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quinta-feira, maio 14, 2026

Últimas Notícias

Partidos do Centrão avançam nas capitais e interior do país; PT, PSDB e MDB amargam prejuízos

16/11/2020 - 14h27PP, PSD e Republicanos, legendas de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no Congresso, foram as que mais cresceram; com maior fundo partidário,...

Bolsonaro vê aliados naufragarem, filho com menos votos e Wal do Açaí não eleita

16/11/2020 - 10h45Principal aposta, Celso Russomanno fracassa em SP; no Rio, Crivella tem difícil 2º turnoColocado em teste nas eleições deste domingo (15), o...

TRADição política

Nenhuma novidade a reeleição de Marquinhos Trad para a prefeitura de Campo Grande. Ele se espelhou no exemplo do pai, Nelson Trad, deputado estadual, federal e secretário de justiça do Estado, e fez a lição de casa direitinho. Como se não bastasse o exemplo dos irmãos – Nelsinho Trad, vereador, deputado, prefeito duas vezes da mesma capital, agora senador, e de Fábio Trad, sempre figurando nas listas como um dos deputados federais mais bem avaliados do Brasil.

A nova Câmara Municipal de Dourados

16/11/2020 - 08h57De acordo a Justiça Eleitoral, são os seguintes os eleitos e eleitas para Câmara Municipal de Dourados – Legislatura 2021-2024:Jânio Miguel (PTB)...

Alan Guedes sepulta reputações políticas e emerge como nova liderança

Nem ele acreditava. O rolo compressor do governo do estado veio com tudo pra cima. Mas ele foi de uma resiliência impressionante, fazendo um contraponto com humildade e perseverança. Enquanto o deputado Barbosinha, tido como o mais preparado, o grande gestor, com uma entourage de estrelas da política local e estadual e marqueteiros importados reverberava no mais tradicional dos discursos políticos o plano de governo dos sonhos dos douradense, ele, com a simplicidade própria de sua juventude dizia apenas que 'Dourados já escolheu, é Alan Guedes prefeito'. Alan Aquino Guedes de Mendonça, 34 anos, é o novo prefeito de Dourados.

O recado dos militares ao governo: “Não temos partido”

Apesar de o governo estar repleto de militares, as Forças Armadas mandaram um recado claro para o presidente Jair Bolsonaro de que as instituições não pertencem ao Executivo nem devem ser envolvidas em políticas partidárias. A mensagem foi repassada, ontem, pelo comandante do Exército, Edson Pujol. Em seminário da Defesa Nacional, com a presença da alta cúpula das FAs e do ministro da Defesa, o general traçou os limites das relações. “Não somos instituição de governo, não temos partido. Nosso partido é o Brasil. Independente de mudanças ou permanências de determinado governo por período longo, as Forças Armadas cuidam do país, da nação, elas são instituições de Estado, permanente. Não mudamos a cada quatro anos a maneira de pensar em como cumprir as nossas missões”, disse.

Bancada feminina

Com a morte do deputado Onevan de Matos (o segundo mais longevo entre os parlamentares estaduais, com nove mandatos, depois de Londres Machado) sua cadeira será herdada pela suplente Mara Caseiro, de Eldorado. Outra ex-deputada que pode voltar é Dione Hashioka, de Nova Andradina, em caso de uma vitória de Barbosinha na eleição para a prefeitura de Dourados neste domingo. Ambas tucanas e, como tal, bem mais dóceis ao governo que Onevan, que morreu hoje, vítima da Covid.

General Santos Cruz rebate Bolsonaro: Brasil não é um país de maricas

Demitido pelo presidente Jair Bolsonaro em junho de 2019, o ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, criticou a declaração feita por Bolsonaro que o Brasil seria 'um país de maricas'. Nas redes sociais, escreveu que está 'cansado de show'. 'O Brasil não é um país de maricas. É tolerante demais com a desigualdade social, corrupção, privilégios. Votou contra extremismos e corrupção. Votou por equilíbrio e união. Precisa de seriedade e não de show, espetáculo, embuste, fanfarronice e desrespeito', afirmou o general.

Militares consideram hostil e precoce declaração de Bolsonaro contra Biden

Mais uma vez, uma declaração do presidente Jair Bolsonaro, envolvendo as Forças Armadas, provoca desconforto na ala militar do governo. A visão é que o chefe do Executivo exagerou ao falar sobre utilização de “pólvora” contra o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, ainda que ele não tenha citado nominalmente o norte-americano. Os militares não ficaram nada satisfeitos e viram a fala como precoce e hostil.

Retornos

Assim como os integrantes da “república do Panambi” andam exultantes, com o vereador Idenor Machado garantindo o retorno em massa à secretaria de Educação, em caso de vitória de Barbosinha e do mano Valdenir Machado, a companheirada petista também começa a se assanhar. Isto porque Barbosinha tem como guru, elaborando seu plano de governo, ninguém menos que Ermínio Guedes, ex-secretário de governo de Tetila, o que garante, pelo menos, o retorno do time de João Grandão.

Analistas já veem ‘golpe em formação’ na recusa de Trump em aceitar derrota

A insistência do presidente dos Estados Unidos em repetir alegações de fraude sem comprovação nas eleições americanas elevou a tensão política em Washington. Em ciclos eleitorais passados, a equipe de transição já começava a se reunir com o governo anterior e a compartilhar informações preparando o caminho para a nova gestão. Com a recusa de Donald Trump em aceitar a derrota para Joe Biden, a preocupação institucional cresce, e a palavra 'golpe' passa a integrar o léxico de analistas que tentam entender o momento atual.

