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sábado, agosto 22, 2026

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Conchavão

Mais absurdo que a alardeada nomeação de Lula da Silva ministro da Justiça para fugir das garras do juiz Sérgio Moro é o acordão para a prefeitura de Dourados, com Geraldo Resende candidato tucano abençoado pelo demo Zé Teixeira. Com isso Fábio Trad iria para o TJ, retornando de Marçal Filho à Câmara e facilitando a eleição de Marquinhos Trad prefeito de Campo Grande e de Nelsinho, o outro Trad, ao senado em 18. E os outros? Será que combinaram com Puccinelli, Murilo, Moka e Cia?

Azambuja impede Zé Teixeira de legislar em causa própria

Um projeto de lei, apresentando pelo deputado Zé Teixeira (DEM), relatado e com voto favorável do líder do governo na Assembleia, Rinaldo Modesto (PSDB), que previa isenção de tributos para produtores rurais com terras invadidas, foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). O projeto previa a ‘suspensão da contribuição ao Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul) e a incidência de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na hipótese de produtos oriundos de imóveis invadidos por terceiros ou sujeitos a conflito agrário.

Síndrome de Figueiró

O ex-deputado Roberto Razuk desistiu de um voo para São Paulo anteontem, depois que, por problemas técnicos, a aeronave em que estava abortou uma decolagem no aeroporto de Dourados. Mesmo com o problema solucionado ele preferiu não embarcar de novo, seguindo a intuição do ex-senador Ruben Figueiró, que escapou de dois acidentes aéreos, um porque perdeu o voo, outro porque também desembarcou depois de uma pane, ainda em solo. “Quero primeiro ver dona Délia prefeita”, disse.

Aécio e Renan também estão na delação de Delcídio

A delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), além de agravar a crise política e reacender na oposição a pressão pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, traz citações a vários políticos, incluindo colegas do Senado. A Folha de S. Paulo apurou com pessoas próximas à investigação que Delcídio fez referências a integrantes das cúpulas de PMDB, PSDB e PT. A reportagem não teve acesso ao contexto do suposto envolvimento desses políticos.

Retorno ao ninho

O deputado Geraldo Resende deve estar recomendando aos seus assessores para assuntos aleatórios que não poupem velas, galinha preta e cachaça para os despachos da próxima sexta-feira. Tudo, para que o PMDB decida no sábado continuar no desastrado governo Dilma Rousseff. É o motivo que ele precisa para bater em retirada, neste que deve ser o mais lucrativo de seus retornos, já que estará de volta ao ninho tucano, condição para ser ungido candidato governista a prefeito.

Moro condena Marcelo Odebrecht a 19 anos de prisão

08/03/2016 - 15h04É a primeira condenação do executivo, que responde a outros processos, na Lava Jato. Ele é acusado de corrupção ativa, lavagem de...

Toalha molhada

Pois não é que a secretária toda-poderosa ditou o texto para o jagunço de redação travestido de gasparzinho e o macaquinho foi obrigado a enfiar a carapuça? Manda quem pode obedece quem tem juízo.

Pezão: ‘Se Dilma cair, Temer também cai. Aí fica quem? O Cunha?’

08/03/2016 - 06h31O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), avalia que um eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff não vai entregar ao PMDB...

Mais um

Preso desde novembro, o pecuarista José Carlos Bumlai negocia um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, segundo a edição desta segunda-feira do jornal Valor Econômico. Há duas semanas, o amigo do ex-presidente Lula se reuniu com procuradores para discutir sua disposição em colaborar com as investigações, que apuram o esquema de corrupção na Petrobras. Os advogados do empresário, porém, negam categoricamente essa possibilidade.

A pole position de Geraldo Resende

Como não quis esperar passarem as águas de março do verão mais chuvoso desde que aqui desembarcou de um caminhão pau-de-arara, na década de 1960, Geraldo Resende foi obrigado a largar com pneus de chuva, o que já é um problema para uma corrida cuja bandeirada final se dará na secura da primavera. Ressalve-se que foi apenas uma pré-convenção, já que a homologação, pra valer, de candidaturas, só no prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, agora esticado de junho para agosto. Mesmo assim, como estrategista do marketing que diz ser, o deputado que se preparou a vida inteira para ser prefeito quis ter certeza de que a pista peemedebista está limpa, até para evitar a tentação de um retorno ao ninho tucano, o que provocaria inevitável desgaste, afetando ainda mais a credibilidade de quem tem uma trajetória marcada pela instabilidade ideológica, por mais abstrato que seja este elementar conceito da refrega política.

