo da Assembleia Legislativa para prefeitura de Dourados, preferindo pousar na Secretaria de Justiça e Segurança Pública, quem tem pista livre agora é o comandante Renato – ou professor Domingos Venturini. "Sozinho" no PSB, espera apenas que o patrão Murilo Zauith encha o tanque de seu Malibu Matrix para um sobrevoo pelo Cachoeirinha, Grande Água, indo até o Parque das Nações, daí apontando a proa para a Coronel Ponciano.

Agora vai

Depois de deixar o PV acusando seus dirigentes regionais de leiloar o partido, o empreiteiro Elízio Brites assinou ficha no PROS, com a garantia de ser o pré-candidato a prefeito. Escaldado, ele que já havia sido preterido também no PSDB, exigiu como condição para se filiar assumir também a presidência da sigla. É aquela velha história, água mole em pedra dura...

‘Meu Deus! Essa é a nossa alternativa de poder’, diz Barroso sobre PMDB

Em meio à discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso afirmou nesta quinta-feira (31) que o país enfrenta falta de alternativa na política e citou o PMDB, partido que desembarcou nesta semana do governo.

Os desafios de Barbosinha na Secretaria de Justiça e Segurança Pública

A chegada do deputado José Carlos Barbosa, mais conhecido como Barbosinha (PSB), à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), prevista para sexta-feira, 1º de abril, é vista como positiva por lideranças de associações das categorias ligadas à secretaria. No entanto, o deputado assume o cargo com velhas reivindicações de policiais civis e militares, principalmente na questão de valorização dos profissionais.

Dilma transforma evento oficial no Planalto em palanque contra o impeachment

A presidente Dilma Rousseff voltou a falar de "golpe" e em "má-fé" na condução do processo do impeachment de que é alvo. Dilma lançou a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, com forte presença de movimentos sociais.
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