Zero à esquerda

Depois do secretário de Governo Eduardo Riedel e do deputado bolsonarista coronel David, que não têm nenhum voto em Dourados, ontem foi a vez do suplente de senador Rodolfo Nogueira aparecer no programa de TV de Barbosinha. Recebido com todas as honras, o desafeto da senadora Soraya Thronicke só não falou o que o candidato governista esperava, o nome de Bolsonaro, o que sugeriria um hipotético apoio presidencial. Rodolfo, aliás, não falou absolutamente nada que se aproveitasse.

Cruz

Gestor testado e aprovado como prefeito de Angélica, depois como presidente da Sanesul e Secretário de Justiça e Segurança Pública, o deputado Barbosinha terá um grande desafio caso venha ser eleito prefeito de Dourados: o que fazer com a companheirada apaniguada de lideranças com passagem pelo xilindró por malversação do dinheiro público, como o deputado Zé Teixeira, o vereador Idenor Machado, entre outros. Seu principal oponente, Alan Guedes, deita e rola com a situação.

Alvo de críticas, aliança de Huck e Moro para 2022 busca ampliação

O projeto de formar uma aliança de centro-direita para a eleição de 2022, nascido de uma articulação do ex-ministro Sergio Moro e do apresentador Luciano Huck, foi torpedeado nesta segunda-feira (9) por líderes políticos de esquerda e direita. Apesar disso, seus defensores trabalham para que esta frente seja ampliada. Um dos objetivos no momento é atrair para ela o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Bolsonaro usa o Alvorada para gravar programas eleitorais com aliados

Na semana que antecede o primeiro turno das eleições municipais, o presidente Jair Bolsonaro fará de hoje até sábado transmissões ao vivo nas redes sociais com o objetivo de promover os candidatos a prefeito e vereador que ele apadrinhou para este ano. Depois de duas semanas apenas divulgando nos seus perfis pessoais os nomes das suas apostas para o pleito do próximo domingo, agora ele pretende convidar os políticos para também participarem da live, que geralmente é feita do Palácio da Alvorada.

Contraponto

Na mesma semana em que Murilo Zauith esteve governador o titular do cargo, Reinaldo Azambuja, despachou o secretário de governo Eduardo Riedel para reforçar a campanha de Barbosinha em Dourados. Para 2022 espera-se um pega daqueles entre Riedel e Zauith pela sucessão de Azambuja. Enquanto isso, o principal oponente de Barbosinha, Alan Guedes, recebe o apoio do juiz Odilon de Oliveira. Agora é conferir quem transfere mais votos ou tem mais prestígio na terra de seu Marcelino.

Sergio Moro acredita em alternativas não polarizadas

Em entrevista ao jornal O Globo, o ex-ministro da justiça Sergio Moro critica o ambiente de polarização entre esquerda e direita e admite que tem conversado com nomes que buscam construir uma alternativa. Reconhece que esteve, em outubro, com o apresentador Luciano Huck, como informou o jornal 'Folha de S.Paulo', para 'conversar sobre o Brasil', mas nega que, neste momento, seja candidato ao lado de Huck. 'A construção disso é importante, e não necessariamente passa por mim. Não existe nada pré-determinado'. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Em discurso da vitória, Biden prega cura e restauração da alma dos EUA

WILMINGTON (DELAWARE) - Foi diante de milhares de pessoas em Wilmington, cidade onde mora desde 1953, que Joe Biden fez seu primeiro discurso como presidente eleito dos EUA. Num pronunciamento de pouco mais de quinze minutos, o democrata disse que vai governar para todos os americanos e pregou a cura e a restauração da alma dos EUA. 'A Bíblia nos diz que para tudo existe um tempo, um tempo para construir, um tempo para colher, um tempo para semear. E um tempo para curar. Esta é a hora de curar na América', disse o democrata, o segundo presidente americano católico, depois de John F. Kennedy.

Vitória de Biden freia onda populista de Trump

WILMINGTON (DELAWARE) - Se tivesse calculado, talvez não fosse tão simbólico. Joseph Robinette Biden Jr., 77, foi declarado presidente eleito dos Estados Unidos neste sábado (7), segundo projeção da rede de notícias CNN, na semana em que completou 50 anos desde a primeira vez que assumiu um cargo político. Os EUA escolhem, assim, Biden como o 46º presidente de sua história, depois de o democrata derrotar Donald Trump numa disputa histórica e acirrada, que o atual líder americano decidiu levar à Justiça.

‘Nós vamos vencer esta disputa’, diz Biden após aumento de vantagem na Pensilvânia.

O candidato do Partido Democrata, Joe Biden, amanheceu neste sábado com a liderança ampliada na Pensilvânia na Geórgia, o que aumenta seu favoritismo para assumir a Presidência dos Estados Unidos. Ele também lidera a apuração no Arizona e em Nevada, estando perto de assegurar a vitória em quatro dos cinco estados em que a disputa está mais acirrada e onde os votos ainda estão sendo contados — o quinto é a Carolina do Norte, onde o presidente Donald Trump lidera.
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