Pá de cal

Com seus clientes agora em prisão preventiva (sem data para serem libertados) o advogado Fábio Toffic já cogita a delação premiada do marqueteiro petista João Santana e de sua mulher Monica Moura. Já houve, inclusive, uma conversa preliminar com procuradores da República em Curitiba sobre a possibilidade de uma colaboração judicial do casal. Na prisão, Monica é quem dá mais sinais de que quer entregar os clientes. No caso, comparsas.

Analistas temem crise institucional e confrontos

A Operação Alethéia, 24ª fase da Lava Jato, que conduziu coercivamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor em São Paulo, deve aprofundar a crise política e acirrar os confrontos entre governistas e oposicionistas, inclusive com episódios de violência nas ruas. Essa é a hipótese – e preocupação – a que chegaram, por caminhos diferentes, intelectuais ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo.

Zumbi do Planalto

Para desqualificar Delcídio, petistas dizem que ele não era próximo de Lula para saber o que relatou. Conversa premonitória entre os dois derruba o álibi. Quando José Carlos Bumlai foi preso, o senador criticou Lula por tentar negar a amizade com o pecuarista. “Presidente, enterramos nossos mortos em covas rasas”, disse o então líder do governo. “Quando menos esperamos, eles ressuscitam”, concluiu, antes de virar, ele próprio, um dos zumbis que tiram o sono de Lula e Dilma.

Lula ataca a imprensa, o judiciário e diz que não vai abaixar a cabeça

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta que não vai abaixar a cabeça e que se sentiu um prisioneiro durante a ação da Polícia Federal. O petista disse ainda que o que aconteceu hoje precisava acontecer para que o PT pudesse levantar a cabeça.

Há evidência de que Lula recebeu dinheiro desviado da Petrobras, diz Procuradoria

Em sua manifestação mais contundente desde o início da Operação Lava Jato, a força-tarefa do Ministério Público Federal afirmou em nota que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi "um dos principais beneficiários" de crimes cometidos no âmbito da Petrobras.

Lula, familiares, assessores e laranjas, enfim, na Polícia Federal

A Polícia Federal realiza na manhã desta sexta-feira (4) a 24ª fase da Operação Lava Jato no prédio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seu filho Fábio Luíz Lula da Silva – também conhecido como Lulinha. Essa fase da operação, batizada de Aletheia, apura se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram Lula por meio do sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá.

A tão esperada delação de Delcídio do Amaral

Pouco antes de deixar a prisão, no dia 19 de fevereiro, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) fez um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato. ISTOÉ teve acesso às revelações feitas pelo senador. Ocupam cerca de 400 páginas e formam o mais explosivo relato até agora revelado sobre o maior esquema de corrupção no Brasil – e outros escândalos que abalaram a República, como o mensalão.

Oposição pede renúncia de Dilma e governistas desqualificam Delcídio

Horas após a revelação de que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) teria comprometido o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff em delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato, a oposição da Câmara tomou a tribuna do plenário e pediu a renúncia da petista.

Delcídio faz acordo de delação premiada e acusa Dilma de interferir na Lava Jato

Em delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) revelou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou comprar o silêncio de Nestor Cerveró e de outras testemunhas. As informações foram veiculadas pelo site da revista "Istoé", que publicou reportagem com trechos do acordo de delação de Delcídio.

Isto é Delcídio!

Bon vivant, erudito, apreciador de uma boa música e de um bom prato, viciado em redes sociais, posando de honesto, mas chegado como ninguém a um retorno, Delcídio do Amaral jura não ser dedo-duro, mas entregou Lula e Cia. Está na revista IstoÉ que começa a circular hoje. A mais explosiva das declarações é a de que foi Lula, e não ele, quem estava tramando a fuga de Nestor Cerveró que o levou à cadeia. Madame Dilma também na fita. “Sifu”, todos, como diria Lula.
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