Rumores indicando uma aproximação do PSD, do pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, o ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, ao PT, que também tem pré-candidatura ao governo, sacolejou a cúpula das duas legendas, na tarde desta quinta-feira (14). Para as siglas, o eventual pacto é, apenas, uma especulação.
Pela conjectura levantada, o até agora pré-candidato ao Senado, o juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira, viraria pré-candidato a vice de Marquinhos Trad. Já Giselle Marques, a pré-candidata ao governo pelo PT, renunciara ao pleito. Marquinhos, que passaria a contar com o apoio do PT, centraria apoio ao pré-candidato ao Senado pelo PT, o professor universitário Tiago Botelho.
Consultados pelo jornal Correio do Estado, integrantes dos dois partidos refutaram a provável combinação política.
“Muitas especulações… …desmentidos tornam-se corriqueiros em época próxima das convencoes. Ainda não temos nada confirmado, Candidaturas se materializam pós a nossa convenção, marcada para o dia 30”, afirmou Nelson Trad Filho, senador e presidente regional do PSD.
Já o irmão dele, o ex-prefeito Marquinhos Trad, que concorre ao governo, foi sucinto ao comentar a questão: “Odilon é meu pré-candidato a senador”. Ou seja, a fala dele liquida com o suposto plano em curso que juntaria PSD e PT nas eleições.
O pré-candidato ao PT, Tiago Botelho, também contrapôs a possibilidade de o seu partido renunciar a pré-candidatura ao governo.
“Tomei conhecimento disso [suposta aliança do PT com PSD] pela imprensa. Não existe conversa sobre esse assunto. O PT estadual tem mantido a pré-candidatura da Giselle ao governo. Eu disputo o Senado, inclusive viajei hoje para Caarapó e Naviraí [interior de MS]. Desconheço o assunto”, afirmou Botelho, professor universitário da região de Dourados.
