08/12/2015 – 12h46
Tanta verborragia de Carlos Marun no plenário do Congresso num momento em que as palavras devem ser pensadas, pesadas e medidas, só tem uma razão de ser: o instinto de sobrevivência do gaudério. Depois da derrapagem fatal dos parceiros de lama asfáltica e, agora, diante da iminente queda do novo chefe, Eduardo Cunha, ele aposta todas as suas fichas num eventual governo Temer.
