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domingo, agosto 23, 2026

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The Economist prevê ano desastroso para o Brasil e culpa Dilma pela crise

A relação de amor da revista britânica “The Economist” com o Brasil não durou muito. Depois de uma capa em que o Cristo Redentor foi retratado como um foguete para dar a ideia de que o País decolara em termos econômicos, outras duas mostraram o contrário. A segunda capa da publicação britânica mostrava o mesmo Cristo Redentor em queda livre, maneira encontrada para retratar a crise econômica que há anos chacoalha o País.

Um bom retorno

Depois do protagonismo corruptivo de 2015, pela lambança de suas principais lideranças políticas, o Mato Grosso do Sul começa 2016 como o 9º colocado no ranking de competitividade dos estados, seguido pelos lindeiros Goiás (10º) e Mato Grosso (11º). O índice, feito pelo grupo que edita a inglesa The Economist mede a qualidade dos serviços públicos e privados, além da boa infraestrutura, com objetivo de gerar “um saudável incômodo nos agentes públicos”.

Ano Novo

04/01/2016 - 07h15Em tempos difíceis, o cultivo da esperança implica renovar o nosso estoque de confiança na humanidade. É preciso acreditar que podemos fazer...

Para chefe da Casa Civil de Dilma, PT se lambuzou com práticas políticas antigas

Chefe da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, 64, disse, ao avaliar os efeitos da Operação Lava Jato sobre o PT, que seu partido "errou" ao não fazer a reforma política e "acabar reproduzindo metodologias" antigas da política brasileira. O resultado, afirmou, é que o PT, "que não foi treinado para isto", encarnou o ditado: "Quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza".

Vão querendo, pega o pé e vai roendo

O Correio do Estado especulando hoje que pelo menos sete deputados estaduais “querem” a prefeitura de Campo Grande. Todos, seguindo o exemplo Reinaldo Azambuja, que de prefeito de Maracaju virou deputado estadual, federal, tentando a prefeitura da capital, depois virando governador do Estado. Os sete: Amarildo Cruz, Pedro Kemp e Cabo Almi, do PT; Marquinhos Trad (PMDB); Márcio Fernandes (PTdoB); Mara Caseiro (PMB); Felipe Orro (PDT) - os dois últimos também interioranos.

Marun no zoológico

Com o Congresso Nacional às moscas durante o recesso, turistas que passeavam pela Câmara na semana passada caçavam deputados a laço para tirar fotos. Valia até parlamentares desconhecidos, como o novato e puxa-saco-mor Carlos Marun. “Só podem ser de fora do Brasil”, brincou o andrezista sobre a popularidade do Congresso, depois de posar para um retrato. O plantão, certamente pró-Cunha, rendeu a Marun até uma charge na coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo deste sábado.

Pacote de medidas contra a corrupção já tem apoio de 1,2 milhão de eleitores

Com 1,2 milhão de assinaturas obtidas até o momento, o Ministério Público Federal vai enviar até a metade deste ano ao Congresso Nacional um pacote de dez medidas contra a corrupção, que tornam penas mais rígidas, dificultam a anulação de processos e facilitam a recuperação de recursos desviados, entre outras mudanças.

Mato Grosso do Sul paga caro pelo puxa-saquismo de Marun

Em ano de crises política e econômica, o governo ampliou o volume de verbas destinadas a emendas parlamentares. Com o Orçamento Impositivo, aprovado pelo Congresso no início do ano passado para obrigar o Executivo a liberar os repasses indicados por deputados e senadores, e a necessidade de obter apoio no Legislativo para combater a ameaça do impeachment, o Palácio do Planalto elevou esse gasto de R$ 6,7 bilhões em 2014 (em valores atualizados) para cerca de R$ 7,2 bilhões em 2015. O montante não considera restos a pagar – valores pendentes de anos anteriores.

2016 pode começar com novas e espetaculares derrapagens na lama asfáltica

A preparação de laudos periciais acerca de documentos apreendidos no âmbito da Lama Asfáltica – operação da Polícia Federal deflagrada em julho passado, que apura suposto superfaturamento de obras, fraudes em licitação e corrupção de servidores – entrou na fase de conclusão e isso pode determinar novos rumos à investigação, informou o delegado Cléo Mazzotti, chefe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado. Isso significa que há a possibilidade de a PF ingressar com outros pedidos de prisão.

As escorregadas na lama asfáltica e o cafezinho amargo de 2015

Nove de julho e 25 de agosto: as duas datas chacoalharam Mato Grosso do Sul em 2015 e marcaram a detonação das operações Lama Asfáltica e Coffee Break. Desde então, tomar um “cafezinho” nunca foi tão perigoso e suspeito. Anunciando prejuízo inicial de R$ 11 milhões aos cofres públicos, a operação Lama Asfáltica acordou Campo Grande às 6h com equipes da PF (Polícia Federal) cumprindo mandados de busca e apreensão em empresas, residências de luxo e na Seinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura).

