Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (26) mais uma fase da Operação Zelotes, que investiga um esquema de pagamento de propina a integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), vinculado ao Ministério da Fazenda. A PF cumpre mandado de busca e apreensão na empresa LFT Marketing Esportivo, que pertence a Luís Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, na rua Padre João Manuel, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo.
Representante da ala rebelde do maior partido da base aliada, o deputado federal e ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) afirma que o governo federal está envolto em um "mar de corrupção" e a presidente Dilma Rousseff (PT), "no mundo da lua".
24/10/2015 - 17h38Às vésperas do lançamento do primeiro volume do livro "Diários da Presidência", em que narra seu cotidiano no poder, o ex-presidente Fernando...
O Encontro Regional que o PSB realizou neste sábado (24) em Dourados foi marcado por discursos contundentes, de todos os participantes, relacionando a situação que a atual administração está deixando a cidade, após a série de escândalos que levou vários políticos e empresários para a cadeia, com o caos instalado na capital do Estado, depois que o prefeito de Campo Grande foi cassado e reconquistou o mandato na Justiça, mas ainda vive sob ameaças com novos inquéritos.
23/10/2015 - 06:00A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) considerou “grave” vazamento do vídeo que registrou seu depoimento ao MPE (Ministério Público Estadual) e disse que...
Não acreditei, quando vi a foto no blog de Marco Eusébio. Se fosse só o deputado Carlos Marun, vá lá. Ele já havia conseguido seus cinco minutos de fama semana passada, como o único parlamentar brasileiro a ter coragem de fazer a defesa do indefensável presidente Eduardo Cunha. Mas, Geraldo Resende, também? Não! Só pode ser algum equivoco do confrade campo-grandense. Afinal são vários deputados cercando o maior cara de pau (depois, claro do hors concours de Lula da Silva) da política nacional, diante de uma galeria de ex-líderes da Casa. E olha só como o destino é capricho – ex-líderes. Não significa, necessariamente, uma homenagem. Mas, infelizmente, era. Fui checar no perfil do próprio Carlos Marun no Facebook e estava tudo lá.
A chamada “janela” – permissividade das regras eleitorais que garante a quem quer ser candidato filiar-se a partidos até seis meses antes das eleições – já altera profundamente o tabuleiro político de Mato Grosso do Sul e produz situações novas ou inesperadas em vários municípios. Logo após a disputa de 2014, a eclosão de insatisfações motivou o início de um processo de debandada partidária, que atinge a maioria dos partidos.
O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) poderá perder a liderança do Governo no Senado por causa dos escândalos de corrupção. Ele foi citado pelo lobista Fernando Baiano de ser um dos beneficiários de propina de US$ 1,5 milhão da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos, além de dividir US$ 6 milhões desviados do contrato do navio-sonda com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e com o então ministro das Minas e Energia Silas Rondeau.
Pedido feito em 2 de outubro pela 30ª Promotoria do Patrimônio Público, de afastamento imediato do prefeito Alcides Bernal em razão da contratação emergencial da empresa MegaServ, feita de forma irregular, conforme o entendimento da Promotoria, foi indeferido pelo desembargador Claudionor Miguel Abss Duarte, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS).
Se os sucessivos e comprovados escândalos praticados na Prefeitura de Campo Grande não resultarem na punição aos políticos e empresários envolvidos, a cidade pode ganhar em 2016 as manchetes da vergonha nacional como o cenário do ano eleitoral mais vergonhoso da história das capitais brasileiras.
19/10/2015 - 12h59O juiz federal Sergio Moro abriu nesta segunda-feira (19) mais uma ação penal contra o presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e...
Onde já se viu, um X-9 de meia-tigela como Fernando Baiano acusar tão ilibadas personalidades da República como Luiz Ignácio Lula da Silva, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Jader Barbalho e, agora, o líder do (des)governo “de vento” de Dilma Rousseff no Senado, Delcídio do Amaral, de envolvimento com o petrolão – o maior escândalo de corrupção da história!? Menos mal, para que o Mato Grosso do Sul não tenha sua história mais uma vez manchada, que aí está, mais firme e mais forte que nunca, o pau-mandado de André Puccinelli, deputado Carlos Marun, para, como fez com Eduardo Cunha na semana passada, sair em defesa também do senador petista.
18/10/2015 - 06h20Eleito um dos alvos preferenciais da Operação Lava Jato depois que o lobista Fernando Soares, o Baiano, apontou o seu envolvimento em...
Segundo o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) recebeu US$ 1,5 milhão de dólares de propina pela compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. O negócio foi feito pela Petrobras em 2006 e rendeu um prejuízo de US$ 790 milhões aos cofres da estatal.
Quase todo brasileiro tem, mas poucos sabem o que significa o termo watsapp, que não tem na verdade uma tradução ao pé da letra. Trata-se de uma fusão no idioma inglês de duas expressões, a interrogativa what´s up (o que é que há ou qual é?) e o substantivo applicative (aplicativo, referindo-se a programas de celulares e tablets).
O lobista e delator da Operação Lava Jato Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, afirmou em um dos depoimentos que fez um pagamento de R$ 2 milhões que teria como destinatária uma nora do ex-presidente Lula. Segundo Baiano, o pagamento foi feito a pedido do pecuarista de Mato Grosso do Sul, um dos acionistas da usina São Fernando, de Dourados, José Carlos Bumlai, amigo de Lula.
Apesar das tentativas de Dilma Rousseff de criar factoides e desqualificar seus opositores para sair das cordas, estamos diante de um governo que, na prática, já não governa. Ao contrário do que desejavam os lulopetistas, o impeachment entrou definitivamente na pauta nacional e se transformou em assunto preferencial não apenas no Congresso, mas também nas rodas de conversa no cotidiano. A sociedade não reconhece na presidente da República a legitimidade necessária para continuar no comando do país, o que se reflete no apoio de mais de dois terços da população ao seu impedimento, segundo os institutos de pesquisa.
Decidido a articular a bancada do PT na Câmara para barrar a abertura de um processo de impeachment contra Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta quinta-feira (15) com deputados do partido que assinaram pedido de cassação do mandato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a quem Lula propõe cessar fogo.
O posicionamento público dos líderes da oposição na Câmara cobrando o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara abriu uma crise entre os partidos que defendem o impeachment de Dilma Rousseff. A iniciativa rachou a frente da oposição e se tornou alvo de críticas diversas. O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, dirigente do Solidariedade, disse aos colegas que a nota jogou "Cunha nos braços do governo". O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) ouviu de um colega do PT a mesma provocação.