Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
11/12/2015 - 08h47Empresários, vereadores e políticos suspeitos juntaram os interesses.
No diário da mulher de Amorim, ela relata que marido não tem limites.A presença de...
Para Correio do Estado “o relatório do Gaeco sobre a Operação Coffee Break encaminhado a PGE é considerado inconcluso, criminaliza reuniões políticas, acordos de coalização partidária para participar da administração e indicia políticos só porque foram citados em mensagens”. Com isso, tenta salvar a pele de André Puccinelli e, principalmente de Nelsinho Trad, sempre tão generosos com a grande mídia. Então tá, como diz uma felpuda colunista do mesmo jornal.
O Diretório Regional do PT se apressou para esclarecer que o vereador Francisco Alves de Araújo, o “Tiquinho”, de Jateí, preso hoje de manhã pelo Gaeco, não pertence mais ao partido, do qual está desfiliado desde agosto deste ano. Onde já se viu prenderem assim, sem mais nem menos um “cumpanheiro” de Lula, de Zé Dirceu e de Delcídio do Amaral?
O presidente da Câmara de Vereadores de Jateí, Francisco Araújo (PT) foi preso pelo Gaeco na manhã desta quita-feira. A prisão faz parte da Operação Polígrafo. Além de Francisco, as vereadoras Rose Monica Duck Ramos (PSL) e Maria Aparecida Neres Leite (PR), mulher do ex-prefeito de Jateí, Eraldo Jorge Leite, também foram presas. Rose foi presa em Jateí na sua residência e Maria foi presa em Campo Grande.
Depois de uma sorumbática e nada auspiciosa especulação a respeito de orçamento de serviços crematórios (toc! toc! toc!) a conversa com o meu infundíbulo cronossinclástico guru César Lutti desagua, obrigatoriamente, no mensalão. Ops, no petrolão! Lutti foi uma das lideranças tucanas por mim apresentadas a Delcídio do Amaral no dia em que o hoje presidiário senador petista descobriu Dourados no mapa do Brasil, ali fincando o primeiro alfinete marcando o início de sua trajetória política mirando no governo do Estado, já que dizia possuir credenciais até para suceder Pedro Pedrossian no panteão da historia.
O ex-governador André Puccinelli (PMDB) e o empresário João Amorim aparecem no relatório da operação Coffee Break, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), como investigados e não como testemunhas, como se gabava o italiano. E a TV Morena deu isso ontem, em matéria "exclusiva", como se fosse novidade. Se os subordinados de seu Zahran são felizes assim, fazer o quê?
Pelo menos um terço dos integrantes já definidos da comissão especial que vai analisar o processo de impeachment é alvo de acusações criminais no STF. Dos 61 deputados, ao menos 20 respondem a inquéritos (investigações preliminares) ou ações penais (processos que podem resultar em condenação) no Supremo. O levantamento, do site Congresso em Foco, é o destaque do café amargo de hoje de J.C. Torraca. Vale repetir o CTRL C + CTRL V. És fuego negron, lembraria o Alcodan!
Não bastasse Carlos Marun, agora Zeca do PT. O peemedebista, notabilizando-se como o maior defensor de Eduardo Cunha – o presidente da Câmara encalacrado com os tufos de grana roubada e depositada na Suíça. O petista, mandando destruir urnas, numa desesperada tentativa de melar a formação da comissão especial que pode cassar o mandato da patroa Dilma Rousseff. Este, o tipo de gente que o eleitorado do Mato Grosso do Sul manda para o Congresso Nacional. Fiasco total.
Usinas contratadas pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS), enquanto era diretor da Petrobras, causaram à estatal prejuízo superior ao escândalo de Pasadena. Quatro termelétricas, contratadas no governo de Fernando Henrique Cardoso sob o regime do Programa Prioritário de Termeletricidade, custaram à Petrobras R$ 5 bilhões, segundo cálculos da companhia e do Tribunal de Contas da União (TCU).
10/12/2015 - 07h53Relatório mostra articulações do ex-governador para cassar Bernal em março de 2014O ex-governador André Puccinelli (PMDB) e o empresário João Amorim aparecem...
Realmente a corrupção existia no governo Fernando Henrique Cardoso. Não só as declarações feitas pelo jornalista Paulo Francis, como agora também a delação premiada de Nestor Cerveró confirmam isso.
Parece que o grito desesperado da esposa Maika do Amaral foi ouvido no interior da carceragem da Polícia Federal, em Brasília, onde está preso o ex-líder do governo petista no Senado, Delcídio do Amaral. Perdido por um, perdido por mil. E se ele falar, babau república petista. O único problema vai ser encontrar vagas disponíveis pelos presídios Brasil afora para guardar tanta gente do colarinho branco.
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na noite desta terça-feira (8) suspender a formação e a instalação da comissão especial que irá analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Fachin determinou que os trabalhos sejam interrompidos até que o plenário do Supremo analise o caso, votação que estámarcada para a próxima quarta (16).
Ainda bem que estive o dia todo fora não pude assistir nadica de nada das tratativas congressistas para cassar os mandatos de Eduardo Cunha e de Dilma Rousseff. Mas, bastou o que vi no Jornal Nacional, para constatar que o Mato Grosso do Sul continua pagando mico com Carlos Marun na Câmara Federal. Pois não é que agora o gaudério descobriu que a conta de Cunha na Suíça não tem número? Como uma conta de milhões de dólares sem numero? Ah, esses suíços!
A atuação do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul nunca foi tão questionada como nos últimos meses. A corte financeira é alvo de investigações do Ministério Público Estadual, da Polícia Federal e recentemente atual presidente do TCE-MS, Waldir Neves, sofreu desgaste ético após o Ministério Público de Contas ter solicitado abertura de processo de ética para apurar conduta de Neves depois dele ter sido flagrado em conversas telefônicas com empresário João Amorim, dono da Proteco Construções Ltda.
Tanta verborragia de Carlos Marun no plenário do Congresso num momento em que as palavras devem ser pensadas, pesadas e medidas, só tem uma razão de ser: o instinto de sobrevivência do gaudério. Depois da derrapagem fatal dos parceiros de lama asfáltica e, agora, diante da iminente queda do novo chefe, Eduardo Cunha, ele aposta todas as suas fichas num eventual governo Temer.
A propósito da carta-bomba de Michel Temer a Dilma Rousseff, o peemedebista Carlos Marun se antecipou ontem,
com o puxa-saquismo que o transformou numa figura caricata no plenário do Congresso. A exemplo do que fez Eduardo Cunha, tentou se mostrar íntimo de Temer, a quem se referia, enfático, como “presidente”, para só depois de bem prolongadas reticências, acrescentar “...do PMDB”.
O vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta nesta segunda-feira à presidente Dilma Rousseff na qual relata uma série de episódios que demonstrariam, nas palavras dele, a “absoluta desconfiança” que sempre existiu em relação a ele e ao PMDB por parte da petista. O texto agrava a crise política no momento em que a presidente sofre um processo de impeachment. Para o Palácio do Planalto, o gesto é mais um passo do vice em direção ao rompimento com o governo.
Agora é oficial. Aquilo que venho antecipando há anos, e pelo quê fui processado várias vezes, acabou acontecendo. A Procuradoria Geral da República ofereceu hoje denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador Delcídio Amaral (PT-MS), por seu envolvimento na Lava Jato. Além dele e do banqueiro do BTG Pactual, André Esteves, presos no fim do mês passado, foram denunciados também o chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira Rodrigues, e o advogado Edson Ribeiro.