Ligações perigosas

Delcídio do Amaral preso, e na iminência de ter o mandato cassado. André Puccinelli, tentando cassar, a qualquer custo, o mandato do promotor Marcos Alex, do Gaeco, para não ter a mesma sorte. Reinaldo Azambuja, nem bem iniciado o governo e já indo pela mesma trilha, censurando a imprensa, como fez com este Blog, para tentar jogar a sujeira para debaixo do tapete. É só juntar as pontas, de quem andava com quem e o porquê de pensarem tanto, juntos, o Mato Grosso do Sul.

Marcos Alex só deixa o Gaeco depois do último cafezinho

O Procurador Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul em exercício, Paulo Cezar dos Passos, confirmou a saída do promotor Marcos Alex Vera de Oliveira da coordenação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Porém, Passos afirmou que Marcos Alex vai deixar Gaeco apenas depois da conclusão das investigações da Coffee Break. Novas investigações referentes à Coffee Break devem ser realizadas após retorno de Marcos Alex das férias, dia 7 de janeiro. O promotor quando entregou relatório preliminar da Coffee Break à PGJ havia antecipado possibilidade de novas investigações para esclarecer novos fatos que surgiram durante andamento da operação.

O feitiço contra os feiticeiros

O julgamento de processos movidos contra o Blog por Reinaldo Azambuja e seu principal assecla, o laranja Campina Verde Zé Teixeira, pode ser a grande oportunidade para o Tribunal de Justiça do MS provar que não tem nada a ver com a gravíssima denúncia do ex-deputado Ari Rigo, para quem alguns desembargadores também são chegados nuns retornos. A defesa do blog vai provar que tanto Reinaldo quanto seu Zé do Boi têm, sim, culpa em cartório.

Crítica ou elogio?

No seu café amargo desta segunda-feira hoje J.C. Torraca repercutindo a opinião do estadual George Takimoto, quanto à falta de vontade política do prefeito Murilo Zauith para assumir o papel de protagonista e ser o condutor do processo político nas eleições regionais. O deputado pedetista garante que Mumu tem méritos para isso, pois “conseguiu reorganizar a prefeitura, que era uma bagunça”. Mas, digo eu, com um Zito Leite secretário de Governo não vai a lugar nenhum.

Base política de Delcídio se desintegra depois da prisão

Considerado o político mais promissor de sua geração em Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio do Amaral (PT) viu esfarelar a sua base eleitoral após ser preso em um desdobramento cinematográfico da Operação Lava Jato. Logo depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) ter decretado a prisão, o escritório político do senador em Campo Grande foi fechado e a maior parte dos funcionários, dispensada. Seu único irmão, Ramão do Amaral, esteve em Campo Grande e levou a mulher e as duas filhas de Delcídio para o apartamento dele em Florianópolis, como forma de proteger a família do assédio que vinham sofrendo na capital de Mato Grosso do Sul.

Peru com calabreza

A propósito da pizza (metade peru, metade calabresa) servida no coffee break de Natal do promotor Marcos Alex, que ousou investigar André Puccinelli, o Portal I9 lembrando a denúncia de Ari Rigo, no auge da Uragano: Dos tufos desviados da Assembleia nos tempos de Londres Machado e Jerson Domingos, R$ 300 mil iam para o bolso do procurador-chefe do MP, órgão que abriga o Gaeco. Mais R$ 900 mil para ratear entre os desembargadores. Daí a certeza, até hoje, de tanta impunidade.

CPIs polêmicas prometem movimentar trabalhos da Assembleia em 2016

Instalação de pelo menos três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) que envolvem apuração de denúncias contra o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ação e/ou omissão do Estado em casos de violência contra indígenas entre os anos de 2000 e 2015- CPI do Genocídio, bem como a CPI do Combustível, que apura diferença de preços praticados por postos e distribuidoras da Capital, ajudaram a fomentar ações da Assembleia Legislativa, em 2015.

Gaeco põe pizza em lugar de peru na cesta de Natal de promotor da Caffee Brack

Uma das grandes estrelas da Operação Coffee Break, o coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), promotor Marcos Alex Vera de Oliveira, deve deixar o comando do órgão. Ele ou a assessoria não confirmam, mas a saída ocorre após pressão por conta do relatório apresentado no início de dezembro, referente à Operação Coffee Break.

Sem retorno

Pode estar aí o segredo de Waldemir Moka, um dos parlamentares mais influentes do Brasil. Nesses tempos bicudos da política nacional, em que só mesmo com a lupa de Antônio Tonanni para encontrar alguém limpo, o senador peemedebista é um dos poucos que passaram incólumes pela Uragano, que não deslizou na lama asfáltica, não tomou cafezinho com João Amorim, muito menos pegou carona em seu jatinho cheio de charme, além de assistir de camarote à desgraceira da Lava Jato.

A bola da vez

Delcídio do Amaral preso e, certamente, cassado em 2016; André Puccinelli, encalacrado na Lama Asfáltica, também em fim de carreira; Zeca do PT, até pelo nome que adotou, idem; Murilo Zauith jogando a toalha e Geraldo Resende, se virar prefeito, já disse que não quer nem ouvir falar em Senado. Com isso, o senador Waldemir Moka fica credenciadíssimo para acabar com a farsa da “mudança de verdade” de Reinaldo Azambuja. Na pior das hipóteses, teria sua reeleição garantida.
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