As senadoras Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronick (União) assinaram o requerimento para a instalação da CPI do MEC (Ministério da Educação) no Congresso Nacional. Terceiro integrante da bancada, o senador Nelson Trad (PSD) ainda não se manifestou se irá assinar o requerimento para investigar irregularidades na pasta da educação.
De acordo com o proponente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede), foram colhidas as 27 assinaturas necessárias para a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). O parlamentar, líder da oposição no Senado, retomou o processo após a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, acusado participação em esquema de corrupção de corrupção envolvendo pastores e a liberação de recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).“Logo mais concederei coletiva à imprensa sobre abertura da CPI do MEC”, confirmou o proponente em sua conta no twitter.
Da bancada sul-mato-grossense, apenas as senadoras Soraya Thonick e Simone Tebet assinaram o requerimento para abertura da CPI. “Diante dos novos fatos assinei a CPI do MEC. Algumas reações posteriores (contrárias) nos bastidores sinalizam que fiz a coisa certa, e os fortes indícios apontam para possível caso de corrupção. Covardia não faz parte do meu vocabulário”, confirmou a senadora Soraya Thronick, que até então era contrária a abertura da comissão para investigar a pasta.
A pré-candidata a presidência da república, Simone Tebet (MDB), já havia se posicionado favoravelmente a abertura de uma comissão para investigar as suspeitas de corrupção no Ministério da Educação.
“A prisão preventiva do ex-ministro e de lobistas por suspeita de corrupção revela todo desmando que virou a Educação neste governo. O que deveria ser prioridade nacional e política de Estado, virou manchete policial”, disse Simone Tebet. (Jhefferson Gamarra/Campo Grande News).
