15/06/2020 – 11h02
Do montante de cerca de R$ 2 bilhões do Fundo Partidário que serão torrados nas eleições municipais deste ano, chamam a atenção dois números, de dois extremos: os cerca de R$ 200,9 milhões – a maior fatia do bolo – à disposição do PT, o partido que vive seu inferno astral depois dos desastrados governos de Lula e Dilma, e a segunda maior soma, do PSL – cerca de R$ 193,6 milhões – partido que que só deixou a condição de nanico após a eleição de Jair Bolsonaro.
