Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
14/10/2015 - 12h42O coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e promotor Marcos Alex Vera de Oliveira recebeu na...
A preocupante situação da sociedade brasileira revela, cruamente, a validade do famoso teorema de Thomas: se os homens definem uma situação como real, ela será real em suas consequências. Ele inspirou a ideia da "profecia autorrealizável" e, talvez, a da "profecia autodestrutiva" que estamos vivendo.
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse ver risco de a atual crise virar uma "crise social" que afetaria a estabilidade do país, o que, segundo ele, diria respeito às Forças Armadas. "Estamos vivendo situação extremamente difícil, crítica, uma crise de natureza política, econômica, ética muito séria e com preocupação que, se ela prosseguir, poderá se transformar numa crise social com efeitos negativos sobre a estabilidade", afirmou.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Genocídio foi aprovada na Assembleia Legislativa. Na sessão desta terça-feira (13), o presidente da Casa, Junior Mochi (PMDB), determinou a publicação do ato constitutivo da CPI. Essa comissão foi montada para investigar a possível omissão do Estado nos casos de violência contra os povos indígenas no período de 2000 a 2015.
O governo perdeu a capacidade de governar. A cada mês, desde a posse, o espaço de governabilidade foi se reduzindo. Hoje, luta desesperadamente pela sua sobrevivência. Qualquer ato, por menor que seja, está mediado pela necessidade de preservação. Efetuou uma reforma ministerial com o único intuito de ter uma base segura no Congresso Nacional. Em momento algum analisou nomes tendo como base a competência. Não, absolutamente não. O único pensamento foi de garantir uma maioria bovina. E, principalmente, impedir a abertura de um processo de impeachment.
Preocupado com a possibilidade de sucesso do encaminhamento do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o governo ainda tenta um acordo de última hora com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tentar postergar o avanço da proposta.
Após três meses de investigações, a Polícia Federal (PF) de Mato Grosso do Sul entra em uma nova fase na operação Lama Asfáltica, deflagrada para apurar desvio de recursos públicos, fraudes em licitações e contratações públicas. Ao G1, portal de notícias da Globo o delegado Cléo Mazzotti, chefe da Delegacia Regional de Crime Organizado, além do outro delegado que coordena as investigações, disseram que a instituição "já possui a comprovação de seis dos 11 milhões" desviados para a organização criminosa.
12/10/2015 - 10h57"Prepare-se. O Brasil viverá um momento histórico", afirmou um auxiliar da presidente Dilma ao prever momento de muita turbulência na política de...
Na data em que Mato Grosso do Sul comemora 38 anos da divisão do Estado, o governador Reinaldo Azambuja, há 10 meses no cargo, faz uma análise positiva do fato. Nesta entrevista concedida ao jornal Correio do Estado, ele também faz um balanço de sua gestão, falando não só dos problemas que enfrenta e sabe que ainda enfrentará, mas apontando as soluções que foram encontradas para promover o equilíbrio nas mais diferentes áreas. Ele fala sobre arrecadação, terceirização, obras, orçamento, entre outros temas.
A situação pessoal embaraçosa, com o presumido risco de perder milhões de dólares resguardados no exterior para não os perder, deve ter mexido com a frieza de Eduardo Cunha. Mas Eduardo Cunha exagera, supondo-se "execrado". Muito ao contrário. Eduardo Cunha não está sozinho, não foi abandonado por causa de acusações. E tanto conta com fraternidades espontâneas, como dispõe de armas para produzir interessados em não o incomodar. Ou só fazê-lo em último desespero de causa.
Documentos enviados pelo Ministério Público Suíco às autoridades brasileiras apontam o caminho do dinheiro supostamente repassado a contas bancárias atribuídas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e familiares no país europeu.
Sob fogo cruzado depois da revelação de que mantém contas bancárias secretas na Suíça, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que seu direito de defesa está sendo atropelado e refuta a hipótese de deixar o cargo. "Esquece, eu não vou renunciar", afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo.
O banco Julius Baer informou às autoridades suíças que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e seus familiares figuram como beneficiários finais de contas secretas onde estão depositados US$ 2,4 milhões (R$ 9,3 milhões). O dinheiro está bloqueado.
Dilma Rousseff é a primeira presidente da República a ter suas contas de gestão reprovadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Fazendo o trabalho pela 80ª vez, o tribunal considerou por unanimidade (8 votos) que a presidente descumpriu no ano passado a Constituição e as leis que regem os gastos públicos, o que impede a aprovação da prestação de contas de 2014.
A justiça negou o pedido apresentado pelo promotor Alexandre Capíberibe Saldanha, da 30ª Promotoria do Patrimônio Público, de afastamento do prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP). Na ação o prefeito é denunciado por improbidade administrativa, pela contratação da empresa Mega Serv, para fazer a limpeza das unidades de saúde do município. O caso foi analisado pelo juiz substituto da 1ª Vara dos Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Marcelo Ivo de Oliveira.
07/10/2015 - 14h24Ao deixar a prisão na madrugada desta quarta-feira (7), o prefeito afastado, Gilmar Olarte, afirmou que os cinco dias que permaneceu preso...
Réu numa ação de improbidade administrativa na Justiça Federal, o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), corre o risco de ser novamente retirado do cargo pela Câmara Municipal. Conforme a Lei Orgânica do Município, o afastamento do prefeito pode ser feito pelos vereadores “se recebida a denúncia contra o mesmo pelo juízo competente”. O caso tem a ver com ação que corre em sigilo na Justiça federal com base no desvio de verba do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar).
A sessão do Congresso Nacional (conjunta, entre senadores e deputados), convocada para esta terça-feira (6) e destinada à votação dos vetos presidenciais às chamadas "pautas-bomba" (projetos que elevam o gasto público), foi encerrada por falta de quórum quase duas horas depois de iniciada. Não houve número suficiente de deputados para votação tanto entre parlamentares da oposição quanto da base aliada do governo. Uma nova sessão foi convocada para a manhã desta quarta-feira (7), às 11h30.
05/10/2015 - 19h06A operação desencadeada para submeter o Tribunal de Contas da União à vontade dos delinquentes no poder é, simultaneamente, um tapa na...
05/10/2015 - 14h14Há 23 anos, Marcello Lavenère, 77, entregava ao então presidente da Câmara, Ibsen Pinheiro, o pedido de impeachment que resultou na saída...