9.5 C
Dourados
domingo, junho 21, 2026

Com Délia Razuk servidores do Hospital da Vida dizem ter perspectiva de diálogo

- Publicidade -

03/05/2017 – 14h21

“Só quem não conhece a realidade do Hospital da Vida é que pode cometer a infelicidade de sair por aí falando dele”, opina o representante dos servidores, ao citar que a reduzida estrutura da unidade consegue suprir a demanda de pacientes de, pelo menos, outros 33 municípios da região. “Somos o único hospital de urgência e emergência totalmente porta aberta de todo o Estado”, assegura o trabalhador, há cinco anos dedicado ao setor de Enfermagem do HV.

A Fundação de Saúde foi criada na gestão passada com o fim de administrar o HV e a UPA. Ao assumir o mandato, a prefeita Délia Razuk herdou um déficit superior a R$ 9,8 milhões, fora as despesas com a folha salarial de médicos e colaboradores. “Temos fornecedores com contas a receber desde junho de 2015”, relata o diretor-presidente da entidade, Renan Hadykian. Desde janeiro deste ano, a Prefeitura já investiu cerca de R$ 14 milhões para o pagamento de compromissos com a Funsaud.

De acordo com Renan, a prefeita Délia Razuk se comprometeu, ao eleger a Saúde como uma das prioridades do mandato, ao lado da valorização das pessoas, em elevar as cotas de repasse para o atendimento prioritário nas duas unidades controladas pela Funsaud. “Mas ela precisava que o Conselho Curador estivesse totalmente composto, o que só agora se completou com a escolha do representante dos servidores do Hospital da Vida e da UPA, e é o Conselho quem tem que aprovar esses repasses”. A reunião do Conselho está agendada para os próximos dias.

“Só quem não conhece a realidade do Hospital da Vida é que pode cometer a infelicidade de sair por aí falando dele”, opina o representante dos servidores, ao citar que a reduzida estrutura da unidade consegue suprir a demanda de pacientes de, pelo menos, outros 33 municípios da região. “Somos o único hospital de urgência e emergência totalmente porta aberta de todo o Estado”, assegura o trabalhador, há cinco anos dedicado ao setor de Enfermagem do HV.

A Fundação de Saúde foi criada na gestão passada com o fim de administrar o HV e a UPA. Ao assumir o mandato, a prefeita Délia Razuk herdou um déficit superior a R$ 9,8 milhões, fora as despesas com a folha salarial de médicos e colaboradores. “Temos fornecedores com contas a receber desde junho de 2015”, relata o diretor-presidente da entidade, Renan Hadykian. Desde janeiro deste ano, a Prefeitura já investiu cerca de R$ 14 milhões para o pagamento de compromissos com a Funsaud.

De acordo com Renan, a prefeita Délia Razuk se comprometeu, ao eleger a Saúde como uma das prioridades do mandato, ao lado da valorização das pessoas, em elevar as cotas de repasse para o atendimento prioritário nas duas unidades controladas pela Funsaud. “Mas ela precisava que o Conselho Curador estivesse totalmente composto, o que só agora se completou com a escolha do representante dos servidores do Hospital da Vida e da UPA, e é o Conselho quem tem que aprovar esses repasses”. A reunião do Conselho está agendada para os próximos dias.

Jaime Dantas, do coletivo de servidores

Renan Hadykian, presidente da Funsaud

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas Notícias

Últimas Notícias

- Publicidade-