25/09/2020 – 09h46
Para a vereadora e pastora Denize Portolan a recandidatura pelo PSDB tem um significado muito especial. Uma questão de honra, diga-se, para quem foi presa, na operação Pregão, acusada de fraudes e manipulação de licitações ao tempo em que exerceu o cargo de secretária de Educação de Délia Razuk. Crente muito mais na justiça divina do na dos homens, uma vez reeleita, para ela, ficará valendo o adágio de que a justiça – mesmo a dos homens – tarda, mas não falha.
