08/12/2015 – 10h14
A propósito da carta-bomba de Michel Temer a Dilma Rousseff, o peemedebista Carlos Marun se antecipou ontem,
com o puxa-saquismo que o transformou numa figura caricata no plenário do Congresso. A exemplo do que fez Eduardo Cunha, tentou se mostrar íntimo de Temer, a quem se referia, enfático, como “presidente”, para só depois de bem prolongadas reticências, acrescentar “…do PMDB”.
